Goiás

Polícia de Goiás prende criminosos de alta periculosidade acusados de "novo cangaço", em São Paulo

O homens foram acusados de ações criminosas contra instituições financeiras, na modalidade "novo cangaço" e "sapatinho".

Por Ton Paulo
14/03/2019, 08h53

A Polícia Civil de Goiás (PC), através de ação do Grupo Antirroubo a Banco da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GAB/Deic), conseguiram localizar dois indivíduos de alta periculosidade na última quarta-feira (13/3), acusados de ações criminosas contra instituições financeiras, na modalidade “novo cangaço” e “sapatinho”. Polícias do Tocantins e São Paulo

De acordo com informações da PC, participaram da ação que prendeu os criminosos a Polícia Militar (PM) e Polícia Federal (PF) de Araguaína, no Tocantins. Com conjunto, os policiais conseguiram localizar os dois indivíduos considerados pelas autoridades como sendo de alta periculosidade. Eles foram encontrados em uma comunidade na cidade de Carapicuíba, em São Paulo.

Ainda conforme a PC, foram presos Eduardo Nonato da Silva, vulgo Dudu, e Fábio da Silva, ambos foragidos dos estados de Goiás, Tocantins e Pará, por ações criminosas contra instituições financeiras, na modalidade “novo cangaço” e “sapatinho”. Dudu, além de ser apontado como um dos ladrões de banco mais atuantes das regiões Centro-Oeste e Norte do país, foi responsável por uma tentativa de feminicídio contra sua ex-companheira, com vários disparos de arma de fogo, no último dia 8 de março desse ano (Dia Internacional da Mulher), em Anápolis, região metropolitana de Goiânia.

Foram cumpridos os quatro mandados de prisão em desfavor de Eduardo e os dois mandados de prisão em desfavor de Fábio, além da apreensão de arma de fogo, tipo pistola, semiautomática e RGs falsos dos investigados.

Polícia de Goiás vai apresentar o caso formalmente

A ação policial que prendeu Eduardo Nonato da Silva e Fábio da Silva em São Paulo, acusados de “novo cangaço”foi conduzida pelo delegado Samuel Moura, e, conforme a PC, será apresentada formalmente na manhã desta quinta-feira (14/3), na Delegacia Estadual de Investigações Criminais (DEIC).

A operação policial também contou com apoio da Polícia Civil de São Paulo e Polícia Militar de São Paulo.

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Goiás

Chuvas e fortes ventos derrubam árvores e destelham lojas, em Goiânia

Choveu 21 milímetros em apenas 30 minutos; ventos chegaram a 90 km/h.
14/03/2019, 09h33

As fortes chuvas e ventos, ocorridos nesta quarta-feira (13/3), derrubaram árvores e destelharam lojas, além de causar outros prejuízos, no Parque Atheneu, na região Sudoeste de Goiânia. De acordo com informações do Sistema de Meteorologia e Hidrologia do Estado de Goiás (SIMEHGO), choveu ao menos 21 milímetros por metro quadrado, em apenas 30 minutos; as rajadas de vento variaram de 60 a 90 km/h.

Segundo a Defesa Civil, umas das árvores caiu em cima de uma casa. Apesar do susto, ninguém se feriu. Veja abaixo algumas imagens do local:

Ainda na noite de ontem, equipes da Enel Distribuição Goiás e da Companhia de Urbanização de Goiânia (COMURG) estiveram no local para retirar as árvores da casa e das vias. Os trabalhos continuam na manhã desta quinta-feira (14/3), acompanhados pela Defesa Civil.

Chuvas em Goiânia

Na manhã de ontem, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) publicou um alerta amarelo, com risco de chuvas intensas em diversas regiões de Goiás, Mato Grosso, Rondônia e Tocantins. O órgão previa risco de corte de energia, queda de árvores, alagamentos e descargas elétricas.

E atenção, em caso de rajadas de vento, o Inmet recomenda: não se abrigue debaixo de árvores, pois há risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda; se possível, desligue aparelhos elétricos e quadro geral de energia; obtenha mais informações junto à Defesa Civil – 199 e ao Corpo de Bombeiros – 193.

