Trânsito

Retorno na BR-060, em Anápolis, será fechado no próximo dia 30

Objetivo é diminuir o alto índice de acidentes no local.
26/03/2019, 07h54

A partir do próximo sábado (30/3), conforme anunciado pela Triunfo Concebra, o retorno na BR-060, na altura do quilômetro 96, em Anápolis, estará fechado. Decisão tem como objetivo reduzir o número de acidentes registrados no local, com base em estudos da equipe de Gestão de Acidentes e Operações da Concessionária em conjunto com a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

Segundo levantamento da Triunfo Concebra, empresa responsável pela administração da via, entre 2017 e 2018, foram notificados 129 acidentes, com 53 vítimas, ocorridos no retorno, nos dois sentidos da rodovia. A administradora reforça que “o trecho será fechado para dar mais segurança aos usuários que passam pela rodovia.”

Novo retorno na BR-060, em Anápolis

A partir da data, quem desejar retornar ao sentido norte da via deve pegar o próximo retorno, no quilômetro 95+000, localizado a 1.500 metros do local do fechamento. Também será implantada uma placa de aviso informando os motoristas sobre as mudanças no trânsito.

Veja abaixo a indicação do novo retorno que funcionará a partir do dia 30 de março:

Concessionária anuncia fechamento de retorno na BR-060, em Anápolis 
Foto: Reprodução/Triunfo Concebra

BR-060

rodovia federal BR-060 tem mais de 1.300 quilômetros de extensão e interliga o Distrito Federal a Goiás e Mato Grosso do Sul. Entre Goiânia e Anápolis a via é sobreposta com a BR-153, já no Mato Grosso do Sul, entre Campo Grande e Bandeirantes, a rodovia aplica-se a BR-163.

Desde de 2014, a Triunfo Concebra administra 630,2 quilômetros da BR-060 e da BR-153, desde o entroncamento com a BR-251/DF até a divisa do estado de Minas Gerais com São Paulo, com mais 546,3 quilômetros da BR-262, que vão do entroncamento com a BR-153/MG ao entroncamento com a BR-381/MG.

No estado, a área de concessão abrange 47 municípios, que somam 6.330.890 habitantes, segundo dados do IBGE de 2010. Além do Distrito Federal, em Goiás são 15 municípios: Itumbiara, Panamá, Goiatuba, Morrinhos, Piracanjuba, Professor Jamil, Hidrolândia, Aparecida de Goiânia, Goiânia, Goianápolis, Terezópolis de Goiás, Anápolis, Abadiânia, Alexânia e Santo Antônio do Descoberto.

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Goiás

Polícia apreende 15 armas de fogo com irmãos após um balear o outro, em Anápolis

A PM conta que uma parte do armamento encontrado tinha registro de posse, mas algumas delas já estavam com ele vencido.

Por Ton Paulo
26/03/2019, 08h32

Uma equipe da Polícia Militar no município de Anápolis, região metropolitana de Goiânia, foi pega de surpresa ao atender uma ocorrência de briga de irmãos com tentativa de homicídio na madrugada desta terça-feira (26/3). Durante um desentendimento, um homem acabou baleando o irmão e fugiu logo em seguida. Em averiguações na casa do ferido, os policiais encontraram nada menos do que 15 armas de fogo.

A ocorrência, que foi registrada na rua Quintino Bocaiuva, em Anápolis, foi atendida por uma equipe do 28º Batalhão da Polícia Militar (BPM) na madrugada desta terça-feira. De acordo com a PM, dois irmãos se desentenderam e um deles, identificado somente como Edgar, desferiu três tiros contra o outro. A PM conta que ele fugiu, mas ainda teve tempo de passar em sua casa e deixar a arma que usou para atirar no irmão.

Ao realizar averiguações na casa do irmão que foi baleado, a equipe policial ficou surpresa ao encontrar nada menos que  armas de fogo, entre revólveres, carabinas e espingardas. A polícia conta que os artefatos estavam distribuídos em vários pontos da residência, e os policiais precisaram ir juntando uma por uma.

Além disso, foram encontradas também mais de 500 munições. A PM conta que uma parte do armamento encontrado tinha registro de posse, mas algumas delas já estavam com ele vencido.

