Goiás

Justiça condena governo de Goiás a pagar indenização de R$ 21 mil a casal que sofreu acidente na GO-330

Juiz considerou que a falta de manutenção na via foi responsável por ocasionar o acidente.
28/03/2019, 18h46

Um casal de Catalão entrou com um processo na Justiça contra o Governo de Goiás por danos materiais e morais, após sofrer um acidente de carro na GO-330. Diante da ação movida a Justiça condenou o governo estadual a pagar indenização no valor de R$ 21 mil reais ao casal.

Nos autos do processo constam, que o veículo no qual os acidentados estavam caiu em um buraco na rodovia e em seguida foi arremessado em um barranco. No dia do acidente em questão, o homem e a mulher ficaram feridos e o carro do casal teve perda total, conforme informou o advogado das vítimas Rubens Pena à um Jornal local.

A decisão que condenou o governo estadual a pagar a indenização foi do juiz Leonys Lopes Campos, do 2º Juizado Especial Cível e Criminal de Catalão. O magistrado determinou que a Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra) pague o equivalente a R$ 11 mil reais por danos materiais e outros R$ 10 mil reais por danos morais. Apesar da decisão proferida, o governo do Estado ainda pode recorrer da determinação do magistrado.

Advogado do casal considerou o valor da indenização paliativo diante dos prejuízos causados aos seus clientes

O advogado afirmou que o valor da indenização foi apenas paliativo, pois ficou bem abaixo do prejuízo que o casal teve, uma vez que o carro deu perda total. Apesar do valor ser considerado baixo por Rubens Pena, ele orientou aos acidentando não recorrer da decisão o que demandaria um tempo maior para resolver o problema.

Portal Dia Online entrou em contato com a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que por meio de nota respondeu que ainda não foi intimada sobre a decisão do juiz e que vai apresentar a defesa assim que isso ocorrer.

Confira a nota

“A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) informa que ainda não foi intimada da decisão judicial.Assim que isso ocorrer, apresentará defesa nos autos.”

Via: G1 
Imagens: G1 

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Esportes

STJD nega pedido da Aparecidense e mantém jogo com a Ponte pela Copa do Brasil

O jogo contra a Ponte Preta, pela primeira fase da Copa do Brasil, está mantido para a próxima quarta-feira, às 19h15, no estádio Aníbal Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO).
28/03/2019, 19h11

A Ponte Preta teve mais uma vitória no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD). Em votação apertada, o presidente Paulo César Salomão Filho deu mais uma vez o voto decisivo para indeferir a Medida Inominada da Aparecidense, que pedia a anulação do julgamento que impugnou o jogo da primeira fase da Copa do Brasil.

O julgamento aconteceu na manhã desta quinta-feira e a Medida Inominada da Aparecidense foi negada porque o voto do presidente tem “peso 2”, sendo decisivo após empate por 4 a 4. Sendo assim, o jogo contra a Ponte Preta, pela primeira fase da Copa do Brasil, está mantido para a próxima quarta-feira, às 19h15, no estádio Aníbal Toledo, em Aparecida de Goiânia (GO). Os campineiros têm a vantagem do empate.

No dia 12 de fevereiro, a Aparecidense venceu por 1 a 0, mas a Ponte Preta alegou que houve interferência externa para a anulação do gol de Hugo Cabral aos 44 minutos do segundo tempo e conseguiu impugnar a partida. O time goiano tentou invalidar o julgamento acusando a participação de auditores suplentes com a Medida Inominada e sofreu nova derrota nos tribunais.

Já pensando no jogo válido pela Copa do Brasil, o técnico Jorginho quis dar ritmo aos jogadores titulares e, na última quarta-feira à noite, escalou força máxima no empate com o Bragantino, por 1 a 1, em Campinas. O resultado classificou a Ponte Preta para a semifinal do Troféu do Interior.

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Goiás

Dinheiro em mala, helicóptero e morte em esquema milionário na Saneago

Investigado na 1° fase da Operação, engenheiro foi encontrado morto no Jardim Botânico cinco dias após ser levado à PF.
28/03/2019, 21h04

Notas de R$50 e R$ 100 dentro de malas e envelopes e enrolados em páginas de jornal saltaram aos olhos na manhã desta quinta-feira (28/3) em fotografias e vídeos divulgados pela Operação Decantação 2, que investiga esquema de corrupção na empresa de Saneamento de Goiás (Saneago).

A Polícia Federal (PF) deu continuidade à 2° fase da operação, quase três anos depois de a 1° fase, desencadeada no dia 24 de agosto de 2016, ter cumprido 120 mandados.

Entre os presos, o presidente estadual do PSDB à época, Afrêni Gonçalves e o então presidente da Saneago, José Taveira Rocha.

Cinco dias depois, no dia 29, o engenheiro e supervisor de qualidade da Saneago Claudionor Francisco Guimarães Filho decidiu pôs fim à própria vida. Foi encontrado morto enforcado em uma árvore do Jardim Botânico. Ele foi um dos investigados nesta 1° fase.