Previsão

Já nesta quinta-feira (14/3), segundo o site Climatempo, a previsão para Goiânia são de chuvas mais tranquilas, com sol e aumento de nuvens de manhã e pancadas de chuva à tarde e à noite. A temperatura fica entre 22° e 32°. O tempo deve continuar desta forma até o fim de semana.

Ainda de acordo com a previsão, o volume de chuva entre esta quinta-feira (14/3) e o próximo domingo (17/3), deve ficar entre 10 e 18 mm.

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Brasil

Vítimas do massacre em escola são veladas coletivamente em Suzano

Psiquiatras e psicólogo dão apoio no atendimento às famílias e demais envolvidos na ocorrência; ataque ocorreu na manhã de ontem (13/3).
14/03/2019, 09h53

O velório coletivo das vítimas do massacre na Escola Estadual Raul Brasil, em Suzano, cidade da Grande São Paulo, começou por volta das 7h desta quinta-feira, 14, na Arena Suzano, localizada no Parque Max Feffer.

Os corpos que estão sendo velados no local são dos adolescentes Caio Oliveira, Kaio Lucas da Costa Limeira, Samuel Melquíades Silva de Oliveira e Claiton Antonio Ribeiro; e das funcionárias da escola Eliana Regina de Oliveira Xavier e Marilena Ferreira Vieira Umezo.

Douglas Murilo Celestino, de 17 anos, será o único dos cinco alunos assassinados que não será velado na Arena Suzano. Evangélica, a família optou por realizar a cerimônia em uma igreja da Assembleia de Deus de Suzano a partir da 13h desta quinta.

A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo enviou, ainda na quarta-feira, 13, dois psiquiatras e um psicólogo para dar apoio no atendimento às famílias e demais envolvidos na ocorrência, atuando em conjunto com a equipe do Centro de Atenção Psicossocial (Caps) de Suzano.

A Secretaria também mobilizou médicos do Grupo de Resgate, que atuaram ao lado dos Bombeiros e do Grupamento Aéreo (Águia), fortalecendo o trabalho do Resgate no atendimento pré-hospitalar às vítimas.

Sete feridos estão sendo assistidos por equipes especializadas de hospitais estaduais – Hospital das Clínicas (HCFMUSP) e hospitais Luzia de Pinho Melo e Geral de Itaquaquecetuba.

Três vítimas, uma em estado grave, permanecem na UTI. Os outros quatro adolescentes continuam internados com estado de saúde estável.

A reportagem está entrando em contato com hospitais municipais para atualizar o estado de saúde dos outros adolescentes feridos. Até a publicação desta matéria, assim estavam os feridos:

– Adna Isabella Bezerra de Paula, de 16 anos: transferida do PSM Suzano para o HC/FMUSP – estável, na UTI.

– Anderson Carrilho de Brito, 15 anos: transferido do PSM Suzano para o HC/FMUSP – grave, na UTI.

– Jenifer da Silva Cavalcante: HC Luzia de Pinho Melo – estável, na UTI.

– Leonardo Martinez Santos: socorrido ao HC Luzia de Pinho Melo – estável; passará por cirurgia.

– Leonardo Vinícius Santa Rosa, 20 anos: estava na Santa Casa de Suzano e foi transferido para o HC/FMUSP – estável, no PS.

– Letícia de Melo Nunes: Hospital Santa Maria e transferida para Hospital Geral de Itaquaquecetuba – estável e sob acompanhamento especializado de cirurgia geral.

– Murillo Gomes Louro Benites, 15 anos: socorrido ao HC/FMUSP pelo Águia, estável, na enfermaria.

Imagens: Metro Jornal 

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Goiás

Mãe que matou filha a marretadas é denunciada por homicídio qualificado pelo MP-GO 

Crime ocorreu no dia 21 fevereiro deste ano, no Parque Santa Rita, em Goiânia.
14/03/2019, 10h37

Alessandra Fiuza Neves, de 33 anos, acusada de matar a filha, de 1 ano e 8 meses, a marretadas foi denunciada por homicídio quadruplamente qualificado, uma vez que o crime teve motivação torpe, com uso de meio cruel, além de ter sido cometido contra menor de 14 anos. Ela também foi denunciada por destruição de cadáver. O crime ocorreu no dia (21/2), no setor Parque Santa Rita, em Goiânia.

