Brasil

Carrefour vai pagar R$ 1 milhão pela morte do 'Manchinha' em loja de Osasco

R$ 500 mil serão destinados exclusivamente à esterilização de cães e gatos.
15/03/2019, 19h27

O Carrefour vai pagar R$ 1 milhão por conta dos maus-tratos cometidos por um segurança que resultaram na morte do cachorro ‘Manchinha’, numa loja da rede, no final de novembro do ano passado, em Osasco, na Região Metropolitana de São Paulo.

A quantia foi estipulada em termo de compromisso firmado com o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e a prefeitura do município. Pelo acordo, divulgado nesta sexta-feira, 15, o supermercado assumiu a obrigação de depositar o dinheiro em um fundo a ser criado pela cidade.

Conforme o promotor de Justiça Gustavo Albano Dias da Silva, desse montante, R$ 500 mil serão destinados exclusivamente à esterilização de cães e gatos, R$ 350 mil para a compra de medicamentos para animais do Hospital Veterinário municipal ou que estejam no canil do município, e R$ 150 mil para aquisição e entrega de rações para associações, ONGs e demais entidades destinadas ao cuidado de animais na cidade de Osasco.

Segundo MP, caso o Carrefour descumpra o acordo, pagará multa de R$ 1 mil por dia de atraso. Já o município será alvo de investigação por ato de improbidade administrativa na hipótese de não atender ao que foi estabelecido no termo. A fiscalização quanto à utilização e destinação do dinheiro ficará a cargo da Promotoria de Justiça. A prefeitura de Osasco confirmou os termos do acordo e lembrou ter dado o nome do cachorro ‘Manchinha’ ao Hospital Veterinário.

O Carrefour informou que o acordo será remetido ao Conselho Superior do Ministério Público para homologação, mas já implementa um “extenso plano de ação em prol da causa animal, estruturado com apoio de diversas ONGs e entidades, com ações em curso na cidade de Osasco e no país”.

O ‘Manchinha’ morreu no dia 28 de novembro, após ser agredido com uma barra de metal por um segurança terceirizado do Carrefour de Osasco. O animal vivia no estacionamento da loja e era alimentado pelos frequentadores. Vídeos registrando a agressão circularam em redes sociais, gerando revolta e mobilizando os defensores da causa animal. O Carrefour passou a ser alvo de protestos. Denunciado à Justiça pelo crime de abuso e maus tratos aos animais, o segurança admitiu a agressão, mas negou a intenção de matar o animal. O processo ainda tramita na Justiça.

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Goiás

Pesquisa com empresas campeãs em reclamações é divulgada pelo Procon Goiás

Empresas como Ponto Frio, Caixa Econômica e Vivo estão no cadastro com o maior número de reclamações.
15/03/2019, 20h45

Em comemoração ao Dia Mundial do Consumidor, o Procon Goiás divulgou na tarde desta sexta-feira (15/3) uma lista com as empresas campeãs no número de reclamações, em Goiás, durante o ano de 2018.

O Cadastro Estadual de Reclamações Fundamentadas de 2018, levantou o número das empresas que tiveram o maior número de processos instaurados durante o ano passado, como base nos dados registrados em Goiás pelo Procon Goiás.

A lista-negra como foi caracterizada pelo órgão de defesa do consumidor, mostra as empresas que tiveram o maior número de reclamações, que foram classificadas como atendidas e não atendidas no ano passado, e que pode ou não ter tido acordo entre os consumidores e fornecedores, ao constatar a quebra de normas do Código de Defesa do Consumidor (CDC).

Cadastro foi divulgado com o ranking das 200 empresas com o maior número de processos instaurados

O índice de resolubidade, ou seja, das questões que foram resolvidas, o total de audiências feitas, o ranking das empresas com maior número de reclamações por área,  os assuntos e problemas mais reclamados, os fornecedores que menos atendem e os que mais atendem os consumidores e por fim o ranking com as 200 empresas com o maior número de processos instaurados compõe o Cadastro.

Como o cadastro separa por áreas, o ranking começa pelas instituições financeiras que registraram o maior número de reclamações no ano passado. A primeira colocada nesse quesito foi a Caixa Econômica Federal, segunda pelo Banco Pan e logo atrás o Banco do Brasil.

Dos assuntos financeiros, a lista passa para o quesito produtos com o Ponto Frio e as Casas Bahia liderando o ranking, em seguida a Samsung e a Motorola Mobility completam os três primeiros colocados.

