Entretenimento

Livros em Goiânia: conheça lugares com precinhos acessíveis

Livros literários, didáticos, LPs e artigos raros por precinhos bem acessíveis!
20/03/2019, 15h01

Nada melhor que se aventurar em diferentes universos sem nem mesmo sair do lugar, não acha? Esse é o benefício da leitura, pelo menos quando falamos de livros literários. E se você é mais um apaixonado por livros em Goiânia, algumas livrarias e sebos da capital podem te ajudar a manter esse hábito por um preço bastante acessível.

Assim, você pode encontrar seus títulos preferidos, não apenas literários mas também didáticos, que acabam saindo a precinhos bem mais em conta do que o normal. É possível encontrar versões novas ou usadas, mas sempre em bom estado de conservação. Ah, e vale lembrar ainda que seu livro usado pode valer na compra de outro! Confira!

Melhores lugares para encontrar livros em Goiânia:

1 – Armazém do Livro

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

O Armazém do Livro é, sem dúvida, um dos melhores lugares para quem pretende comprar, vender ou trocar livros em Goiânia. Com três unidades na capital, a livraria tem a missão de facilitar o acesso a livros novos e usados, sendo que os clientes podem ainda encontrar títulos raros e até mesmo considerados esgotados.

Além disso, ainda vale considerar que é possível encontrar LPs, CDs e DVDs na loja do Centro. Já na loja do Setor Nova Suíça é possível encontrar artigos de papelaria. Para conferir mais detalhes, basta clicar aqui!

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h / sábado, das 8h às 13h

Telefones: 

  • (62) 3093-5030
  • (62) 3224-6941
  • (62) 3212-8761

 Endereços: 

  • Quadra 146, lote 3, Av. T-63, 679 – St. Bueno, Goiânia – GO, 74230-105
  • Avenida C-255, 195 – Loja 1 – St. Nova Suica, Goiânia – GO, 74280-370
  • Av. Goiás, 929 – St. Central, Goiânia – GO, 74005-010

2 – Páginas Antigas

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

Para quem busca por livros em Goiânia, esta é uma das opções mais tradicionais. Há mais de 29 anos no mercado, a livraria se destaca por oferecer um grande acervo de livros didáticos, literários, novos e usados, sem falar que ainda é possível encontrar títulos técnicos-universitários e muito mais.

Ainda há um espacinho reservado para os colecionadores. Isso porque a loja oferece uma seção especial de discos de vinil, CDs e DVDs usados, raros ou esgotados. Uma facilidade é que seu livro usado pode ser utilizado como parte do pagamento na compra de novos, desde que esteja em versão atualizada. Confira o acervo clicando aqui!

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h10 / sábado, das 8h às 13h30

Telefone: (62) 3223-5803

 Endereço: Rua 4, 870 – Esquina com Rua 9 – St. Central, Goiânia – GO, 74025-020

3 – Bazar do Livro

Livros em Goiânia: conheça lugares com precinhos acessíveis
Foto: Reprodução

Aqui os clientes sempre encontram títulos variados, em opções novas ou usadas. É possível comprar, vender ou trocar, sendo que o local costuma facilitar as negociações. Destaque também para os preços que costumam ser bem acessíveis e considerados por muitos como uma das melhores opções da cidade.

Telefone: (62) 3223-3939

 Endereço: Rua 4, 1035 – St. Central, Goiânia – GO, 74200-600

4 – Universo do Livro

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

Há mais de 15 anos no mercado, também é uma boa alternativa para encontrar livros em Goiânia com preços mais baixos. A loja trabalha com compra, venda e troca de livros novos e usados, também facilitando as negociações para que ninguém saia perdendo.

O espaço é bastante acolhedor e é possível contar com excelente atendimento, já que a equipe está sempre pronta para ajudar na hora de encontrar o título procurado. Com acervo amplo, é possível encontrar desde livros didáticos até literários, sem falar que ainda conta com apostilas específicas para provas da OAB e concursos. Clique aqui e saiba mais detalhes! Vale lembrar que ainda é possível contar com serviço de papelaria!