De acordo com o promotor João Teles de Mora Neto, autor da denúncia, Jullyana Neves da Cunha, a bebê assassinada, é fruto do relacionamento de Alessandra com Rômulo Nunes da Cunha, com quem foi casada por 12 anos. O casamento teve fim cinco meses antes do crime. Jullyana e o irmão mais velho ficaram sob os cuidados da mãe.

Consta na denúncia, segundo o Ministério Público de Goiás (MP-GO), que Rômulo tinha a intenção de ficar com a guarda da menina, mas antes disso, Alessandra proibiu o pai de sair com as crianças nos dias das visitas regulamentadas na separação, passando a exigir a presença dele em casa. Três dias antes do crime, na última visita aos filhos, o homem foi até a casa acompanhado de uma irmã e uma sobrinha, o que teria impedido mais um plano da mulher em reconquistar o marido.

Mãe mata filha a marretadas e tenta queimar corpo

Na manhã do crime, Alessandra levou a menina para o quarto e, na frente do outro filho, atingiu a bebê com série de golpes de marreta e, para esconder o crime, foi até o fundo do quintal da casa, jogou o corpo da criança numa piscina de plástico, onde estavam vários objetos e também um colchão, e ateou fogo.

Ao perceberem a fumaça, os vizinhos foram até a casa, mas Alessandra informou que estava tudo normal e que apenas havia colocado fogo na piscina de plástico. Os vizinhos, preocupados, entraram no imóvel em busca das crianças, mas encontraram apenas Pedro Henrique, outro filho de Alessandra. Quando chegaram no fundo da casa, os vizinhos encontraram o corpo de Jullyana encolhido e já carbonizado. O laudo da perícia confirmou diversas fraturas pelo corpo da bebê.

Alessandra, que estava em estado de choque quando o Corpo de Bombeiros e a Polícia Militar chegaram, foi presa em flagrante e levada ao Cais do Bairro Goiá. Após atendimento, ela foi encaminhada para a Central de Flagrantes e em seguida para a Casa de Prisão Provisória, em Aparecida de Goiânia, onde continua detida. Ela culpa o filho pelo crime e também pelo fim do casamento.

Via: MP-GO 

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Goiás

Homem morre afogado após tentar atravessar rio a cavalo, em Padre Bernardo

Após sair de uma fazenda para visitar um amigo, apenas o cavalo em que o homem estava montado retornou ao local de origem.

Por Ton Paulo
14/03/2019, 10h44

O corpo do funcionário de uma fazenda no município de Padre Bernardo, no Entorno de Brasília, foi encontrado boiando em um rio que corta a região após dois dias desaparecido. O homem teria saído na segunda-feira (11/3) a cavalo para visitar o amigo na fazenda vizinha, mas no dia seguinte apenas o cavalo, com sinais de atolamento, retornou ao local de origem.

Conforme informações da Polícia Civil de Goiás, o registro do desaparecimento de Aparecido Pereira Duarte, funcionário da fazenda Nossa Senhora de Fátima, localizada em Padre Bernardo às margens do rio Verde, foi feito por seu patrão, Edo Antônio, na terça-feira (12/3) às 17h24, depois que o cavalo em que Aparecido saiu para visitar o amigo na fazenda vizinha retornou sem ele, sem a sela e com sinais claro de atolamento.

Ainda segundo a polícia, Aparecido saiu a cavalo da fazenda onde trabalhava na segunda-feira de manhã para visitar um amigo em outra fazenda. Esse amigo conta que Aparecido chegou ao local, ajudou-o no trato com o gado e após o horário do almoço, por volta das 13h, decidiu ir embora. Entretanto, apenas o cavalo de Aparecido conseguiu voltar para a fazenda Nossa Senhora de Fátima, na tarde do dia seguinte.

Corpo de funcionário da fazenda foi encontrando boiando no rio, em Padre Bernardo

Um dia após o registro de desaparecimento de Aparecido, infelizmente os bombeiros confirmaram a principal suspeita.

O Corpo de Bombeiros também foi acionado, e após intensas buscas pelo local o corpo de Aparecido foi encontrado boiando no rio Verde às 17h30 de ontem (13/3). Segundo a corporação, após tentar atravessar o rio a cavalo, por circunstâncias ainda não esclarecidas mas indicando que o cavalo tenha atolado, o funcionário da fazenda acabou se afogando.

O corpo foi encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal.

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