Serviços essenciais como internet e telefonia móvel também estão na lista negra, nessa categoria as campeãs de reclamações do ano passado foram: Oi (fixo, móvel e TV), Claro (NET, móvel e Embratel) e Vivo (GVT – Telecom Brasil). O cadastro permite ao Procon Goiás servem para melhorar as relações de consumo e fazer com que os fornecedores trabalhem para melhorar a qualidade os produtos e serviços oferecidos.

Via: Procon Goiás 
Imagens: Procon Goiás 

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Goiás

Chuva em Goiânia não deve dar trégua no fim de semana

Segundo dados de institutos especializados, deve cair água sobre Goiânia ainda durante todo o fim de semana.

Por Ton Paulo
16/03/2019, 09h22

A chuva em Goiânia que caiu na última sexta-feira (15/3) pegou a todos de surpresa pelo volume e intensidade. Mas quem pensou que a chuva só se limitou a ontem, engana-se. Segundo dados de institutos especializados, deve cair água sobre Goiânia ainda durante todo o fim de semana.

Conforme os dados divulgados pelo Sistema de Meteorologia e Hidrologia de Goiás (Simehgo), as pancadas de chuva devem continuar por todo o fim de semana em Goiânia, com mínima de 20ºC e máxima de 32ºC.

Já o Instituto Nacional de Meteorologia, o Inmet, também traz um quadro parecido. De acordo com a previsão do instituto, a mínima deve ser de 20ºC e máxima de 32ºC, e hoje à tarde o tempo deve ficar nublado com pancadas de chuva e trovoadas isoladas. Já à noite, o Inmet alerta para tempo nublado com chuva isolada.

Ainda conforme o Inmet, a possibilidade de chuva para amanhã (17/3) é menor, mas ela ainda existe. Com mínima de 23ºC e máxima de 31ºC, o dia amanhã em Goiânia deve ficar encoberto com sol entre nuvens e chuvisco.

Instituto de meteorologia divulgou dados sobre o “pé d’água” de ontem

A Defesa Civil divulgou nesta manhã números do Simehgo, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Inovação (Sedi), sobre o temporal que se abateu sobre Goiânia ontem, de acordo com cada região.

De acordo com o instituto, em algumas regiões, como região metropolitana, os ventos chegaram a 80 km/h. Confira abaixo:

Precipitações ocorridas no dia 15/03/2019:

Região Centro – Praça Cívica – Goiânia: 29,6mm – Rajadas de vento: 57,96 km/h

Região Noroeste – Aeródromo – Goiânia: 24,8mm – Rajadas de vento: 60,48 km/h

Região Leste – Autódromo- Goiânia: 0,0 mm – Rajadas de vento: 33,12 km/h

Região Norte – Goiânia 2- Goiânia: 8,2mm – Rajadas de vento: 47,88 km/h

Região Santa Genoveva – Goiânia: 1,8mm – Rajadas de vento: 41,04 km/h

Jardim Curitiba – Goiânia: 47,8mm

Parque Veiga Jardim – Aparecida de Goiânia: 30,0mm

Vera Cruz – Aparecida de Goiânia: 19,6mm

Residencial Solar Central Park – Aparecida de Goiânia: 12,4mm

Obs: A rajadas de ventos podem ter chegado a 80km/h.

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Goiás

Guarda civil de Aparecida de Goiânia baleado ao reagir a assalto passa por cirurgia e segue internado

Contudo, segundo o comandante da GCM de Aparecida de Goiânia, o quadro do agente é regular e não há motivo para preocupação.

Por Ton Paulo
16/03/2019, 10h47

O agente da Guarda Civil Municipal (GCM) de Aparecida de Goiânia que foi baleado na noite da última sexta-feira (15/3) ao reagir a um assalto, numa distribuidora do Setor dos Girassóis, segue internado no hospital em estado estável e está fora de perigo. Ele já foi submetido a uma cirurgia de emergência e passará por outra.

O caso aconteceu por volta das 22h de ontem (15/3), no Setor dos Girassóis, em Aparecida de Goiânia. De acordo com o Comandante Cândido, da GCM, o agente David Cardoso estava em seu momento de folga numa distribuidora com amigos, quando dois homens numa moto chegaram a deram voz de assalto.

O comandante levanta a hipótese de que os bandidos reconheceram David como guarda civil, uma vez que, conforme é possível ver nas imagens de câmeras, um deles vai direto para o GCM. É possível ver também o momento em que David reage e troca tiros com os bandidos.

Instantes depois de efetuar os disparos, David, como visto nas imagens, começa a andar com dificuldade e percebe que foi atingido na barriga. Segundo o Comandante Cândido, o agente da GCM foi alvejado no estômago, e o disparo acabou perfurando o intestino. Felizmente, segundo ele, o estado de David é regular. “Ele está sedado e respirando por aparelhos, mas felizmente está fora de perigo”.

