Economia

Acompanhe a cobertura ao vivo da Tecnoshow 2019; evento ocorre de 8 a 12 de abril

Evento voltado para o agronegócio, com entrada gratuita, ocorre em Rio Verde.
08/04/2019, 09h16

A Tecnoshow 2019, feira de agronegócio promovida pela cooperativa COMIGO, se inicia nesta segunda-feira, 8 de abril, e segue até o dia 12. A programação está recheada de palestras técnicas e econômicas, doações de mudas de árvores nativas, circuito ambiental, exposição de veículos, instituições financeiras, produtos e serviços diversos para o agronegócio e alternativas de renda.

O evento, com entrada gratuita, ocorre em Rio Verde, na Região Sudoeste de Goiás. E quem não pode ir até o local, mas tem interesse nas novidades do mundo do agricultor, consegue acompanhar tudo por meio das plataformas online. Durante toda a feira, o Dia Online disponibilizará câmeras ao vivo que captam toda a estrutura da Tecnoshow 2019.

Acompanhe em tempo real:

Programação da Tecnoshow 2019

Nomes como Nelson de Sá (IRRIGER), Rubens Koit Nagata (Giro Agro), Robson de Paula (Pioneer) e muitos outros, estarão presentes palestrando sobre suas áreas de domínio. Confira abaixo programação:

  • Segunda-feira 8/4

9h – Abertura Tecnoshow COMIGO

  • Terça-feira: 9/4

9h – Lançamento do Instituto de Ciência e Tecnologia COMIGO (ITC)

9h30 – Fertilidade e nutrição para altas produtividades – Antônio Luiz Fancelli

14h – Os desafios do agronegócio e a retomada do crescimento econômico – Clovis de Barros Filho

  • Quarta-feira 10/4

9h30 – Pragas de Solo – Jaime Maia, José Ednilson Miranda e Alaerson Geraldine

14h – Estratégias nutricionais para animais e mercado da pecuária – Flávio Dutra

  • Quinta-feira 11/4

9h30 – Arquitetura radicular eficiente: base para uma agricultura de sucesso – Carlos César E. Menezes

14h – Perspectivas para os Mercados de Soja e Milho Safra 2018/2019 – André Pessôa

  • Sexta-feira 12/4

9:30h – A importância da pastagem na alimentação animal – Moacyr Corsi

Tecnochow COMIGO

Desde 2008 sob a mesma direção, o evento vem crescendo de forma significativa, representando atualmente uma das principais referências em feiras do gênero no país. A Tecnoshow 2019, por sua vez, vem para reafirmar sua importância, trazendo em sua grade palestras, exposições, produtos e outras diversas alternativas para o mundo do agronegócio. Na edição de 2018 foram 550 expositores, R$ 2,5 bilhões em comercialização e um público superior a 106 mil pessoas.

Por ali os produtores podem encontrar variados maquinários e equipamentos com as mais avançadas tecnologias, sem contar que ainda podem conferir apresentações de dinâmicas para todas as atividades agropecuárias e ainda desfrutar da oportunidade de conhecer novas cultivares e pesquisas desenvolvidas para o manejo de pragas e doenças. Ainda no setor da agropecuária, são apresentados exemplares dos melhores reprodutores e matrizes de gado leiteiro e de corte de bovinos, equinos, equídeos e ovinos.

Imagens: Tecnoshow Comigo 

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Trânsito

Servidores do Sebrae capotam carro e ficam feridos na BR-060 a caminho da Tecnoshow

Um deles, que foi arremessado e teve ferimentos graves, não usava cinto de segurança no momento do acidente.

Por Ton Paulo
08/04/2019, 10h04

Dois servidores do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, o Sebrae, ficaram feridos depois de sofrer um acidente no último domingo (7/4) na BR-060, em Acreúna, a caminho da Feira de Tecnologia em Agronegócio (Tecnoshow), em Rio Verde. Um deles, que foi arremessado e teve ferimentos graves, não usava cinto de segurança no momento do acidente.