Nesta quinta-feira, a Operação repercutiu quando o nome do ex-governador de Goiás Zé Eliton (PSDB) figurou entre os alvos de busca e apreensão.

Se não fosse decisão do juiz Rafael Slomp, o ex-governador  Zé Eliton seria um dos presos na Operação Decantação 2, durante a manhã. O juiz negou a prisão porque à época em que empresários e políticos operavam o esquema, Zé Eliton era apenas vice.

Os policiais prenderam o advogado e chefe de gabinete do ex-governador, Luiz Alberto de Oliveira, um dos cinco presos na operação da Polícia Federal (PF).

A investigação apura desvios de recursos públicos da Companhia de Saneamento de Goiás, a Saneago. Conforme a PF, parte dos recursos recebidos pela prestação de serviços à Saneago era repassada para o chefe de gabinete.

Quando ainda era vice-governador – com acúmulo do cargo de secretário de Segurança Púbica – Zé Eliton teria utilizado uma aeronave de propriedade de uma das empresas que fazem parte do esquema criminoso.

A Operação suspeita que a empresa lavava dinheiro. É que foi identificado transferência de valores na ordem de R$ 28 milhões entre o chefe de gabinete do ex-governador e a conta de uma das empresas.

Além do chefe de gabinete do ex-governador, também foram presos Gisella Albuquerque, Carlos Eduardo Pereira da Costa, Nilvane Tomás de Sousa Costa (presa e liberada na primeira fase da operação) e Robson Borges Salazar.

Em nota, Saneago se manifestou sobre operação que prendeu chefe de gabinete do ex-governador Zé Eliton

A Saneago, por meio de nota, se pronunciou e disse que tem adotado e priorizado a implantação de práticas que que garantem a lisura em todos os processos da companhia.

A companhia de fornecimento de água também declarou que “permanece prestando toda a colaboração necessária às investigações”.

Confira a nota abaixo:

“Em relação à operação deflagrada pela Polícia Federal, na manhã desta quinta-feira, relacionada a fatos ocorridos no período de 2012 a 2016, a Saneago destaca que a atual gestão da Empresa tem priorizado a implantação das melhores práticas de governança e compliance, para garantir a lisura em todos os processos da Companhia.Dentre as ações tomadas está a criação da Superintendência de Governança, unidade responsável pela implantação de uma série de políticas estratégicas, como a Política de Alçadas, documento que normatiza a tomada de decisões pela Diretoria Colegiada, a Política de Prevenção de Conflito de Interesses, em conformidade com o Código de Conduta e Integridade da Companhia, Política de Transações com Partes Relacionadas e a Política de Prevenção de Atos de Corrupção.A Empresa informa ainda que permanece prestando toda a colaboração necessária às investigações.”

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Goiás

Criança morre no colo da mãe e causa desespero em hospital de Goiânia

Mãe se desesperou e foi amparada por outras mulheres em frente à sala de reanimação, onde o coração do menino parou de bater.
28/03/2019, 22h43

Gritos de desespero após os últimos suspiros do filho de cinco anos fizeram até funcionários e funcionárias do Hospital Estadual Materno-Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI) ir às lágrimas, em Goiânia.

Faltavam cinco minutos para as 14h quando o coraçãozinho do menino parou de bater.  entrada

Segundo nota do hospital, o menino e a mãe chegaram à unidade às 3h da madrugada do dia 28 de março (quinta-feira).

A criança passou pela Classificação de Risco. Foi classificado como ficha amarela.

Depois de esperar, foi atendido por médico Pediatra e iniciados os procedimentos terapêuticos e diagnósticos. “Conforme amplamente divulgado e informado o HMI encontra-se em superlotação constante”, assume o hospital, em nota.

Sem leito, a criança permaneceu nas cadeiras com a mãe, recebendo o tratamento prescrito e aguardando vaga. Porém, o quadro da menino foi piorando. E a mãe com a criança no colo, sem saber o que fazer.

Preocupada, a mãe chamou médicos e enfermeiros, que levaram a criança para a temida sala de reanimação. Os médicos tentaram, mas não foi possível fazer com que o coraçãozinho voltasse a bater. E a criança morreu.

Criança que morreu em hospital de Goiânia foi levado ao SVO

O corpo de D.C.S foi encaminhado para o Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), para investigação da causa da morte.

O órgão, por sua vez, não quis repassar informações de liberação do corpo nem a identificação da criança.

“Eu não aguentei e chorei muito”, conta uma enfermeira sob anonimato.

Vídeos gravados por outros pacientes da unidade mostram o momento que a criança está no colo da mãe e ela cuidando dele. Em seguida, as imagens mostram a mãe aos prantos, pois acabará de perder o filho, enquanto esperava os médicos chamarem o nome da criança novamente.

Médicos do Materno Infantil suspeitam que morte da criança foi ocasionada por meningite. A assessoria do hospital confirmou a morte da criança na unidade. Conforme as informações levantadas até o momento, a criança que veio a óbito no Materno Infantil, havia sido atendida pela equipe médica e estava em observação.

