Trânsito

Caminhão desgovernado invade casa e deixa casal ferido, em Anápolis

Por volta das 8h desta quinta-feira (21/3), o veículo atingiu o muro da residência e os escombros caíram sobre os dois moradores que estavam no local.
21/03/2019, 11h26

Um caminhão desgovernado invadiu uma casa e deixou duas pessoas feridas, na manhã desta quinta-feira (21/3), na Avenida Professor Benvindo Machado, Conjunto IAPC, em Anápolis, na Região Metropolitana da capital. O muro da residência foi atingido e os escombros caíram sobre dois moradores que estavam no local. De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, o acidente ocorreu por volta das 8h de hoje.

A mulher, Maria Divina Barbosa, de 45 anos, foi socorrida com algumas escoriações e levada para o Hospital Municipal Jamel Cecílio, em Anápolis. A segunda vítima, Nilton marques Araújo, de 46 anos, foi encaminhado para o Hospital Estadual de Urgências de Anápolis Dr. Henrique Santillo (HUANA), também com escoriações e dores nas pernas. O Dia Online tenta contato com as unidades de saúde.

Ainda segundo a corporação, quando a equipe chegou até a casa o motorista do caminhão já havia se retirado do local, mas momentos depois se apresentou à uma equipe da Polícia Militar. As causas do acidente serão apuradas.

Caminhão desgovernado invade central de gás

Há exatamente um mês, o motorista de um outro caminhão perdeu o controle da direção e invadiu a central de GLP – Gás Liquefeito de Petróleo, o gás de cozinha, de um prédio em Rio Quente, região turística de Goiás. O incidente ocorreu na tarde de uma quinta-feira (21/2). O local precisou ser evacuado por conta do vazamento, mas apesar do susto, ninguém ficou ferido.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Caldas Novas, que atuaram na ocorrência, o veículo estava trafegando por uma via próxima quando perdeu o controle em uma subida e desceu de ré, batendo contra o alambrado e contra a central de GLP, composta por 15 cilindros de P-190, indicado para uso residencial, predial e comercial.

O bloco do prédio, localizado no Bairro Esplanada do Rio Quente, foi imediatamente evacuado, por conta do vazamento de gás, as ruas foram bloqueadas e desligada a energia elétrica para evitar acidentes. A equipe dos bombeiros contaram com a ajuda dos técnicos da central de gás, para realiza todo trabalho preventivo e isolamento até que o vazamento fosse contido.

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Política

Michel Temer é preso em operação da Lava Jato

Os agentes da Polícia Federal ainda tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia.

Por Ton Paulo
21/03/2019, 11h31

O ex-presidente Michel Temer (MDB) foi preso na manhã desta quinta-feira (21/3), num força-tarefa da Lava Jato, no Rio de Janeiro. Os agentes da Polícia Federal ainda tentam cumprir um mandado contra Moreira Franco, ex-ministro de Minas e Energia.

Os mandados foram expedidos pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal do Rio.

Desde quarta-feira (20/3), a Polícia Federal (PF) tentava rastrear e confirmar a localização de Temer, sem ter sucesso. Por isso, a operação prevista para as primeiras horas da manhã desta quinta-feira atrasou.

Esta matéria deve ser atualizada em breve.

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Goiás

Projeto que impede aumento da passagem sem melhorias é aprovado pela Câmara de Goiânia

Reunião que iria definir o reajuste na tarde de hoje foi adiada.
21/03/2019, 13h31

O projeto de autoria da vereadora Tatiana Lemos (PC do B) que impede o aumento da passagem sem as melhorias feitas no transporte coletivo de Goiânia e da região metropolitana, foi aprovado em segunda votação por unanimidade na Câmara Municipal na Manhã desta quinta-feira (21/3).

A proposta da vereadora havia sido aprovada em primeira votação na última terça-feira (19/3), quando os vereadores da capital se manifestaram contrários ao aumento da tarifa. Na ocasião um requerimento do vereador Felizberto Tavares (PR) para uma audiência pública para debater o tema também foi aprovado pela Casa.

