Goiás

Cálculo para reajuste da passagem no transporte coletivo de Goiânia é aprovado pela AGR

Dependendo do reajuste aprovado pela CDTC, a passagem pode custar entre R$ 4,25 ou R$ 4,30.
18/03/2019, 15h06

Os cálculos de reajuste da tarifa da passagem para o transporte coletivo de Goiânia e região metropolitana foram aprovados na manhã desta segunda-feira (18/3) após uma reunião do Conselho Regulador da Agência Goiana de Regulação, Controle e Fiscalização dos Serviços Públicos (AGR).

Com os cálculos da Companhia Metropolitana do Transporte Coletivo (CMTC) aprovados pela AGR, o reajuste vai passar por análise em uma reunião da Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC). A Câmara além de aprovar ou não o reajuste que pode variar entre R$ 0,25 e R$ 0,30, vai determinar o valor do aumento e a partir de quando o novo valor vai passar a vigorar.

O presidente da CDTC e prefeito de Trindade Jânio Darrot (PSDB), afirmou em entrevista a uma rádio local, que vai se reunir o mais rápido possível com os prefeitos de Goiânia, Iris Rezende (MDB), de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha (MDB) e de Senador Canedo, Divino Lemes (PSD) para discutir uma melhor ação para o transporte coletivo.

Dependendo do reajuste aprovado pela CDTC, a passagem pode custar entre R$ 4,25 ou R$ 4,30

A informação sobre a reunião com os outros prefeitos foi repassada pelo presidente da CDTC, após ele ser informado que a AGR aprovou os cálculos da CMTC, que pode variar entre 7,2% e 7,5% o que pode aumentar a passagem para R$ 4,25 ou R$ 4,30, de acordo com o índice aprovado pela CDTC.

Na entrevista, Darrot afirmou que após o resultado da reunião as planilhas de cálculos do reajuste são devolvidas à CMTC e a Companhia envia em seguida para a CDTC que convoca a reunião para determinar o aumento da tarifa da passagem do transporte coletivo.

Enquanto as planilhas são remetidas de volta à CMTC, o presidente da CDTC quer aproveitar o tempo para discutir com os colegas das outras cidades uma ação conjunta para discutir a gestão do sistema.

Vale lembrar que no fim do mês passado o prefeito de Trindade afirmou que não iria marcar a reunião para discutir o reajuste, caso não houvesse uma reestruturação no modelo do transporte coletivo de Goiânia e da região metropolitana da capital.

Via: Sagres Online 

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Goiás

Sicoob Juriscredcelg realiza AGO e encerra campanha integralização premiada de aniversário

Dentre as pautas da reunião estavam a apresentação do balanço e resultados para aprovação pelos cooperados presentes.
18/03/2019, 15h11

O Sicoob Juriscredcelg realizou nesta sexta-feira (15/3), no auditório da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás – ASMEGO, a Assembleia Geral Ordinária (AGO) referente ao exercício de 2018. Dentre as pautas da reunião estavam a apresentação do balanço e resultados para aprovação pelos cooperados presentes.

O presidente destacou que a cooperativa gerou R$ 6.156.000,00 em sobras do exercício. “Aumentamos em muito os nossos negócios e a participação dos associados na cooperativa. Esses são elementos positivos e essenciais para o nosso crescimento coletivo”, enfatizou Dr. Domingos Portilho.

No encerramento, foi realizado um Coquetel com os últimos sorteios da campanha de capitalização “de Aniversário”. Foram sorteados 1 moto Yamaha Fazer 250 2019 0k, 1 Veiculo Onix 1.4 zero Km e um veículo Honda Civic Sport Zero Km. A campanha teve início no dia 01 de Julho de 2018 e encerramento na sexta-feira, com um montante de 4.481 de bilhetes emitidos, gerando um valor de mais de R$ 2 milhões em cota capital integralizadas. A integralização premiada é um programa voltado aos associados da cooperativa, podendo participar tanto pessoas físicas quanto jurídicas.

