Trânsito

Trecho da BR-153 entre Professor Jamil e Hidrolândia está totalmente interditado

Caminhão carregado com dejetos de frango deixou parte da carga derramar por ao menos seis quilômetros da via.
29/03/2019, 07h56

O trecho da BR-153, que liga Professor Jamil a Hidrolândia, cidades do interior de Goiás, foi totalmente interditado na madrugada desta sexta-feira (29/3), devido um derramamento de dejetos de frango na pista. Os dois sentidos da via devem ser liberados na tarde de hoje, somente limpeza total da área.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), por volta das 3h30 desta madrugada, um caminhão carregado com 25 toneladas de dejetos de frango deixou parte da carga cair em cerca de seis quilômetros da BR-153. A pista ficou escorregadia e inacessível por conta da sujeira. O veículo havia saído de Buriti Alegre, na região Sul do estado, com destino a Nova Veneza.

Trecho da BR-153 entre Professor Jamil e Hidrolândia está totalmente interditado
Foto: Reprodução/PRF

A PRF prevê que liberação da pista ocorra no fim do dia, após a limpeza total da área.

Rota de desvio na BR -153

Ainda conforme a corporação, para retornar à BR-153, os motoristas devem seguir por Morrinhos até chegar ao trevo que dá acesso a Pontalina, pegar a GO-215 e antes de Pontalina acessar a GO-040, que passa por Cromínia e assim seguir direto até Goiânia. Outra opção é: antes de Hidrolândia acessar a GO-219 voltando para a BR-153.

Apreensão de carga imprópria para consumo na BR-153

Também na madrugada desta sexta-feira (29/3), na BR-153, mas em Uruaçu, a PRF apreendeu cerca de 600 quilos de queijo impróprio para o consumo humano. O veículo, uma caminhonete Toyota Hilux, que transportava a carga era dirigido por um motorista de 22 anos, que foi preso.

Segundo ele, a mercadoria foi comprada de pequenos proprietários da zona rural de Campinorte para alimentar suínos de criadores em Ceres. O jovem pagou pela carga cerca de R$ 7 mil. A PRF suspeita que os produtos seriam distribuídos para supermercados e panificadoras de Anápolis e Goiânia.

A Vigilância Sanitária foi acionada e considerou o produto impróprio para o consumo humano.

Imagens: Jornal Atual 

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Goiás

Carga de 600 quilos de queijo estragado apreendida na BR-153 iria para supermercados de Goiânia

A carga de 600 quilos de queijo estragado havia sido adquirida, segundo o dono, por R$ 7 mil reais e de acordo com ele seria usado para "alimentar porcos".

Por Ton Paulo
29/03/2019, 08h43

Uma carga de queijo apreendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na madrugada da última quinta-feira (28/3) na BR-153, em Uruaçu, chamou a atenção pelo péssimo estado em que se encontrava. A carga de 600 quilos de queijo estragado havia sido adquirida, segundo o dono, por R$ 7 mil reais e de acordo com ele seria usado para “alimentar porcos”. Entretanto, a PRF suspeita que o destino da carga seria outro.

Conforme informações da PRF, tudo começou quando agentes da corporação abordaram uma caminhonete Toyota Hilux que era conduzida por um jovem de 22 anos, e ao fiscalizar o veículo, a polícia encontrou uma carga de cerca de 600 quilos de queijo na carroceria da caminhonete, coberta por uma lona de plástico.

Ao examinar o laticínio , por não ser transportado em veículo refrigerado, os policiais perceberam que boa parte do produto exalava mau cheiro, com coloração atípica, deteriorado e com presença de mosquitos.

O amontoado de queijo na carroceria do veículo tinha apenas a lona de plástico no fundo, nada mais, estando exposto ao ambiente.

PRF suspeita que carga de queijo estragado apreendida na BR-153 seria distribuída em supermercados e panificadoras

Segundo o condutor do carro, ele havia comprado a mercadoria de pequenos proprietários da zona rural de Campinorte para alimentar porcos de criadores no município de Ceres, pela carga ele pagou cerca de R$ 7.000 reais.

Entretanto, a PRF suspeita que a carga seria distribuída para supermercados e panificadoras de Anápolis e Goiânia.

O homem foi preso e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil em Uruaçu onde foi enquadrado em crime contra as relações de consumo humano.

A Vigilância Sanitária foi acionada e considerou o produto impróprio para o consumo humano.

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Saúde

Goiânia registra mais de seis mil casos de dengue; quatro mortes são confirmadas

Dois óbitos foram confirmados na capital, um em Turvânia e outro em Posse.
29/03/2019, 09h35

Nos três primeiros meses do ano, foram registrados em Goiânia 6.043 casos de dengue, sendo que duas mortes foram confirmadas na capital e duas no interior do estado (Turvânia e Posse). Segundo boletim informativo da Secretaria Estadual da Saúde de Goiás (SES-GO), divulgados no último sábado (23/3), ao todo, foram notificados em Goiás 33.540 casos, com confirmação de 14.071.