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h / sábado, das 8h às 13h

Telefone: (62) 3224-8585

 Endereço: Rua 3, 657 – St. Central, Goiânia – GO, 74030-071

5 – Amigos do Livro

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

Considerada como uma das melhores opções do Setor Bueno, a livraria também é especializada nos serviços de compra, venda e troca de livros em Goiânia, sejam eles novos ou usados. Com bom atendimento e um acervo razoável, é possível encontrar obras em bom estado de conservação e em versões atualizadas.

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h / sábado, das 8h às 13h

Telefone: (62) 3093-5132

 Endereço: Av. T-63, 737 – St. Bueno, Goiânia – GO, 74230-105

6 – Feirão do Livro

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

Aqui é possível encontrar uma boa opção para compra, venda ou troca de livros. Com preços que cabem no bolso, é possível encontrar boa margem para negociações. Ainda vale destacar o atendimento da loja, que costuma ser bastante cordial e atencioso. Os livros, mesmo que usados, se encontram em excelente estado de conservação.

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h

Telefone: (62) 3223-1040

 Endereço: Rua 4, 1077 – St. Central, Goiânia – GO, 74015-175

7 – Portal dos Livros

Livros em Goiânia: conheça lugares com precinhos acessíveis
Foto: Reprodução

A livraria Portal dos Livros já tem mais de 10 anos de história em Goiânia, sendo uma das principais referências na região central da cidade. Por ali, é sempre possível encontrar títulos de qualidade e bem conservados, mesmo em suas versões usadas. O acervo é variado e se encontram desde os livros literários até títulos didáticos e e universitários.

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 9h às 17h / sábado, das 9h às 12h

Telefone: (62) 3086-6585

 Endereço: Rua 4, 1053 – St. Central, Goiânia – GO, 74015-175

8 – Livraria Didática

Livros em Goiânia: conheça lugares com precinhos acessíveis
Foto: Reprodução

A Didática está presente no mercado goianiense desde 1975, considerada como uma das mais tradicionais livrarias da cidade. Por ali se encontra um acervo completo, incluindo quase 11 mil títulos registrados, que passam por todos os gêneros literários e ainda contempla livros didáticos. Para os colecionadores, também é possível encontrar discos.

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h / sábado, das 8h às 13h

Telefone: (62) 3224-4014

 Endereço: Rua 4, 789 – Centro, Goiânia – GO, 74620-140

9 – Animus Livraria

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

E é justamente na Vila Santa Helena que se encontra um espacinho bastante acolhedor para quem busca por livros em Goiânia. Com um acervo bastante razoável, é possível encontrar títulos novos e usados, com bom estado de conservação. É o lugar certo para quem pretende encontrar o livro que está procurando e ainda pagar pouco!

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 19h / sábado, das 8h às 13h

Telefone: (62) 3877-0087

 Endereço: Rua 20 Qd. 51 Lt. 07 – Vila Santa Helena, Goiânia – GO, 74555-325

10 – Livraria Opção Cultural

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

Há mais de 20 anos no mercado, esta é uma das melhores opções culturais que se pode encontrar na cidade. É o espacinho ideal para quem está em busca de título raros de livros em Goiânia. Especializado na compra e venda de livros, ainda trabalha com discos de vinil e outros artigos raros. Vale muito a pena conhecer!

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h / sábado, das 8h às 13h

Telefone: (62) 3223-5713

 Endereço: Av. Goiás, 759 – Centro, Goiânia – GO, 74015-200

11 – Primus Livraria

Livros em Goiânia
Foto: Reprodução

Localizada no Setor Nova Suíça, a livraria conta com um excelente acervo de livros com títulos para todos os gostos e necessidades. Também trabalham com compra, venda e troca de novos e usados, oferecendo ainda serviços de papelaria. Vale a pena conhecer!

Horário de atendimento: segunda a sexta, das 8h às 18h30 / sábado, das 8h às 13h

Telefone: (62) 3225-7859

 Endereço: Praça Nova Suíça, 127 Qd. 586, Lt. 01 – St – Nova Suíça, Goiânia – GO, 74280-370

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Goiás

Seis mães falam sobre a dor de perder um filho e a terrível superação

Conheça seis histórias que deixam qualquer pessoa com uma pergunta dolorosa: como essas mães conseguem superar?
20/03/2019, 15h53

Glauciane, Graziela, Adriana, Gislaine, Luciana e Patrícia têm uma certeza em comum: não tem como superar a dor de perder um filho.