Com a aprovação da propositada da vereadora, o projeto seguiu para o autografo de lei feito pelo presidente da Câmara, o vereador Romário Policarpo (PROS), que depois encaminha a proposta para veto ou sanção do prefeito Iris Rezende (MDB).

A vereadora comemorou que o projeto foi aprovado pelos colegas. “Tivemos uma grande vitória hoje, uma vitória da população que não aguenta mais ser tratada com tanto desprezo por parte dessas empresas”, declarou Tatiana Lemos.

A parlamentar espera que a partir da aprovação de sua proposta, outras Câmaras Municipais da região metropolitana da capital possam seguir o exemplo. Outro ponto que chama a atenção é que após a reunião com o presidente da Câmara Deliberativa de Transporte Coletivo (CDTC) e prefeito de Trindade Jânio Darrot (PSDB) a votação do reajuste marcada para a tarde de hoje foi adiada.

A informação foi confirmada tanto pela vereadora quanto pela assessoria de Darrot, que não informou a nova data para discutir o reajuste.

ARG aprovou cálculos da CMTC para o reajuste da passagem do transporte coletivo no início da semana

A reunião da CDTC foi marcada após uma reunião do Conselho da Agência Goiana de Regulação (AGR) ter aprovado os cálculos para o reajuste feitos pela Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), com uma variação de 7,2% a 7,5%.

Nesta tarde a CDTC iria definir a variação que poderia elevar a passagem para R$ 4,25 ou chegar até R$ 4,30 na capital e região metropolitana. Com a aprovação da AGR, os parlamentares goianos manifestaram-se contrários ao aumento na terça-feira (19/3) e aprovaram em primeira votação o projeto da vereadora Tatiana Lemos, que foi aprovado em segunda e última votação no plenário na manhã de hoje.

Além da manifestação contrária dos vereadores, os parlamentares se reuniram na tarde de ontem com Jânio Darrot e solicitaram o adiamento da reunião para discussão do reajuste desta tarde, pois iriam verificar se as empresas estavam cumprindo com o contrato estabelecido para a prestação do serviço.

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Política

Em decisão, Bretas tenta tirar caso Temer de Gilmar Mendes

Dois argumentos do juiz Bretas, caso considerados pelas cortes superiores, podem evitar que recursos apresentados pelo presidente sejam analisados pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.
21/03/2019, 14h31

Na decisão em que autorizou a prisão do ex-presidente Michel Temer (MDB), nesta quinta-feira, 21, juiz federal Marcelo Bretas argumenta que o caso não tem relação com a operação Calicute, braço da Lava Jato no Rio que prendeu o ex-governador Sérgio Cabral, e sustenta não ver relação dos fatos com crimes eleitorais.

Os dois argumentos, caso considerados pelas cortes superiores, podem evitar que recursos apresentados pelo presidente sejam analisados pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF) ou que a investigação seja direcionada pela Justiça Eleitoral.

A argumentação do juiz sobre a ausência de relação com a Calicute, exposta logo no início de sua decisão, é uma forma de evitar que possíveis recursos apresentados pela defesa de Temer sejam analisados pelo ministro Gilmar Mendes.

Mendes é o relator no STF de todos os casos conexos com a Calicute. “Apenas para evitar confusões a respeito da competência para eventual impugnação desta decisão, repito que estes autos guardam relação de conexão e continência com a ação penal derivada da denominada operação Radioatividade e seus vários desdobramentos”, afirma Bretas.

De acordo com o juiz, “não há relação entre este procedimento e as ações penais derivadas das denominadas operações Saqueador e Calicute e seus desdobramentos”.

Eleitoral

O juiz também descarta em sua decisão a possibilidade de crime eleitoral nos fatos investigados. Dessa forma, o caso não deve ser enquadrado na nova interpretação do STF que prevê o envio de casos de corrupção ligados a crimes eleitorais para a Justiça Eleitoral.