Ainda conforme o boletim, 34 mortes que podem ter sido causadas pela doença estão estão sob investigação. Os maiores números da doença se concentram na capital, Aparecida de Goiânia (3.804 casos) e Anápolis (2.397), ambas cidades da Região Metropolitana na capital.

Alerta contra dengue em Goiás

O Boletim, divulgado pela SES-SO, mostra que os casos notificados em 2019 diminuíram 10,60% em relação ao mesmo período de 2018. Mas os números ainda podem aumentar, pois, de acordo com o coordenador-geral de Combate ao Aedes, Marcello Rosa, a baixa pode estar relacionada ao não envio dos dados à SES-GO pelos municípios devido ao feriado prolongado de carnaval.

O coordenador alerta a população para a continuidade do cuidado em casa. “É fundamental que locais que possam ser transformados em criadouros do mosquito Aedes aegypti sejam eliminados rotineiramente”, reforça. Ainda de acordo com Marcello Rosa, este ano está em circulação, com predominância, o vírus sorotipo 2, que causa os casos mais graves da doença.

Cuidados

“Toda semana é fundamental que se faça uma boa inspeção do imóvel para identificar os possíveis focos do Aedes”, orienta Marcello. “O lixo deve ser descartado para a coleta da prefeitura e jamais descartado em lotes baldios ou em praças e logradouros públicos e privados”, alerta o coordenador.

Veja abaixo outras recomendações feitas pela Secretaria de Saúde de Goiás:

– Manter vasos sanitários, grelhas de banheiros desativados fechados;

– Manter recipiente de degelo atrás da geladeira limpo;

– Evitar baldes de limpeza com água guardada;

– Manter vedada a caixa d’água, assim como tampas de cisternas, fossas – inclusive os suspiros podem receber tela, para evitar entrada de mosquitos;

– Manter limpas as grelhas e calhas, bem como os bebedouros de animais, vasos de plantas e aparadores com areia.

Imagens: OPAS 

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Economia

Taxa de desemprego sobe e fica em 12,4% em fevereiro

O percentual é maior que o do trimestre anterior (encerrado em novembro de 2018), que havia sido de 11,6%, mas menor que o resultado do trimestre encerrado em fevereiro do ano passado (12,6%).
29/03/2019, 09h46

A taxa de desemprego no país ficou em 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro deste ano, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) – Contínua, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

O percentual é maior que o do trimestre anterior (encerrado em novembro de 2018), que havia sido de 11,6%, mas menor que o resultado do trimestre encerrado em fevereiro do ano passado (12,6%).

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Goiás

Menino que morreu à espera de leito no Hospital Materno Infantil é velado, em Goiânia

O corpo de Diogo, que tinha Síndrome de Down, deve ser sepultado às 15 horas no Cemitério Jardim da Saudade.
29/03/2019, 09h48

A família do menino Diogo Soares Carmo, de apenas 5 anos, vela o corpo dele na manhã desta sexta-feira (29/3), no Jardim Guanabara I, em Goiânia. Diogo morreu na tarde de ontem (29) aguardando um leito no Hospital Materno Infantil.

O corpo de Diogo, que tinha Síndrome de Down, deve ser sepultado às 15 horas no Cemitério Jardim da Saudade.

A história do menino repercutiu nas redes sociais por causa de um vídeo em que ele aparece aguardando, no colo da mãe, em um dos corredores do hospital, como você pode ler aqui.

Gritos de desespero após os últimos suspiros do filho de cinco anos fizeram até funcionários e funcionárias do Hospital  ir às lágrimas.

Faltavam cinco minutos para as 14h quando o coraçãozinho do menino parou de bater.

Segundo nota do hospital, o menino e a mãe chegaram à unidade às 3h da madrugada do dia 28 de março (quinta-feira).

A criança passou pela Classificação de Risco e classificado como ficha amarela.

Depois de esperar, foi atendido por médico Pediatra e iniciados os procedimentos terapêuticos e diagnósticos. “Conforme amplamente divulgado e informado o HMI encontra-se em superlotação constante”, assume o hospital, em nota.

Sem leito, a criança permaneceu nas cadeiras com a mãe, recebendo o tratamento prescrito e aguardando vaga. Porém, o quadro da menino foi piorando. E a mãe com a criança no colo, sem saber o que fazer.

Preocupada, a mãe chamou médicos e enfermeiros, que levaram a criança para a temida sala de reanimação. Os médicos tentaram, mas não foi possível fazer com que o coraçãozinho voltasse a bater. E a criança morreu.

Morte de criança emocionou funcionárias do Hospital Materno Infantil, em Goiânia

“Eu não aguentei e chorei muito”, conta uma enfermeira sob anonimato.

Vídeos gravados por outros pacientes da unidade mostram o momento que a criança está no colo da mãe e ela cuidando dele. Em seguida, as imagens mostram a mãe desesperada, sendo amparada por outras mães.

Menino de cinco que morreu no corredor Hospital Materno Infantil é velado, em Goiânia

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