De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os dois homens e um motorista, representantes do Sebrae no Distrito Federal, seguiam de Brasília para Rio Verde debaixo de uma forte chuva quando tudo ocorreu.

Ainda conforme a PRF, os homens viajavam sob o temporal quando o condutor perdeu a direção do veículo, o carro aquaplanou e em seguida acabou capotando. Com o impacto, um dos dirigentes, o diretor técnico Rodrigo de Oliveira Sá, de 53 anos, que estava no banco traseiro, foi arremessado para fora do automóvel e teve ferimentos graves.

Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu, e encaminhado para a unidade de saúde em Acreúna, de onde foi levado posteriormente para o hospital de Rio Verde. De acordo com a polícia, o homem não usava cinto de segurança no momento do capotamento.

Já o motorista, de 50 anos, e o outro servidor do órgão, de 52, que viajava no banco da frente, tiveram apenas ferimentos leves.

Atualização: o diretor técnico Rodrigo de Oliveira Sá teve o óbito confirmado em razão dos graves ferimentos.

Servidores do Sebrae estavam a caminho da Tecnoshow, em Rio Verde

Segundo informações da PRF, os servidores do Sebrae de Brasília seguiam para a Feira de Tecnologia em Agronegócio, a Tecnoshow, que começou hoje (8/4) no município de Rio Verde.

O evento anual é o maior do Centro-Oeste em sua categoria, e conta com a presença de milhares de pessoas, incluindo autoridades como governadores, prefeitos e até o presidente da República.

Durante o evento, inclusive, a capital de Goiás passa simbolicamente para Rio Verde durante os dias do evento agrícola.

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Economia

Motoristas de aplicativo em Goiás podem ser isentos de impostos na compra de novo veículo

Segundo autor da proposta, o objetivo é "garantir aos motoristas de aplicativo os mesmos benefícios fiscais já gozados pelos motoristas de táxi".
08/04/2019, 11h17

Os motoristas de aplicativo que atuam em Goiás podem ter direito à isenção sobre o pagamento do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS), na compra de um novo veículo. É o que prevê o Projeto de Lei n° 1455/19, que tramita na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego).

De acordo com a proposta, para ficar livre dos impostos, o proprietário deve exercer, com habitualidade, há pelo menos um ano, a atividade de condutor autônomo de passageiros, na categoria de transporte privado por aplicativo, além de utilizar habitualmente o veículo na atividade de condutor autônomo de passageiros.

Meta é oferecer aos motoristas de aplicativo os mesmos benefícios que recebem os taxistas

O projeto, de iniciativa do deputado Zê Carapô (DC), o projeto tem como objetivo “prestigiar os princípios constitucionais da ordem econômica, da isonomia, da livre iniciativa, de modo a garantir aos motoristas de aplicativo os mesmos benefícios fiscais já gozados pelos motoristas de táxi.”

Conforme o texto, os dados para isenção deverão ser disponibilizados pela empresa de transporte por aplicativo. Ainda de acordo com a proposta, o proprietário também não poderá ter adquirido nos últimos dois anos nenhum veículo com isenção ou redução da base de cálculo do ICMS outorgada à categoria.

O texto considera veículos habitualmente destinados ao transporte privado de passageiros aqueles que, através de um aplicativo ou via internet, realize uma média mensal de 250 transportes.

Regras mais seguras para motoristas e usuários de transporte por aplicativo

Um novo projeto de lei que tramita na Câmara Municipal de Goiânia prevê uma regulamentação com regras mais seguras tanto para o motorista quanto para os usuários do transporte por aplicativo, na capital. A matéria foi protocolada no final do ano passado e está na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal para apreciação assim que os trabalhos na Casa forem retomados no próximo mês. A nova lei visa ainda a melhoria na relação entre condutores e passageiros.

