Goiás

Três suspeitos de roubo a banco são presos e um morto em confronto com polícia, em Turvânia

Um dos suspeitos presos participou do assalto à agência bancária em Bela Vista de Goiás.
02/04/2019, 19h08

Pelos menos três suspeitos de integrarem uma organização criminosa especializada em roubo a bancos foram presas na tarde desta terça-feira (2/4), e um quarto suspeito de pertencer ao grupo morto após trocar tiros com a polícia, em Turvânia, a 98 quilômetros de Goiânia.

A ação que culminou na prisão do grupo criminoso contou com a participação das equipes das Rondas Ostensivas Táticas Metropolitana (Rotam) e policiais civis que compõe o Grupo Anti-Roubo a Banco da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (GAB/DEIC).

Conforme as informações divulgadas pela polícia, a organização criminosa é uma das últimas que estava atuado em Goiás. A polícia afirmou que o grupo é especializado em roubo e furto de instituições financeiras.

Abordagem terminou com um quarto integrante da associação criminosa especializada em roubo a banco morto em confronto com a polícia

De acordo com as informações divulgadas pela Rotam, três integrantes da associação criminosa foram presos durante a ação. Na abordagem que terminou no município de Turvânia, um quarto integrante da organização trocou tiros com a equipe policial e foi morto após ser baleado durante o confronto.

Com os suspeitos os policiais apreenderam uma Sub-metralhadora calibre 380, uma pistola calibre 9 milímetros de uso restrito da Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO), dois revólveres calibre 357, drogas e explosivos, usados durante as ações criminosas.

Segundo as informações divulgadas após o registro da ocorrência na tarde de hoje, um dos presos na ação era foragido da Justiça e atuou no roubo a banco da cidade de Bela Vista de Goiás. A polícia informou que outros detalhes sobre a operação que terminou com a desarticulação a prisão dos suspeitos vão ser divulgados em uma entrevista coletiva marcada para próxima quarta-feira (3/4) a partir das 14h.

Informações extraoficiais são de que durante o ano de 2019 foram feitas aproximadamente 10 ações que terminaram com pelos a desarticulação de aproximadamente sete organizações especializadas no roubo a banco.

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Brasil

Acusado de peculato e lavagem de dinheiro, Temer vira réu pela 2ª vez

O ex-presidente Temer, Moreira Franco e mais 11 pessoas se tornaram réus.
02/04/2019, 19h25

O ex-presidente Michel Temer se tornou réu hoje (2) em processo que teve origem na Operação Lava Jato. O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, aceitou as duas denúncias contra o ex-chefe de Estado feitas pelo Ministério Público Federal, semana passada, no Rio. O ex-presidente Temer, Moreira Franco e mais 11 pessoas se tornaram réus.

Temer responderá por corrupção passiva, peculato (quando funcionário público tira vantagem do cargo) e lavagem de dinheiro por desvios em obras da Usina Angra 3, no sul fluminense. Ele já é réu em processo por corrupção envolvendo o grupo JBS – conhecido como o caso da mala.

Nas duas denúncias oferecidas pelo MPF, o desvio calculado é de R$ 18 milhões das obras de Angra 3, além de pagamento de propina de R$ 1,1 milhão.

Também viraram réus João Baptista Lima Filho, o Coronel Lima, tratado como operador financeiro do ex-presidente, e o ex-ministro emedebista Wellington Moreira Franco. O ex-ministro e o ex-presidente teriam atuado para nomear Othon Luiz Pinheiro como presidente da Eletronuclear e operar os desvios de dinheiro. Othon e suas filhas, Ana Cristina da Silva Toniolo e Ana Luiza Barbosa da Silva Bolognani também são réus por evasão de divisas. As duas são acusadas de manter contas ilegais no exterior com cerca de R$ 60 milhões.

Expostos com clareza

Na decisão, o juiz Marcelo Bretas diz que os fatos foram expostos com clareza pelo MPF, conforme preconiza o Código de Processo Penal e ratifica competência para julgar o caso, uma vez que o próprio analisou processos anteriores de desvios nas obras da usina nuclear. “O parquet colecionou aos autos inúmeros elementos de prova (quase 2.500 folhas de documentos), desde registros de ligações, mensagens eletrônicas, cópia do contrato de serviços, cópia das notas fiscais, comprovante de transferências bancárias, relatório da Receita Federal, Relatório Conclusivo do IPL 4621, até o termo de colaboração citado”.

Das denúncias, o juiz destaca que, entre 2012 e 2016, em tese, Michel Temer teria determinado o desvio de R$ 10,86 milhões de contratos da Engevix com a Eletronuclear e que os pagamentos teriam sido efetivados com auxílio do coronel Lima. Bretas também ressalta que entre 2013 e 2016, o coronel Lima, junto com a esposa, Maria Rita Fratezi, teriam “dissimulado o montante de R$ 14.535.694 provenientes dos delitos de corrupção e peculato”, por meio de contratos fictícios com empresas contratadas pela Usina Angra 3.