Nenhuma delas consegue esquecer o enjoo da gravidez, a barriga crescendo, o corpo inchando. E algo por dentro chutando. E as dores do parto, então, estão marcadas pela memória ou por cortes na barriga.

Elas aguardaram nove meses para se deitarem em macas de maternidades e sentirem as contrações que antecederam o nascimento. Lembram-se das dores e dos gritos. Do chorinho do bebê. Os seios cheios, os dedinhos, os olhos, a boca.

Tudo lhes vêm à cabeça quando relembram a biografia de filhos que terminaram deixados em cemitérios. Os bebês que engatinhavam pela casa, que mastigavam chupetas, que aprendiam a andar encostando nos móveis. Tudo para estas seis mãe é memória.

A dor de perder um filho

A menina de unhas pintadas

E foi num 19 de fevereiro que Glauciane Pires Silva deu à luz a Ana Clara. Ela não sabia, mas 7 anos depois, em 2017, a menina passaria o aniversário desaparecida.

Três dias adiante, Glauciane sentiu uma coisa que percorreu todo o corpo que nenhuma palavra define: como se algo rasgasse a carne. Recebia a notícia de um delegado de que o corpo da menina Ana Clara foi encontrado abandonado em uma mata. Tinha sido brutalmente assassinada. O corpo da sua bebezinha tinha sido violado e queimado.

“A dor é insuportável. O vazio é grande. Eu sofro demais quando acordo e lembro que não tenho mais a minha filha”, lamenta Glauciane, com o choro entalado.

Aos 25 anos, vive na mesma casa em que Ana Clara saiu para ir à vizinha quando não voltou mais. Nem para o velório.

A repercussão do desaparecimento e morte de Ana Clara foi tão grande que o corpo foi velado na escola em que a menina corria, de unhas pintadas e batom nos lábios, com as amiguinhas. Homenageada, aplaudida, recebeu cartinhas. Em uma delas, uma coleguinha desenhou uma borboletinha.

Para Glauciane, Ana Clara voou.

O menino vendedor de bombons 

Rafael, de 11 anos, voltava para casa com o irmão de 15 quando foi atropelado por um carro antes de chegar do outro lado de uma das avenidas mais movimentadas de Anápolis em novembro de 2018.

Ao lado do corpo, a vasilha de plástico que a mãe, Graziela Ribeiro Barbosa, de 33 anos, preenchia com bombons. Chocolate, sangue e o grito do irmão misturados na Avenida Brasil.

Rafael queria ajudar nas finanças de casa e levou a ideia meses antes. “Mamãe, vamos fazer bombom para eu vender. Quero te ajudar.”

“Meu filho queria ser juiz. Falava muito em me ajudar, arrumar nossa casa.” Rafael, como lembraram professores no velório, era nota 10. “Um sonhador”, lembra Graziela, entre soluços, uma vez ao mês para a psicóloga que o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece para ela tentar seguir vivendo.

“Tenho outros filhos. Preciso criar cada um deles”, diz. O irmão que brincou minutos antes com Rafael, viu ele sendo atropelado e a tentativa inútil de salvá-lo, nunca comentou a morte. Nem a vida. Mas às vezes é visto encarando a foto de Rafael na parede de casa.

Para os quatro irmãos e aos pais de Rafael, sobrou o sorriso de um sonhador emoldurado para sempre em um quadro.

“Queria estar enterrada com meu filho”

Luciana Pereira Lopes não desiste de cobrar que o Estado responda por que deixaram seu filho morrer queimado vivo.

Quando conversou comigo dois meses depois de enterrar Lucas Rangel Lopes, de 17 anos, Luciana me disse que o filho não tinha pé. “Todo queimadinho.

Lucas cumpria medida socioeducativo no Centro de Internação Provisória (CIP), instalado dentro do 7° Batalhão, em Goiânia, quando dois jovens colocaram fogo em um pedaço de colchão. Dez meninos morreram como você pode ler em uma reportagem especial aqui.

“Quando a gente descobre que está grávida, tudo muda. A gente aprende a viver com aquele ser. Ensina a andar, a falar. Quando perdemos, perdemos um pedaço de si. Não me sinto mais inteira”, diz.