O projeto designa às empresas a obrigatoriedade de compartilhar equipamentos, programas, sistemas, serviços ou qualquer outro mecanismo físico ou informatizado que viabilize e facilite a fiscalização de suas operações à administração municipal. Para os autores da propositura da nova lei, essas novas tecnologias possibilitam a otimização do uso do espaço viário e do transporte.

Imagens: Juros Baixos 

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Saúde

Registro de tuberculose que resiste a remédios triplica; já são 3 casos por dia

Dados são do Ministério da Saúde.
08/04/2019, 11h35

A taxa de incidência de tuberculose preocupa o governo federal – foram 73,2 mil infecções em 2017, média de mais de 200 por dia. E o mais grave: voltou a crescer no País o número de infecções multirresistentes, ou seja, que não respondem aos dois principais medicamentos. Esse número triplicou em uma década, alcançando 1, 1 mil naquele ano – três por dia, segundo dados do Ministério da Saúde obtidos pelo jornal O Estado de S. Paulo.

Doença diretamente relacionada às condições socioeconômicas da população, a tuberculose registrou aumento, segundo especialistas, principalmente por causa da crise econômica que atingiu o País nos últimos anos, o que teria diminuído os investimentos no sistema de saúde e piorado a vida da população em aspectos que contribuem para a infecção, como moradias inadequadas e sem circulação de ar.

O próprio Ministério da Saúde destaca a crise, ao lado de melhorias no diagnóstico. “O aumento do coeficiente de incidência da tuberculose nos dois últimos anos pode representar uma ampliação do acesso às ferramentas de diagnóstico. No entanto, também pode estar relacionado aos desafios no controle da doença por determinação social, ao lado de uma importante crise econômica pela qual o país tem passado nos últimos anos”, destacou a pasta em boletim epidemiológico publicado no último mês.

O documento mostra que o índice de casos por 100 mil habitantes, que era de 34,1 em 2015, foi para 34,3 em 2016 e alcançou 35,3 em 2017. No ano passado, a taxa teve uma leve queda (ficou em 34,8), mas continua superior ao coeficiente registrado em 2014 e 2015. Somente em 2017, 73,2 mil pessoas foram infectadas pela doença no Brasil, das quais 1,1 mil apresentaram a forma multirresistente da tuberculose, o triplo do registrado em 2009, quando 339 tiveram infecção resistente. O índice de mortalidade por tuberculose permanece estável no País, mas a doença, embora curável e com tratamento gratuito na rede pública, ainda mata cerca de 4,5 mil brasileiros por ano.

Causas

Para médicos especialistas no tema e ativistas no combate à doença, o contingenciamento de recursos públicos é determinante para o cenário. “É uma resposta à deterioração dos serviços de saúde. Há muita rotatividade dos profissionais, eles não recebem o treinamento adequado, não há identificação com a comunidade e o diagnóstico é tardio”, afirma a pneumologista Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Exemplo de como a tuberculose tem forte ligação com as condições de vida da população é a incidência da doença em favelas cariocas. “Enquanto no Brasil a taxa é de cerca de 35 casos por 100 mil habitantes, na Favela da Rocinha, chega a 300”, comenta Margareth.

Mais análises

Segundo a coordenadora do Programa Nacional de Controle da Tuberculose do Ministério da Saúde, Denise Arakaki, ainda são necessárias análises mais aprofundadas para verificar as causas do aumento da incidência da tuberculose nos últimos anos. “Um ou dois anos de crescimento na incidência é pouco tempo para dizermos se a doença, de fato, voltou a aumentar ou se cresceu a notificação por causa da melhoria no diagnóstico. De qualquer forma, para não sermos surpreendidos no futuro, vamos realizar uma reunião com especialistas no próximo mês para verificar se esse aumento é real e definir o que fazer”, disse ela.

Denise citou ainda, como outro fator que explicaria o aumento, um trabalho mais ativo do ministério nos últimos anos na busca de casos entre a população carcerária, um dos grupos mais afetados.