O ex-presidente Temer e o ex-ministro Moreira Franco foram presos preventivamente no último dia 21, na Operação Descontaminação, mas foram soltos quatro dias depois, por decisão do desembargador Ivan Athié, do Tribunal Regional Federal da 2ª Região. O MPF recorreu das solturas ontem (1º).

As denúncias do MPF estão baseadas na delação do empresário José Antunes Sobrinho, da construtora Engevix contratada para serviço eletromecânico em Angra 3.

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Goiás

Ex-governador afirmou que usou avião de preso na Operação Decantação 2, em Goiás

No depoimento José Eliton alegou que usou a aeronave para fins políticos, pois o partido tinha interesse em fazer a locação do avião.
02/04/2019, 20h20

Em depoimento à Polícia Federal (PF) após a Operação Decantação 2 ser deflagrada, o ex-governador de Goiás, José Eliton (PSDB) admitiu que usou o avião do empresário Carlos Eduardo Pereira da Costa, em 2016, sem nenhum contrato ou pagamento ser formalizado. De acordo com o ex-gestor do Estado, o uso da aeronave foi para fins políticos, uma vez que o partido tinha a intenção de locar o avião, o que não ocorreu.

O empresário e dono da aeronave é um dos investigados na Operação Decantação 2, deflagrada na última quinta-feira (28/3), que terminou com ele e outras quatro pessoas presas, mas liberadas no final de semana. Carlos Eduardo é apontado como sócio da empresa Sanefer que teria recebido altas quantias de maneira irregular da Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago).

Conforme a publicação de um Jornal local ao conseguir a liberdade do empresário, os advogados de defesa afirmaram que a soltura de Carlos mostrou que sua prisão foi ilegal. O diretório do PSDB em Goiás foi procurado, mas até o momento não se posicionou sobre as declarações feitas pelo ex-governador.

Por meio de sua assessoria José Eliton afirmou que não vai mais se pronunciar sobre o caso no momento. Segundo as informações divulgadas na imprensa local, em seu depoimento o ex-governador afirmou que usou o avião de forma eventual como uma carona. E declarou à imprensa que todos os voos foram efetuados durante campanha eleitoral e foram legais.

Investigações da Operação Decantação 2 apontaram que três empresas de um mesmo dono receberam benefícios da Saneago

Por meio de nota a Saneago afirmou que atual gestão da companhia está priorizando a implantação de melhores práticas de governança, afim de garantir a lisura de todos os processos e com a criação da Superintendência de Governança. A empresa lembrou ainda que está fornecendo toda colaboração necessária às investigações.

As investigações da Operação Decantação 2, apontaram que ao menos três empresas de um único dono foram beneficiadas com contratos firmados com a Saneago, mesmo com impedimentos fiscais.

Conforme a PF, empresários, diretores e agentes públicos são investigados pelos desvios na companhia. No dia da operação foram cumpridos cinco mandados de prisão, vale lembrar que todos os presos já foram soltos, e oito de busca e apreensão ligados ao ex-governador em Goiânia e Aparecida de Goiânia. Em um dos endereços a polícia encontrou uma quantia de R$ 2,3 milhões e armas. Os envolvidos vão responder pelos crimes de associação criminosa, peculato, corrupção passiva e ativa, fraudes em processos licitatórios e lavagem de dinheiro.

Via: G1 

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Goiás

Aulas da Universidade Federal de Jataí são suspensas após ameaça de atentado

De acordo com a própria UFJ, um indivíduo não identificado ameaçou promover um ataque ao curso de Educação Física. A ameaça foi testemunhada por duas pessoas.

Por Ton Paulo
03/04/2019, 07h47

Um clima de preocupação recaiu sobre os alunos da Universidade Federal de Jataí (UFJ) na noite da última terça-feira (2/4), depois que a instituição precisou suspender as aulas do Câmpus Jatobá por causa de uma ameaça de atentado dentro da universidade. De acordo com a própria UFJ, um indivíduo não identificado ameaçou promover um ataque ao curso de Educação Física.

Em nota, a universidade informou sobre a suspensão das aulas na noite de ontem do Câmpus Jatobá, localizado na Cidade Universitária José Cruciano de Araújo, em Jataí, após uma ameaça de ataque terrorista aos alunos de Educação Física.

A instituição ainda conta que a ameaça por parte do suspeito foi testemunhada por duas pessoas. De acordo com a UFJ, a segurança foi informada e “todos os protocolos de prevenção foram tomados”.

Por fim, a universidade declarou que após as providências emergenciais, o relatório do caso será enviado para a Polícia Federal. Na manhã de hoje (3/4), o site da instituição estava fora do ar.

Confira a nota abaixo, emitida pela UFJ na noite de ontem (2/4):

“Nota oficial

Informamos que, na noite deste dia 02 de abril, um indivíduo não identificado ameaçou promover um ataque ao curso de Educação Física, fato esse que seu deu diante de duas testemunhas. Logo a seguir a equipe de segurança foi acionada e todos os protocolos de prevenção foram tomados no sentido de identificar a pessoa e coibir quaisquer ações perante a comunidade universitária.