Sem coração. É como Luciana se sente. “Enterrar um filho é como se eu tivesse me enterrado. Perdi a vaidade, minha alegria. Se eu pudesse, estaria com meu filho lá no cemitério, enterrada com ele.”

Uma filha dentro da caixa de papelão

Gislaine de Sousa de Oliveira Rezende, 45 anos, comunga da mesma sensação de Luciana: se sente como se tivesse sido enterrada viva. Ela é mãe de Géssika Sousa dos Santos, de 27, vítima de feminicídio.

O corpo de Géssika foi encontrado dentro de uma caixa de papelão, na Praça do Trabalhador, em Goiânia, no dia 30 de outubro de 2018.

Géssica foi encontrada por volta de 5h da manhã, amarrada com fios e enrolada em um lençol. Em vídeos que circularam pelo WhatsApp, a vítima, morta, foi vasculhada com pedaços de madeira por pessoas que passavam pela praça, a poucos metros da rodoviária de Goiânia.

“Não tive coragem de reconhecer o corpo, nem assistir o vídeo. Nunca mais vi minha filha porque o caixão foi lacrado”, contou Gislaine ao Dia Online na primeira entrevista depois da morte de Géssika.

“Se quer saber a sensação de ser enterrada vida? Basta enterrar um filho”, resume ela, que cuida das duas filhas de Géssika. Saiba os detalhes da vida de Marcos Cunha, que confessou o crime clicando aqui.

O jovem marceneiro 

Antes de encontrar o corpo do filho, sem camisa, olhos semiabertos, no canteiro de uma avenida, Adriana Maciel não dava importância para mortes envolvendo conflitos entre bandidos e a polícia.

Para ela, “bandido bom era bandido morto”, ideia que ela sepultou junto com Wallacy Maciel, de 24 anos, confundido com ladrão na madrugada do dia 9 de setembro.

Foi a própria Adriana que foi atrás de provas para deixar bem claro: Wallacy foi assassinado duas vezes. A primeira, quando um soldado atirou sem dar chance de defesa ao filho e, depois, quando foi tratado como bandido. Drogas e armas, segundo imagens, teriam sido implantadas para justificar a morte do jovem.

“Perder um filho é a pior sensação do mundo. A alegria não existe mais. Nada no mundo substitui. Nada cobre. É mentira de quem fala que o tempo cura.” Adriana perambula por fóruns em busca de Justiça. Quer ver o policial que não apenas sepultou o filho, mas os sonhos dele, na cadeia.

O filho desaparecido de Patrícia

Patrícia  Maria de Castro tem 38 anos. Desde o dia 23 de maio de 2017 administra um grupo com  título: “Maycon (desaparecido)”.

Na medida que adiciona pessoas, outras saem. Fogem. Não suportam a obsessão de Patrícia de encontrar o filho, Maycon Castro de Paula, de 17 anos.

Ele deixou a mãe em Formosa, interior de Goiás, em janeiro de 2017, para procurar emprego em Roraima. Em abril, pegou a motocicleta de um criminoso conhecido da região em Seringueiras e nunca mais foi visto.

Patricia viajou duas vezes à região. O delegado que investigava o caso chegou a dizer que, se quisesse encontrar o filho, ela mesma deveria procurar. Em Brasília, tentou ajuda da Polícia Federal (PF). Nada.

Empregada doméstica, conseguiu doações de moradores e políticos de Formosa para viajar sozinha, onde encontrou gente mal-encarada.

Esta semana, recebeu a fotografia de um rapaz deitado no chão de uma rodoviária de Brasília. “Quero ir lá ver se é ele”, diz.

Para ela, perder um filho e não enterrar é ter a certeza de que ele está vivo. Pouco ou nada diferencia Patrícia das outras mães: ela se sente deteriorada a cada dia que acorda e não recebe ligações ou mensagens de Maycon, que preenche a timeline do perfil do Facebook dela diariamente com seus olhos azuis, rosto branco e cabelos claros.

Enquanto isso, Patrícia vagueia por ruas de bytes, olha sites que noticiam corpos encontrados em cada município do Brasil. Ao contrário de pessoas que tentam obrigá-la a sepultar o filho pelo menos mentalmente, ela cavouca com mãos de mãe a esperança de voltar a ver Maycon. “Ele vai me abraçar e dizer que me ama.”