Homem que baleou irmão em Anápolis ainda passou em casa para deixar a arma usada no crime

Conforme informações repassadas pela PM, Edgar, após disparar três vezes contra o irmão, empreendeu fuga mas ainda passou em sua residência para deixar a arma usada. O artefato foi encontrado pelos policiais ainda engatilhado.

Segundo apurado pela reportagem do Dia Online, o irmão baleado no município de Anápolis está internado, e a polícia espera sua recuperação para obter maiores esclarecimentos do ocorrido. Edgar continua foragido.

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Goiás

Ex-padrasto de criança baleada em Aparecida de Goiânia é preso ao se esconder dentro de lago

Ele, que é principal suspeito de atirar contra o menino de 2 anos, está sendo ouvido na manhã de hoje (26/3), na DPCA da cidade.
26/03/2019, 09h43

Mateus Nunes Sousa da Silva, ex-padrasto da criança de dois anos e oito meses baleada no último domingo (24/3), em Aparecida de Goiânia, foi preso na madrugada desta terça-feira (26/3) ao tentar se esconder dentro de um lago, em uma chácara em Goiânia. Ele, que é o principal suspeito de atirar contra o menino, foi levado para Central de Flagrantes, onde foi autuado por resistência, mas liberado em seguida, uma vez que contra ele não havia mandado de prisão.

Na manhã de hoje, Mateus presta depoimento à delegada Edilaine Moreira dos Santos, responsável pelo caso, na Delegacia de Proteção À Criança e ao Adolescente (DPCA) de Aparecida de Goiânia. A investigação tem como objetivo esclarecer as diferentes versões dadas pela mãe da criança sobre o crime.

Mãe de criança baleada em Aparecida de Goiânia é autuada por receptação

Carita Cristine Alves, de 23 anos, mãe da criança baleada em Aparecida de Goiânia, foi autuada em flagrante por receptação, uma vez que, durante apuração do caso do menino, na casa dela foram encontrados objetos eletrônicos roubados. Ela foi ouvida na manhã de segunda-feira (25/3), e continua presa pelo crime.

Informações preliminares apontavam que a criança havia sido baleada durante uma suposta tentativa de assassinato, em um bar, onde o menino estava com a mãe. Segundo informações da mulher, um homem havia chegado na distribuidora de bebidas com intenção de matar um outro homem, mas durante a confusão a criança foi atingida. Em uma outra versão, Carita disse aos policias que o menino foi baleado acidentalmente enquanto brincava com o irmão.

Em entrevista a um jornal local, o pai biológico das crianças disse que o filho mais velho, de 5 anos, nega ter atirado contra o irmão, mesmo acidentalmente, pois nem teria pegado a arma. Ele afirma que estava dormindo e acordou com barulho do tiro.

As informações foram consideradas “fantasiosas”, uma vez que na distribuidora de bebidas não foi encontrada nenhuma marca de sangue. Já na casa de Carita, além dos vestígios do crime, foram apreendidos objetos roubados, como televisões e microondas. Diante disso, a mulher confessou que o filho foi baleado pelo ex-marido dela, que não é pai da criança, durante uma discussão.

Criança é baleada em Aparecida de Goiânia

O caso ocorreu na tarde do último domingo (24/3), no Jardim Tirantes. Depois de ser baleado, o menino foi levado pela própria mãe até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Buriti Sereno, de onde foi, pelo helicóptero do Corpo de Bombeiros, encaminhado ao Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol). A vítima segue internada no Hugol, mas respira sem ajuda de aparelhos.

Imagens: A Crítica 

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Saúde

Mortes por álcool têm alta entre os mais velhos

Número de internações e mortes de pessoas com mais de 55 anos relacionadas ao consumo de bebidas alcoólicas apresentou crescimento de 6,9% e 6,7%.
26/03/2019, 10h20

O número de internações e mortes de pessoas com mais de 55 anos relacionadas ao consumo de bebidas alcoólicas apresentou crescimento de 6,9% e 6,7%, respectivamente, no ano de 2016, em comparação a dados de 2010, segundo uma análise inédita sobre o tema realizada pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa). O objetivo do levantamento, que será apresentado nesta terça-feira, 26, é oferecer subsídios para a criação de políticas públicas apropriadas para o perfil do País e conscientizar a população sobre o uso abusivo de álcool.

