Mundo

Neozelandeses entregam voluntariamente suas armas após massacre

Na última sexta-feira (15/3), cinquenta pessoas foram mortas quando Brenton Tarrant, nascido na Austrália, abriu fogo indiscriminadamente contra duas mesquitas na cidade neozelandesa.
19/03/2019, 09h40

Muitos donos de armas na Nova Zelândia estão entregando seus armamentos após o ataque a tiros de sexta-feira (15) em Christchurch.

Cinquenta pessoas foram mortas quando Brenton Tarrant, nascido na Austrália, abriu fogo indiscriminadamente contra duas mesquitas na cidade neozelandesa.

Tarrant foi preso e acusado de homicídio. Durante o ataque, ele portava cinco armas legalmente registradas.

O governo da Nova Zelândia iniciou um processo para alterar a lei de controle de armas do país em meio aos crescentes pedidos da população por um controle mais rigoroso.

Muitos neozelandeses, chocados com o massacre, estão entregando voluntariamente suas armas à polícia.

Desde ontem, a polícia tem pedido que a população entre em contato com a delegacia mais próxima e se informe sobre como transportar suas armas com segurança.

Estima-se que existam 1,1 milhão de armas de fogo no país, uma proporção de uma arma para cada quatro habitantes, incluindo armamentos para caça.

*Com informações da NHK (emissora pública de televisão do Japão)

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Goiás

Jovem apreendido em Pontalina (GO) também pretendia usar arco e flecha em massacre

O artefato de origem medieval que seria usado no massacre, um arco e flechas, chamou a atenção da polícia.

Por Ton Paulo
19/03/2019, 10h05

O adolescente de 17 anos que planejava realizar um massacre na escola onde estuda, no município de Pontalina, a 140 quilômetros de Goiânia, e que foi apreendido na última segunda-feira (18/3) pela Polícia Civil, pretendia usar também um arco e flechas, assim como na escola de Suzano, São Paulo, além de arma de fogo.

Foi expedido um mandado de busca e apreensão pela juíza da Vara da Infância e Juventude da comarca da cidade e foram encontrados na residência do garoto uma capa, uma máscara, desenhos, um coturno e um arco e flechas. O jovem havia até convidado um outro estudante para participar do plano. Entretanto, esse mesmo colega contou aos pais do jovem sobre suas intenções.

O artefato de origem medieval que seria usado no massacre, um arco e flechas, chamou a atenção da polícia. O objeto da mesma espécie estava em posse, também, dos dois jovens que executaram o massacre na escola de Suzano, em São Paulo, que também tinham uma besta (espécie de arco e flecha horizontal), uma machadinha e armas de fogo.

O Mercado Livre, site pelo qual esses artefatos costumam ser adquiridos, chegou a se manifestar por meio de nota e disse que “os equipamentos mencionados são amplamente utilizados em atividades legítimas como, por exemplo, para a prática de esportes (arco e flecha), cutelaria (machadinha) e marcenaria (machado)”, e que “repudia o uso ilícito desses equipamentos”.

O caso do jovem apreendido em Pontalina

Conforme publicado por um jornal local, o adolescente ateria afirmado que não tinha medo  da reprovação social ou do remorso, se referindo aos planos de fazer um massacre na escola onde estuda, pois se mataria logo após o atentado. Durante a oitiva, ele também contou que gostaria de repetir o feito do massacre da mesquita na Nova Zelândia, ocorrido na última sexta-feira (15/3), por conta do alto número de vítimas.

O jovem responderá a Auto de Investigação de Ato Infracional por apologia a crime e atos preparatórios de terrorismo. Ele foi encaminhado para audiência de apresentação, que ocorreu na Fórum da Comarca de Pontalina, e em seguida recolhido em cela da Delegacia de Apuração a Atos Infracionais de Caldas Novas-GO, onde permanecerá internado provisoriamente, à disposição do Poder Judiciário.

Via: O Hoje 

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Política

Aprovado ponto biométrico para vereadores de Goiânia em sessões plenárias

Faltas serão abonadas somente por motivo de doença, luto em família, gala, licença gestante ou paternidade, e desempenho de missões oficiais da Câmara.
19/03/2019, 11h15

Foi aprovado por unanimidade, nesta terça-feira (19/3), na Comissão Mista, o ponto biométrico para os vereadores de Goiânia nas sessões no plenário. Conforme projeto, o registro de presença deverá ser feito três vezes durante a sessão: no início do Expediente às 9h, com tolerância de 15 minutos; às 11h quando começar a Ordem do Dia e às 12h quanto terminar a deliberação.

De autoria do vereador Paulo Magalhães (PSD), a matéria de resolução (2019/8) justifica que faltas serão abonadas somente por motivo justo, sendo eles: doença, luto em família, gala, licença gestante ou paternidade e por fim, desempenho de missões oficiais da Câmara. Cada parlamentar terá direito a três falta por mês além dessa lista, desde que justificadas e no desempenho de atribuições legislativas.

Penalidades para vereadores que não registrarem ponto biométrico

Se adotada, o Regimento também será alterado em relação à remuneração dos parlamentares, uma vez que as faltas podem ocasionar descontos. Caso o vereador deixe de registrar a presença, será considerada a falta, o que pode gerar desconto de 1/20 por falta no subsídio mensal.