Diárias em resort também foram sorteadas no Coquetel da Sicoob Juriscredcelg

Segundo o presidente do Sicoob Juriscredcelg, Domingos Portilho da Cunha, a campanha foi um sucesso e representou a confiança que os associados possuem na cooperativa. “Além do associado contribuir para o crescimento da instituição, pois os valores integralizados em cota capital fortalecem e geram recursos para a cooperativa, ele recebe a remuneração sobre o seu capital ao final de cada ano”, explicou Domingos.

Na oportunidade, foram sorteados vários prêmios aos associados presentes no Coquetel, sendo Smartphones, Home Theaters e SmartTvs. Também foram sorteadas 02 cortesias aos presentes pelo cooperado Ecologic Ville Resort que dará acesso ao Resort com direito a acompanhante.

Veja o vídeo com momentos do evento:

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Goiás

Ação do MPGO determina prazo de um ano para que governo assuma presídio de Cavalcante

Em caso de descumprimento da medida, foi estabelecida uma multa diária no valor de R$ 3 mil, em um prazo de 90 dias.
18/03/2019, 15h24

Em 2011 o Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) entrou com uma ação para que o governo de Goiás assuma a responsabilidade sobre o presídio de Cavalcante. O pedido do MPGO foi julgado parcialmente procedente, e o juiz Rodrigo Foureaux Soares, determinou que o Estado tem o prazo de um ano para que a administração, gestão e execução dos trabalho no presídio do município seja feita por agentes penitenciários.

A decisão do magistrado estabeleceu que nesse período o Estado assuma toda responsabilidade sobre a unidade prisional, não só pela gestão mas também pela questão financeira. Em caso de descumprimento da medida, foi estabelecida uma multa diária no valor de R$ 3 mil, que deve ser paga pelo gestor responsável por cumprir a ordem, nesse caso o governador Ronaldo Caiado (DEM), com um prazo de 90 dias.

Conforme o MPGO, caso o prazo de 90 dias seja descumprido, o Presidente do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) vai ser informado e vai encaminhar a demanda ao Supremo Tribunal Federal (STF), com um pedido de intervenção federal, segundo estabelecido na Constituição Federal.

MPGO afirma que durante o banho de sol dos presos não tinha patrulhamento na unidade

O órgão lembra que a unidade prisional de Cavalcante é administrada pela Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), mas deveria ser administrada pela extinta agência, o que causa transtorno. A ação foi proposta pela promotora de Justiça  Úrsula Catarina Fernandes Pinto, pois a PM tinha um efetivo de 11 policiais que trabalhavam em rodízio, com três nas escalas, dois nos serviço de rádio patrulha e um no plantão do presídio.

Segundo o MPGO, o policial no plantão da unidade prisional, tinha as funções de carcereiro, telefonista, operador do Copom, recepcionista, além de outras atividades administrativas. Quando a ação foi proposta, o presídio do município contava com 12 presos, mas sem nenhuma vigilância eletrônica nas instalações. O MPGO afirmou também que durante o banho de sol, não existe patrulhamento.

Via: MPGO 

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Política

Caiado vai levar ex-governadores de Goiás à Justiça

Segundo Caiado, a ação deve ser tomada em decorrência "de todos os fatos levantados" pela equipe do governo até o presente momento.

Por Ton Paulo
18/03/2019, 15h52

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), disse em recente entrevista a um jornal local que vai acionar a Justiça para as gestões anteriores do Estado. Segundo Caiado, a ação deve ser tomada em decorrência “de todos os fatos levantados” pela equipe do governo até o presente momento.

Conforme o governador, tomando como base conta as auditorias e revisões dos atos das gestões anteriores, uma denúncia será formulada para o Ministério Público. “Lógico que vai fazer [acionar a Justiça para as gestões anteriores]. A peça não foi ainda definida, porque a cada dia é um problema. Mas isso será encaminhado, sem dúvida alguma, ao Ministério Público e também com denúncias ao Poder Judiciário”, contou na entrevista.

Caiado não cita especificamente os nomes dos ex-governadores Zé Eliton e Marconi Perillo, ambos do PSDB, mas levando em conta as inúmeras críticas de Caiado aos tucanos desde que o democrata foi eleito em primeiro turno, tudo leva a crer que os dois é que serão alvos do processo por parte do Estado.