Os médicos que atenderam o pequeno suspeitam que a morte D.C.S tenha sido causada por meningite, porém ainda não há confirmação da causa da morte do menino. Conforme as informações repassadas pela assessoria da unidade, a criança chegou ao hospital com a mãe passando mal e pouco tempo depois houve uma piora no quadro de saúde do garoto que infelizmente veio a óbito.

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Goiás

"Tenho 126 horas de gravação de Marconi Perillo", alerta Jorge Kajuru

Áudio mostra perilo pedindo dinheiro para Luiz Alberto, ex-chefe de gabinete dele preso na Operação Decantação 2; Outro áudio mostra Perillo pedindo dinheiro para pagar um cabo da PM goiana que seria assassinado depois.
29/03/2019, 00h28

Com mais de 20 mil acessos até às 23h de quinta-feira (28/3), o senador Jorge Kajuru (PP) transmitiu ao vivo do gabinete 16 no Senado Federal o que considerou um “escândalo abismal” e atacou novamente o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), após a Operação Decantação 2, da Polícia Federal (PF).

No vídeo, Kajuru diz que, com exclusividade, tem as “gravações mortais “que ele teria desde antes de ter sido eleito vereador por Goiânia. “Em Goiás, na imprensa ninguém queria porque Marconi tinha a maioria absoluta da imprensa na mão. Todo mundo ficava calado. Graças Kajuru nunca ficou calado”, disse.

Jorge Kajuru classificou o ex-governador Perillo de “figura nefasta, vulpina”. Para ele, mesmo longe de Goiás – Marconi estaria morando em São Paulo – ele “envergonha Goiás”.

“Ele nunca mais voltou a Goiânia após a derrota humilhada e humilhante, ficando em 5° lugar na disputa eleitoral para as duas vagas ao Senado. Depois de ter sido preso da Polícia Federal. Agora não tem como não prever que essa consagrada instituição do País não estará às 6h30 acordando-o de pijama [e levando-o] para a cadeira. Tomara que lá more com Sérgio Cabral, que praticou todos os crimes de Marconi Perillo.”

Jorge Kajuru disse, ainda, que poderia oferecer os áudios à imprensa. “Fico orgulhoso porque os blogueiros que me atacavam, canalhas, que ficaram ricos agora veem que eu estava certo. Jornalistas que nem jornalistas são. Esses infelizes, que agora estão desempregados e ficam pedindo cargos”, acusa.

Jorge Kajuru mostra áudio de Marconi Perillo pedindo dinheiro para ex-assessor preso para lhe passar dinheiro

Áudio mostra perilo pedindo dinheiro para Luiz Alberto, ex-chefe de gabinete dele. Luiz Alberto foi preso na Operação Decantação 2 na manhã de quinta-feira (29/3) pela Polícia Federal (PF).

Alberto pediu para Perillo pegar dinheiro em seu apartamento R$100 mil e mais R$10 mil.

Outro áudio mostra Perillo pedindo dinheiro para entregar ao cabo Marcelo Alessandro Capinan, de 46 anos. Capinan foi assassinado com 12 tiros, na Avenida Armando de Godoy, no Setor Cidade Jardim, em Goiânia.

Após exibir o áudio, Kajuru dramatiza: “é de arrepiar”. E segue: “o cabo Capinam era amigo de Marconi Perillo. Por que um governador de Estado pagaria R$100 a um cabo?”, indaga.

Jorge Kajuru lembra que foi ameaçado e que Ronaldo Caiado, atual governador de Goiás, conseguiu um avião para ele fugir de Goiás.

O cabo Capinam ficou conhecido após ter sido acusado, com outros sete policiais militares goianos, de assassinato e ocultação dos cadáveres do estudante Murilo Soares Rodrigues, de 12 anos, e do servente Paulo Sérgio Pereira Rodrigues, de 21, em 2005. Os restos mortais das vítimas nunca foram encontrados.

Capinan também foi apontado como o autor dos tiros disparados contra a casa do ex-senador por Goiás, Demóstenes Torres. O atentado ocorreu em 2004.

A reportagem não conseguiu falar com a defesa do ex-governador de Goiás, Marconi Perillo, até o fechamento desta matéria. Vamos continuar tentando.

Assista ao vídeo completo:

SENADOR KAJURU ENTRA AO VIVO EM EDIÇÃO EXTRAORDINÁRIA, POIS SÓ ELE TEM AS GRAVAÇÕES MORTAIS DO ESCÂNDALO DE HOJE EM GOIÁS, NAS AÇÕES DA POLÍCIA FEDERAL ACHANDO QUASE R$ 2 MILHÕES E 300 MIL EM ESPÉCIE EM CARRO DO EX CHEFE DE GABINETE DE MARCONI PERILLO, E ATÉ NA CASA DE SUA FILHA. CAUSA E EFEITO, CORRUPÇÃO CONTINUADA!!!

Posted by Kajuru Goiás on Thursday, March 28, 2019

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