O autor reforça que várias capitais e cidades brasileiras já adotaram a proposta, como São Paulo, Curitiba e Palmas, entre outras. “A adoção dessa medida será um fato histórico que vem ao encontro do que espera a sociedade. Já estamos debatendo este tema, desde 2013 e uma das dúvidas geradas, que era a constitucionalidade do corte da remuneração, já foi solucionada. De acordo com entendimento do Tribunal de Contas, o vereador deve perder a remuneração correspondente às sessões das quais se ausentar ou até mesmo perder o mandato, caso alcance o número de faltas estabelecido como limite pela Constituição Federal”, afirma Paulo Magalhães.

A implementação do ponto biométrico é aumentar a transparência na Câmara Municipal de Goiânia. O projeto, que foi inicialmente apresentado em 2014, segue agora para análise e votação em plenário.

Imagens: Portal Centro-Oeste 

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Esportes

Brasil quer sediar Copa do Mundo de futebol feminino em 2023

Próxima competição será realizada neste ano na França.
19/03/2019, 11h31

O Brasil foi um dos dez países que expressaram interesse em sediar a Copa do Mundo feminina da Fifa (Federação Internacional de Futebol) em 2023. Além do país, também estão interessados em receber a competição três sul-americanos (Argentina, Bolívia e Colômbia).

As Coreias do Sul e do Norte informaram à Fifa que pretendem concorrer com uma candidatura conjunta. Além deles, formalizaram interesse em concorrer o Japão, a Austrália, a Nova Zelândia e África do Sul.

Segundo a Fifa, esse é o maior número de países a formalizar interesse em sediar uma Copa do Mundo feminina desde a primeira edição do evento, em 1991.

As confederações nacionais terão agora que registrar suas candidaturas até 16 de abril deste ano. O anúncio do país-sede deve ser feito em março do ano que vem. Entre os possíveis candidatos, nenhum sediou uma Copa do Mundo feminina.

A próxima competição será realizada de 7 de junho a 7 de julho deste ano, na França. O Brasil está no grupo C do campeonato, junto com Austrália, Itália e Jamaica. A seleção brasileira estreia no dia 9 de junho contra a Jamaica.

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Saúde

Unidades de saúde têm "blitz do idoso" para fiscalizar situação do atendimento, em Goiânia

A "blitz do idoso" será realizada pelo vereador e presidente da Comissão dos Direitos do Idoso na Câmara Municipal de Goiânia, Paulo Magalhães (PSD).

Por Ton Paulo
19/03/2019, 11h50

As unidades de saúde de Goiânia serão alvo de “blitz” na tarde desta terça-feira (19/3), que terá como objetivo fiscalizar a situação do atendimento prestado à pessoa idosa. A “blitz do idoso” será realizada pelo vereador e presidente da Comissão dos Direitos do Idoso na Câmara Municipal de Goiânia, Paulo Magalhães (PSD), juntamente com outras autoridades.

De acordo com a assessoria do vereador, a comitiva da “blitz” irá se encontrar às 14h30 de hoje, na Câmara Municipal de Goiânia, e de lá seguirá para as unidades de saúde da capital.

Ainda conforme a assessoria de Paulo Magalhães, vão participar da visita o promotor Vagner Gerson Garcia, titular da 30° Promotoria de Justiça de Goiânia Especializada na Defesa dos Direitos do Idoso; a delegada Ana Lívia Batista Alves de Paiva, titular da Delegacia Especializada em Atendimento ao Idoso (DEAI); Sara Mendes, presidente da Comissão Sênior da OAB-GO; Fernanda da Silva Rodrigues, coordenadora do Núcleo de Direitos Humanos da Defensoria Pública do Estado; e representante do Conselho Municipal do Idoso.

De acordo com o vereador, o objetivo da ação é fiscalizar os hospitais e locais de longa permanência de idosos, como instituições de assistência e casas de apoio. “Queremos saber como nossos idosos estão sendo tratados, se encontram em situação de maus-tratos ou violência psicológica e se falta de assistência e amparo médico e familiar. Por isso, vamos realizar essa patrulha juntamente com os demais órgãos competentes, destacou Paulo Magalhães.

Além da “blitz do idoso”, vereador Paulo Magalhães aprovou projeto de Lei nesta terça-feira

Ainda nesta terça-feira (19/3), foi aprovado por unanimidade na Comissão Mista, o ponto biométrico para os vereadores de Goiânia nas sessões no plenário. Conforme projeto, o registro de presença deverá ser feito três vezes durante a sessão: no início do Expediente às 9h, com tolerância de 15 minutos; às 11h quando começar a Ordem do Dia e às 12h quanto terminar a deliberação.

De autoria do vereador Paulo Magalhães, a matéria de resolução (2019/8) justifica que faltas serão abonadas somente por motivo justo, sendo eles: doença, luto em família, gala, licença gestante ou paternidade e por fim, desempenho de missões oficiais da Câmara. Cada parlamentar terá direito a três falta por mês além dessa lista, desde que justificadas e no desempenho de atribuições legislativas.

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