Procurada pela reportagem do Dia Online, a assessoria de Ronaldo Caiado não soube dar mais detalhes sobre o processo que o governador pretende mover contra as últimas gestões do Estado.

Troca de acusações entre Caiado e o ex-governador se arrasta desde o início do ano

Em janeiro deste ano, em meio a uma crise fiscal sem precedentes em Goiás, Ronaldo Caiado, Zé Eliton e Marconi Perillo protagonizaram um ciclo de contradições e desentendimentos em praça pública para não assumir a culpa pelo visível estado de quase falência do Estado. Após pronunciamento de Zé Eliton e nota divulgada por Perillo, Caiado publicou nota em que chega a dizer, inclusive, que Zé Eliton aplicou “o calote nas famílias goianas que precisam do salário para custear suas mais elementares despesas”, e que o governo tucano lançou “mão de manobras e artifícios financeiros”, que instalaram a crise em Goiás

A crise se instalou nos mais diversos setores da sociedade goiana, indo de OSs gestoras de hospitais com repasse atrasado até o funcionalismo público sem pagamento de salário. Como justificativa para a preocupante situação, Caiado, desde que foi eleito, vem afirmando que pegou o Estado quase falido, e que Zé Eliton “deu o calote” nos servidores goianos, ao não empenhar a folha de dezembro.

Caiado disse, ainda na época, que o tucano que o antecedeu deixou R$ 11 milhões em caixa para uma dívida de R$ 3,4 bilhões de reais, o que estaria dificultando a quitação regular da folha dos servidores. Em resposta às declarações de Caiado, Zé Eliton se pronunciou na ocasião por meio de uma nota, onde disse que “não havia impedimento legal ou orçamentário para efetuar do mês [janeiro] o pagamento da folha de dezembro”, e que o não pagamento seria “apenas uma questão de prioridades da nova administração”.

Via: O Popular 

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Goiás

Pai pede ajuda para sepultar o corpo do filho de apenas cinco meses, em Goiânia

O coraçãozinho de Heitor parou de bater na manhã desta segunda-feira. Saiba como ajudar na reportagem.
18/03/2019, 15h55

Pai de quatro filhos, o pintor Haroldo Cavalcante Gonçalves, de 32 anos, jamais imaginou que receberia a notícia da morte do caçula, de 5 meses, após internação, em Goiânia. E pior, sem ter condições financeiras para dar ao filho uma despedida digna.

O menino Heitor Pereira Gonçalves estava internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Materno Infantil (HMI) quando o coraçãozinho dele parou de bater no início da manhã desta segunda-feira (18/3).

“Deu uma parada cardiorrespiratória”, conta o pai, com voz baixa, à espera de ajuda para conseguir comprar um caixãozinho branco para o bebê.

Mesmo com batimentos fracos, Heitor era uma inspiração para a família. Esperto, observava tudo, sobretudo os três irmãos mais velhos correndo pela casa. E se estremecia todo quando um deles acariciava as mãos e os pés.

Desde que a criança apresentou respiração fraca e teve diagnóstico grave, o pai deixou rolos e latas de tintas para acompanhar o filho por hospitais. “Meu filho explodia saúde. Era nossa felicidade”, conta assim que lembra que os irmãozinhos de 9, 7 e 6 anos choram ao lembrar que Heitor não vai mais voltar com vida para a casa simples no Jardim Bela Vista, na capital.

Em um dos cômodos da casa, a mãe do bebê, Eliana Pereira Silva, de 26 anos, está inconsolável. A rotina de correria e risadas na residência agora é de um silêncio carregada pela saudade.

Antes do nascimento, Haroldo e Eliana esperavam uma criança saudável. Quando nasceu, no entanto, uma surpresa: Heitor foi diagnosticado com a Síndrome de Down. “Mas ele tinha muita saúde”, diz o pai.

Por causa disso, ele passou os últimos cinco meses sendo tratado com muita atenção. O pai, que não via a hora de voltar para casa após um dia trabalho para brincar com o filho, nesta segunda-feira apenas aguarda ajuda para conseguir agilizar o sepultamento de Heitor.

Para ajudar com doações, basta ligar: (62) 98485-1194.

Em vídeo, bebê sorri ao brincar com irmão antes de morrer em hospital de Goiânia

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