Iniciado em maio de 2018, o trabalho tem como base dados publicados por entidades nacionais e internacionais, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde (OMS). A avaliação do grupo com mais de 55 anos surpreendeu os pesquisadores.

“Esse é um dos resultados inesperados do relatório que fizemos. Não começamos a trabalhar com os idosos como um problema forte, mas, quando fomos ver, eles são um grupo de pessoas com um problema grave, sem ter políticas públicas para eles e sem treinamento específico de recursos humanos”, afirma o médico psiquiatra Arthur Guerra, presidente executivo do Cisa.

Enquanto houve redução no número de internações e mortes parcial ou totalmente atribuíveis ao álcool em todas as faixas etárias abaixo dos 54 anos, foi registrado um crescimento entre as pessoas mais velhas. Em 2010, 31,06% dos pacientes internados por alguma situação relacionada com a bebida tinham mais de 55 anos. Em 2016, o porcentual passou para 37,96. No caso de óbitos, o índice saltou de 55,81% para 62,52%. Para o Cisa, o crescimento pode estar relacionado a fatores diversos, desde o aumento de consumo nessa população até a transição de pessoas da faixa etária anterior que ficaram mais velhas.

Membro do conselho consultivo da Associação Brasileira de Estudos do Álcool e Outras Drogas (Abead), a psiquiatra Ana Cecilia Marques diz que o hábito de beber é grave para as pessoas com faixas etárias mais avançadas pelo fato de agravar doenças e por causa de limitações do organismo relacionadas à idade. “Trazendo esse hábito para essa faixa etária, vai complicar tudo o que tem em doenças crônicas e se espera que essa mortalidade cresça mesmo. A aptidão de metabolizar o álcool é menor, porque o fígado tem menos enzimas. O impacto nesses órgãos de desintoxicação é maior.”

O Ministério da Saúde disse, em nota, que tem investido em ações de promoção à saúde e na qualificação de profissionais para atender a população idosa que, segundo a pasta, vai representar 20% da população em 2030. “A partir da Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa, os Estados têm implementado a Estratégia Nacional para o Envelhecimento Saudável, que trouxe, pela primeira vez, orientações aos profissionais de saúde e gestores para aumentar a qualidade de vida dos idosos.”

Perfil

Sexo: masculino. Estado civil: casado. Faixa etária: mais de 41 anos. Idade que começou a beber: entre os 13 e 17 anos. Esse é o perfil de quem está querendo parar de beber no País, segundo um levantamento inédito realizado pelo Alcoólicos Anônimos (AA), que tem mais de 70 anos de atividade no Brasil. Entre julho e novembro do ano passado, a entidade ouviu 5.828 dos seus mais de 50 mil membros e mapeou ainda as conquistas de quem luta contra a dependência: 29% estão sóbrios há mais de 20 anos e 68% dos entrevistados não tiveram recaídas.

“Esse inventário já é feito nos Estados Unidos desde a década de 1960”, diz Camila Ribeiro de Sene, presidente da Junta Nacional de Serviços Gerais de AA do Brasil. Segundo a pesquisa, 87% dos integrantes do Alcoólicos Anônimos são homens, 62% são casados ou estão em união estável, 32% são aposentados e 43% foram motivados a procurar ajuda por pressão de familiares. Problemas de saúde (34%) e no trabalho (27%), ideias suicidas (13%) e problemas judiciais (6%) foram outras razões.

O programa tem 12 passos, com forte ligação com a questão espiritual, mas o primeiro deles é reconhecer a dependência. “A pessoa que deseja parar de beber pode frequentar as reuniões. Não existe taxa nem cadastro. E o que acontece nos grupos? Troca de experiências, partilha de esperanças e de como lidar com a doença. Mostrar o que deu certo e, só por hoje, conseguir se manter sóbrio e distante do álcool”, diz Camila, que é psicóloga e atua há 15 anos como voluntária do projeto.

Quando estava no fim da adolescência, o aposentado Adalberto, de 74 anos, começou a ter as primeiras experiências com o álcool. “Fazia uso de bebidas leves para me enturmar. A história de chegar à derrota, até precisar do AA, demorou.”