Thiagão e Os Kamikazes do Gueto têm versos – na canção Todo Finado Tem Mãe” que descrevem como ninguém essa coisa que é perder um filho:

“Eu sei, que eu te fiz sofrer

E não, não consegui ser, o que você

sonhou

Sorrir, não te fiz sorrir, chorar, só te fiz chorar

Quando a morte me levou

O tempo é o melhor remédio, mas às vezes nem ele cura

A dor de quem perdeu, quem enterrou o próprio filho, truta

Nessas andanças, lugares onde passei

Foi raridade achar que não chorou por alguém

Quem não perdeu um amigo, que não perdeu um irmão

Quem perdeu um filho perdeu metade do coração

É procê vê né tia, seu filho morreu faz tempo

E as lagrimas não secaram, não acabou com o sofrimento

Nem vai acabar, não acaba nunca”

Seis mães falam da dor de perder um filho e a terrível superação
Na ordem, Ana Clara, Rafael, Lucas, Géssika, Wallacy e Maycon. Foto: montagem.

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Goiás

Edital de nova licitação do programa Jovem Cidadão deve sair nesta quarta-feira

O anúncio foi feito via Twitter, e conforme o governador, o novo edital prevê a contratação de 5 mil jovens do programa.

Por Ton Paulo
20/03/2019, 15h55

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM) anunciou na última segunda-feira (18/3) que o edital para nova licitação do programa de capacitação e formação técnico-profissional Jovem Cidadão será publicado nesta quarta-feira (20/3). O anúncio foi feito via Twitter, e conforme o governador, o novo edital prevê a contratação de 5 mil jovens do programa.

Ainda de acordo com Caiado no tweet publicado, como a modalidade da licitação é pregão eletrônico, no dia 2 de abril estará “tudo resolvido”, se referindo à nova entidade que irá gerir o programa Jovem Cidadão.

O controlador-geral do Estado, Henrique Ziller, concedeu uma entrevista para a Rádio Bons Ventos na manhã desta quarta-feira onde fez explanações acerca das polêmicas envolvendo o programa e seu suposto encerramento por parte do governo Caiado.

De acordo com Ziller, a Justiça obrigou o Estado a continuar o programa e “manter em funcionamento até a realização da nova licitação”. O controlador-geral disse ainda que “existem indícios de irregularidades cometidas no chamamento inicial”.

Entidade que geria programa Jovem Cidadão estava ilegal, declarou Caiado

A interrupção contratual do Estado com a entidade que geria o Jovem Cidadão foi envolta por polêmicas. No início deste mês, Caiado, em entrevista à rádio goiana 99,5 FM, fez um apanhado geral sobre vários temas tratados nos primeiros 60 dias de seus governo. Em meio a polêmicas, Caiado falou sobre o suposto fim do programa de formação técnico-profissional para jovens, o Jovem Cidadão. Segundo o governador na ocasião, o programa passaria “para nova entidade”, uma vez que, de acordo com ele, a atual estaria em situação ilegal.

Na entrevista, dada no Dia Internacional da Mulher, 8/3, o governador do DEM afirmou categoricamente que o programa voltada para os jovens do estado de Goiás terá continuidade. Ele afirmou ainda que o contrato com a Rede Nacional de Aprendizagem Promoção Social e Integração (Renapsi), responsável pelo programa Jovem Cidadão, foi findado pois a entidade estaria em situação ilegal por não cumprir com exigências do Estado.

“Ninguém vai acabar com o Jovem Cidadão. Estou fazendo o que sou obrigado a fazer pela lei, pois a entidade responsável pelo programa está em condições de ilegalidade. Não cumpriu as exigências e está assim há 20 anos”, apontou.

Conforme o governador, o Estado estava pagando quase R$ 1 mil reais por jovem, mas ele estava recebendo R$ 400.

A reportagem tentou entrar em contato com a assessoria de comunicação da Renapsi na época, mas não obteve retorno.

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Goiás

Por desconfiar que irmão era traído, homem é preso ao tentar matar a cunhada em Aragarças

Suspeito discutiu com a cunhada e quando ela foi chamar à polícia, ele pegou a arma no carro e efetuou dois disparos.
20/03/2019, 16h18

Um homem identificado como Fernando Antônio Borges de Lima Filho, de 47 anos, foi preso na última terça-feira (19/3) pela Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO), em Aragarças, a 400 quilômetros de Goiânia. A prisão de Fernando foi por meio de um mandado de prisão preventiva contra ele, após tenta matar a cunhada a tiros na última quinta-feira (14/3) por desconfiar que ela estava tendo um caso com outro homem.