As aulas do curso de Educação Física foram preventivamente suspensas no momento da denúncia e foram realizadas rondas por todo o Câmpus Jatobá, mas o indivíduo não foi encontrado.

Após as providências emergenciais, o relatório sobre o caso será encaminhado a Polícia Federal e solicitadas investigações sobre o acontecido.

A DireçãoREJ/UFG”

Além da Universidade Federal de Jataí, a UFG também foi alvo de ameaças esta semana

A ocorrência na UFJ, em jataí, não é um caso isolado. Os alunos da Universidade Federal de Goiás (UFG) também foram pegos de surpresa com uma nota publicada na manhã de segunda-feira (1/4) pela instituição. Na nota, foi informado que a reitoria da universidade recebeu um e-mail naquele dia contendo ameaças de atentado, e que em face disso, acionou, preventivamente, as Polícias Federal e Militar. A reportagem do Dia Online teve acesso ao e-mail recebido pela universidade, que traz ameaças de um tiroteio contra alunos “negros, gays e esquerdistas”.

O e-mail recebido pela universidade tem como remetente um endereço codificado, e traz mensagens de ódio contra determinados grupos (negros, homossexuais e negros) e ameaças de um atentado contra alunos da UFG dentro da instituição.

A reitoria da universidade, através da nota publicada em seus meios de comunicação, disse que, em virtude da ameaça recebida por e-mail, acionou as Polícias Federal e Militar com o objetivo de “proporcionar a manutenção de todas as atividades com segurança e tranquilidade, preservando a integridade física da comunidade universitária”.

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Educação

Professores aprovados em concurso de 2018 atuarão em 49 cidades goianas

Os aprovados, que recebem posse nesta quarta-feira (3/4), devem suprir o déficit nas áreas de Biologia, Matemática, Física e Química.
03/04/2019, 07h57

Os professores aprovados no concurso público de 2018, que foram convocados neste ano pelo governo estadual, atuarão em 49 cidades goianas, incluindo a capital. Esses profissionais devem suprir o déficit no Ensino Fundamental e Médio da rede estadual de ensino nas áreas de Biologia, Matemática, Física e Química.

Conforme o edital, nos próximos três anos, os professores aprovados passarão por estágio probatório, que deve apurar os requisitos necessários para o exercício da profissão. Durante esse período serão aplicadas duas avaliações anuais. Os salários variam segundo a carga horária semanal, sendo R$ 1.669,63 para 20 horas, R$ 2.504,44 para 30 horas e R$ 3.339,25 para 40 horas trabalhadas.

Veja abaixo a lista de municípios que devem receber os efetivados:

  • Águas Lindas de Goiás
  • Alto Paraíso
  • Anápolis
  • Aparecida de Goiânia
  • Aragarças
  • Cachoeira Alta
  • Catalão
  • Ceres
  • Cidade Ocidental
  • Cristalina
  • Formosa
  • Goianésia
  • Goiânia
  • Goiatuba
  • Inhumas
  • Iporá
  • Itaberaí
  • Itapaci
  • Itapuranga
  • Itumbiara
  • Jaraguá
  • Jataí
  • Jussara
  • Luziânia
  • Mineiros
  • Morrinhos
  • Novo Gama
  • Padre Bernardo
  • Palmeiras de Goiás
  • Piracanjuba
  • Piranhas
  • Pires do Rio
  • Planaltina
  • Porangatu
  • Posse
  • Quirinópolis
  • Rio Verde
  • Rubiataba
  • Santa Helena de Goiás
  • Santo Antônio do Descoberto
  • São Domingos
  • São João da Aliança
  • São Miguel do Araguaia
  • Silvânia
  • Simolândia
  • Sítio d’Abadia
  • Trindade
  • Uruaçu
  • Valparaíso de Goiás

Professores aprovados recebem posse hoje

Nesta quarta-feira (3/4), dos 150 primeiros convocados, 118, que tiveram a documentação validada pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc), recebem posse dos cargos no Auditório Mauro Borges do Palácio Pedro Ludovico Teixeira, em Goiânia. A solenidade está marcada para 9h e deve contar com a presença do governador Ronaldo Caiado (DEM), da secretária da Educação, Fátima Gavioli, coordenadores Regionais de Educação, superintendentes, chefes de núcleos, gerentes e demais autoridades.

Os profissionais que passam hoje pela cerimônia de acolhida e certificação fazem parte de um grupo de 435 aprovados no concurso público de 2018. A lista com a totalidade dos nomes foi publicada no dia 7 de fevereiro de 2019 no Diário Oficial de Goiás, sendo que dois dias antes o decreto de nomeação havia sido assinado pelo governador.

Na última segunda-feira (1º/4), foram convocados outros 285 professores aprovados no mesmo concurso. Este grupo tem 30 dias para apresentar a documentação ao Núcleo de Modulação de Registros Funcionais da Seduc para a efetivação da posse.

Imagens: Ipuaçu 

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