O comandante informou ainda que David, que está internado no Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (Huapa), foi submetido a uma cirurgia de emergência, e em 72 horas passará por outra. Contudo, segundo ele, não há motivo para preocupação.

Câmeras de segurança flagraram o momento em que o guarda civil de Aparecida de Goiânia troca tiros com os bandidos e é baleado

As câmeras de segurança do local capturaram o momento exato em que o GCM troca tiros com os assaltantes. É possível ver, inclusive, o momento em que David cai no chão, visivelmente em dor extrema, após ser atingido no estômago.

A Guarda Civil de Aparecida de Goiânia divulgou uma nota onde lamenta o ocorrido e “deseja uma ótima recuperação ao GCM David Cardoso”.

O caso foi registrado na Polícia Civil (PC) que vai investigar a autoria do crime. Até o momento, ninguém foi preso.

Veja o vídeo do momento do crime:

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Mundo

Nova Zelândia: australiano é acusado formalmente por homicídio após disparos

Enquanto isso, os neozelandeses prestaram solidariedade aos muçulmanos em todo o país neste sábado.
16/03/2019, 11h17

O australiano Brenton Tarrant, preso após disparos que mataram ao menos 49 pessoas em duas mesquitas na Nova Zelândia, compareceu a um tribunal neozelandês e foi formalmente acusado de assassinato. Enquanto isso, os neozelandeses prestaram solidariedade aos muçulmanos em todo o país neste sábado.

Dois guardas armados levaram Tarrant à corte. Ele não demonstrou nenhuma expressão quando o juiz do Tribunal Distrital Paul Kellar leu a acusação de assassinato para ele. A aparição no tribunal durou apenas um minuto, e ele foi levado de volta algemado. Tarran foi ordenado a voltar ao tribunal novamente em 5 de abril. Depois que ele saiu do local, o juiz disse que, embora “uma acusação de assassinato tenha sido trazida no momento, é razoável supor que haverá outras”.

O atirador publicou um manifesto de 74 páginas no Facebook no qual ele se identificou como Tarrant e disse que ele era um australiano de 28 anos de idade e supremacista branco que queria vingar ataques na Europa perpetrados por muçulmanos.

Neste sábado, neozelandeses acenderam velas e colocaram flores em memoriais improvisados na cidade de Christchurch. Alguns enlutados abraçaram seus vizinhos, enquanto outros permaneceram em silêncio em locais no centro da cidade, não muito longe das duas mesquitas onde ocorreram os disparos.

A primeira-ministra Jacinda Ardern disse que o atirador, um nativo australiano, escolheu atacar na Nova Zelândia “porque nós representamos diversidade, bondade, compaixão”.

Neozelandeses ofereceram carona ou companhia para caminhar aos seus vizinhos muçulmanos que não se sentissem seguros. “O amor sempre vence o ódio. Muito amor para nossos irmãos muçulmanos”, dizia um cartão escrito à mão em uma parede com flores em uma parte histórica da cidade.

Ainda assim, os muçulmanos foram aconselhados a ficar longe das mesquitas, enquanto o alerta de segurança do país permanecia no segundo nível mais alto um dia após os ataques. Trinta e nove sobreviventes permaneciam hospitalizados no sábado, com 11 gravemente feridos. As atualizações demoravam a chegar, e muitas famílias ainda aguardavam para saber se seus entes queridos estavam entre as vítimas.

O presidente dos EUA, Donald Trump, minimizou qualquer ameaça representada pelo nacionalismo branco racista depois que o atirador acusado do massacre da mesquita da Nova Zelândia chamou o presidente de “um símbolo de identidade branca renovada”. Trump expressou simpatia pelas vítimas que morreram em “locais de culto transformados em cenas de um assassinato brutal”.

Mas ele se recusou a se juntar às expressões de crescente preocupação com o nacionalismo branco. Questionado se pensava que era uma ameaça crescente no mundo, ele respondeu que não. “Eu acho que é um pequeno grupo de pessoas que tem problemas muito, muito sérios, eu acho”, disse Trump. “Se você olhar o que aconteceu na Nova Zelândia, talvez seja o caso. Eu não sei o suficiente sobre isso ainda. Mas é certamente uma coisa terrível.” Questionado sobre a referência do atirador a ele, Trump professou ignorância. “Eu não vi isso”, afirmou. “Mas eu acho que é um evento horrível … uma coisa horrível, vergonhosa e um ato horrível.” Fonte: Associated Press.

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