“No caso dos autos não há elementos que indiquem a existência de crimes eleitorais, razão pela qual deve ser reafirmada a competência constitucional desta Justiça Federal, o que, aliás, já foi expressamente reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal em decisão da lavra do eminente ministro Luis Roberto Barroso, que determinou que os autos deste PET 7810/STF fossem remetidos a esta 7ª Vara Federal Criminal”, diz a decisão.

Para Bretas, o envio de casos como esse para a Justiça Eleitoral é necessário “quando houver nos autos elementos mínimos de prova que evidenciem a prática de crime da competência de outro Juízo, Eleitoral por exemplo”.

Bretas se apoia em uma declaração do próprio ex-presidente Temer para afastar a possibilidade de crime eleitoral. Segundo ele, quando ouvido, Temer disse que João Baptista Lima, apontado operador do emedebista, jamais atuou na arrecadação de recursos para campanha eleitorais.

“Em terceiro lugar, o próprio investigado Michel Temer, quando ouvido em sede policial, disse que o também investigado Coronel Lima jamais o auxiliou arrecadando recursos para campanhas eleitorais. Verbis: O Senhor João Batista me auxiliou em campanhas eleitorais, mas nunca atuou como arrecadador de recursos”, diz a decisão.

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Política

'Temer é o líder da organização criminosa', diz Marcelo Bretas; veja vídeo do momento da prisão

Marcelo Bretas ordenou busca e apreensão nos endereços dos investigados.
21/03/2019, 14h57

O juiz federal Marcelo Bretas afirmou em decisão que “é convincente” a conclusão da força-tarefa da Operação Lava Jato de que o ex-presidente “Michel Temer é o líder da organização criminosa”. Temer e o ex-ministro Moreira Franco (Minas e Energia) foram presos nesta quinta-feira, dia 21.

“É importante que se tenha em mente que um dos representados, Michel Temer, professor renomado de Direito e parlamentar muito honrado com várias eleições para a Câmara Federal, era à época o vice-presidente da República do Brasil. Recentemente, inclusive, ocupou a Presidência de nosso país. Daí o relevo que deve ser dado à análise de seu comportamento, pois diante de tamanha autoridade é igualmente elevada a sua responsabilidade”, afirmou Marcelo Bretas, responsável pela Lava Jato no Rio.

O magistrado determinou ainda a prisão do coronel reformado da Polícia Miliar João Baptista Lima Filho – o coronel Lima -, de sua mulher de Maria Rita Fratezi, dos empresários Carlos Alberto Costa, Carlos Alberto Costa Filho, Vanderlei de Natale e Carlos Alberto Montenegro Gallo. O juiz ainda decretou as custódias temporárias de Rodrigo Castro Alves Neves e Carlos Jorge Zimmermann.

Marcelo Bretas ordenou busca e apreensão nos endereços desses investigados, assim como da filha do ex-presidente Maristela Temer, do almirante Othon Luiz Pinheiro da Silva, de Ana Cristina da Silva Toniolo e de Nara de Deus Vieira. Também foram realizadas buscas nas empresas vinculadas aos investigados.

Defesas

O advogado Eduardo Carnelós, que defende Michel Temer, afirmou que a prisão do ex-presidente “é uma barbaridade”.

O MDB, por meio de nota, “lamenta a postura açodada da Justiça à revelia do andamento de um inquérito em que foi demonstrado que não há irregularidade por parte do ex-presidente da República, Michel Temer e do ex-ministro Moreira Franco. O MDB espera que a Justiça restabeleça as liberdades individuais, a presunção de inocência, o direito ao contraditório e o direito de defesa”.

A reportagem está tentando ouvir os outros envolvidos na operação deflagrada nesta quinta-feira. O espaço está aberto para as manifestações.

Vídeo mostra momento da prisão do ex-presidente Michel Temer

O ex-presidente Michel Temer foi levado pela Polícia Federal, numa operação da Lava Jato, na manhã desta quinta-feira (21/3). Veja o momento de sua prisão:

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