O delegado Ricardo Galvão conversou com a equipe de reportagem do Portal Dia Online e contou um pouco da história. Conforme o delegado, Fernando desconfiava que a cunhada estaria se relacionado com outro homem fora do casamento e no dia do ocorrido foi tirar satisfações com ela.

“Ele tinha uma desconfiança, o marido provavelmente sabia, mas não tomava providência. Então ele tomou as dores e foi tirar satisfação com ela”, conta Ricardo Galvão.

Desconfiança de que a cunhada trai o irmão, levou Fernando a ir tirar satisfação com a vítima

Conforme as informações do delgado, ao ir tirar satisfação com a cunhada, o Fernando Antônio e a vítima discutiram. “Enquanto ela foi ligar para a Polícia, ele foi até o carro dele e pegou uma espingarda calibre 20 e efetuou dois disparos contra ela, que atingiram o braço da mulher”, conta o delegado.

A mulher foi socorrida e encaminhada para o hospital do município, onde passou por cirurgia, recebeu alta médica e não corre mais riscos.

Segundo o delegado Ricardo Galvão, Fernando Antônio foi preso temporariamente por 30 dias e vai responder pelos crimes de tentativa de homícidio qualificado, pois ocorreu no âmbito doméstico e familiar contra a mulher.

Além da prisão de Fernando Antônio, a espingarda utilizada para efetuar os disparos também foi apreendida como prova material da tentativa de homicídio contra a vítima.

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Goiás

CDTC discute nesta quinta-feira (21) reajuste na tarifa da passagem do transporte coletivo de Goiânia

Definição sobre o valor do reajuste deve sair amanhã em reunião da CDTC.
20/03/2019, 16h45

O presidente da Câmara Deliberativa de Transporte de Coletivo (CDTC) e prefeito de Trindade, Jânio Darrot (PSDB) marcou para esta quinta-feira (21/3) a partir das 17h a reunião que vai definir o aumento da passagem no transporte coletivo da capital e região metropolitana.

Em entrevista à uma Rádio local, Darrot afirmou que além de votar o reajuste para o preço da passagem vai apresentar uma proposta para que a CDTC deixe de ser apenas deliberativa e passe a ser executiva.

O reajuste que é previsto no contrato com as empresas de ônibus que alimentam Goiânia e toda região metropolitana, ainda não saiu do papel, pois tramita um projeto na Assembleia Legislativa do Estado de Goiás (Alego), em que a Agência Goiana de Regulação (AGR) deixa de integrar à CDTC.

Com o projeto de lei do governo na Alego, os cálculos para o reajuste feitos pela Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC) foram enviados para a AGR apenas na semana passada.

Após receber os cálculos da CMTC, o Conselho da AGR se reuniu na manhã da última segunda-feira (19/3) e referendou, ou seja, aprovou as contas da Companhia para o reajuste.

Conforme às planilhas de cálculos da CMTC, o valor pode variar entre 7,2% a 7,5%, com isto a passagem pode passar dos R$ 4 reais atuais para R$ 4,25 ou até mesmo R$ 4,30.

Todavia o novo valor da passagem vai depender da reunião desta quinta-feira (21/3) da CDTC, que vai determinar a variação e a partir de quando a nova tarifa passa a vigorar em Goiânia e toda região metropolitana.

Projeto que veda aumento da passagem sem melhorias foi aprovado em primeira votação na última terça-feira

Enquanto a CDTC não define o novo valor para a passagem do transporte coletivo, na sessão de ontem na Câmara Municipal de Goiânia, os vereadores além de se manifestarem contrário ao aumento, aprovaram um requerimento do vereador Felizberto Tavares (PR) para debater o tema.

Além do requerimento do vereador, foi aprovado em primeira votação o projeto de autoria da vereadora Tatiana Lemos (PC do B) que veda o aumento na tarifa do transporte coletivo sem melhorias necessárias. A proposta conforme a assessoria da vereadora deve voltar ao plenário da Casa na quinta-feira, para segunda e última votação.

Via: Sagres Online 

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