Após dez anos, ele começou a sentir a necessidade de ingerir bebidas alcoólicas assim que acordava. “As perdas foram aparecendo. Fui perdendo amigos, empregos…” O aposentado temia ser internado e as reuniões foram o caminho para tentar dar fim à necessidade de consumir bebidas alcoólicas. O irmão, que também tinha problemas com álcool, já era um membro do AA. “Depois de mais dois anos bebendo, a derrota aumentou, a separação veio e meu irmão me socorreu. Depois de algumas reuniões, caí na real e resolvi aceitar a ajuda. Consegui evitar o primeiro gole só por 24 horas, só por hoje.” São 34 anos e 2 meses sem recaídas.

Entre as memórias de quando tinha 5 ou 6 anos, o aposentado Antônio, de 63 anos, consegue recuperar os “golinhos de cachaça” que experimentou. “Eu me senti muito bem.” Aos 12 anos, precisou de atendimento médico após tomar as sobras de copos de vinho em uma festa.

“Com 15, 16 anos, comecei com o hábito de beber nos fins de semana. O uso diário e contínuo começou de 17 para 18 anos e foi até os 36 anos. A dependência fez com que ele não conseguisse terminar o curso de História ao fazer faculdade e perdesse oportunidades no banco onde trabalhou. Fases importantes de sua vida também passaram sem que ele estivesse sóbrio. “Casei alcoolizado e, quando minha filha nasceu, fiquei bebendo por uma semana, durante a licença-paternidade.”

Doença grave

Presidente executivo do Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), o médico psiquiatra Arthur Guerra diz que a dependência do álcool é uma doença grave e de difícil tratamento.

Segundo ele, estudos apontam que o AA é um grupo que traz resultados expressivos. “Uma das diretrizes é a abstinência. A pessoa fica melhor, mas não curada. A cura seria se ela pudesse voltar a beber socialmente, mas consegue ter trabalho, família, vida sexual, amigos. Consegue fazer o que todo mundo faz.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Imagens: Catraca Livre 

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Goiás

Caiado anuncia quitação de mais de 50% da folha de dezembro na próxima sexta-feira

O anúncio do governador, que foi feito via Twitter, deu esperança para muitos servidores públicos do Estado que esperam receber o salário atrasado do mês de dezembro/2018, que ainda não foi quitado.

Por Ton Paulo
26/03/2019, 10h22

O governador de Goiás, Ronaldo Caiado (DEM), anunciou no início da noite de ontem (25/3) que na próxima sexta-feira (29/3) estará realizando a quitação de 55,63% da folha de dezembro do funcionalismo público. Caiado ainda disse que, caso seja aprovado pela Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) o pedido de crédito especial do governo, “boa parte dos servidores que ganham até R$ 5.100 será contemplada”.

O anúncio do governador, que foi feito via Twitter, deu esperança para muitos servidores públicos do Estado que esperam receber o salário atrasado do mês de dezembro/2018, que ainda não foi quitado. Entretanto, alguns ainda podem ficar sem receber mesmo estando dentro da faixa salarial anunciada pelo democrata.

Isso porque no comunicado via Twitter, Caiado diz que “boa parte dos servidores que ganham até R$ 5.100 será contemplada”, dando margem ao entendimento que nem todos que têm o salário nesse valor vão ter o dinheiro na conta na próxima sexta-feira.

Caiado tuitou que “as idas a Brasília em busca de recursos” têm sido constantes

Caiado, através de seus tweets, também quis passar a mensagem de esforço por parte do governo para o equilíbrio das contas públicas, o que incluiria solicitação de auxílio do governo federal. No dos tweets, o governador diz que o “exercício para cortar despesas da máquina é constante, assim como as idas a Brasília em busca de recursos para quitar o restante da folha”.

Confira abaixo a íntegra das postagens:

“A Alego aprovando nosso pedido de crédito especial amanhã, na sexta cumpriremos o compromisso de iniciar o pagamento escalonado dos salários de dezembro! Começaremos, é claro, por quem ganha menos e precisa mais. Boa parte dos servidores que ganham até R$ 5.100 será contemplada.”

“Com o que já conseguimos adiantar no último mês, 6a estaremos quitando 55,63% da folha de dezembro. Creiam que o esforço tem sido grande. O exercício para cortar despesas da máquina é constante, assim como as idas a Brasília em busca de recursos para quitar o restante da folha.”

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