Sobre as infecções multirresistentes, a coordenadora disse que o número de casos cresceu de forma expressiva por causa da inclusão no SUS, em 2014, de um teste rápido molecular que verifica a resistência da bactéria a um dos principais antibióticos, a rifampicina. “Os casos diagnosticados estão crescendo, mas a resistência no Brasil continua baixa, principalmente porque aqui os remédios só são oferecidos pelo governo, não são vendidos em farmácia, o que evita o uso indiscriminado”, destaca Denise.

Para Margareth, no entanto, embora a inclusão do teste rápido tenha, de fato, aumentado o número de diagnósticos de casos multirresistentes, esse não é o único fator que explica a alta. “Tem crescido a resistência a alguns medicamentos e, além disso, a ocorrência de casos multirresistentes é favorecida pelas situações dos doentes ditos crônicos, que ficam rodando na rede sem ter diagnóstico ou acompanhamento. Se a doença não é tratada adequadamente, ela pode voltar mais resistente”, diz.

Diagnóstico

Foram necessárias três passagens por especialistas e um mês de angústia para que a auxiliar administrativa Érica Barbosa Decaris, de 31 anos, tivesse o diagnóstico. Mesmo com tosse persistente e muita dor nas costas, nenhum dos dois médicos cogitou tuberculose.

“Fui a um pronto-socorro do SUS (rede pública) e o médico disse que era pneumonia. Fiz o tratamento, mas logo depois voltaram os sintomas. Então decidi pagar um clínico particular e ele me disse que era inflamação nos brônquios, mas o tratamento também não adiantou. Só o terceiro médico disse que podia ser tuberculose e me orientou a fazer o exame”, conta ela. “Acho que os médicos não estão preparados.”

Para Margareth Dalcolmo, pneumologista e pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é “inadmissível” esse atraso na detecção. “É injustificável que, em um país com mais de 70 mil casos, nossos pacientes estejam sendo diagnosticados tardiamente.”

A demora fez Érica iniciar o tratamento quando a doença estava mais avançada. “Eu já estava tossindo sangue e tinha afetado os dois pulmões.” Depois da descoberta, a auxiliar administrativa passou a ir diariamente ao posto de saúde, durante seis meses, para tomar os medicamentos. “No começo foi muito difícil porque eu sentia dores no corpo e enjoos por causa dos remédios, mas me apeguei ao pensamento de que cada dia que eu ia ao posto era um dia a menos no meu tratamento.”

Preconceito

Ela se afastou do trabalho por quatro meses, usou máscara no início do tratamento e dormiu na sala por meses pois, enquanto não estivesse curada, a recomendação era não dividir o quarto. Mas o que mais chateou a paciente foi o preconceito de amigos. “Pessoas me viam na rua com a máscara e não chegavam perto. Sempre fui bem amparada no posto de saúde na parte médica, mas acho que faltou uma rede de apoio psicológico.” As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Goiás

Transferência do Terminal Isidória em razão do BRT gera insatisfação em Goiânia

O terminal provisório será construído a cerca de 1 km do atual Terminal Isidória, pelo tempo necessário para reconstrução no novo terminal apropriado para o BRT.

Por Ton Paulo
08/04/2019, 11h45

A implantação do já quase lendário BRT em Goiânia, que já está em atraso, está gerando bastante polêmica entre os usuários do transporte coletivo na capital. Isso porque a execução do projeto vai exigir a transferência provisória do Terminal Isidória, no Setor Pedro Ludovico, para um local a 1 quilômetro dali.

Conforme apurado pela reportagem do Dia Online, o terminal provisório será construído no canteiro central da Alameda João Elias da Silva Caldas, cerca de 1 km do atual Terminal Isidória, pelo tempo necessário para reconstrução no novo terminal apropriado para o BRT. No entanto, a comunidade local não teria sido informada e não houve diálogo sobre os impactos de trânsito e ambiental que a região irá sofrer.

O departamento da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) responsável pelas obras e implentação do BRT foi contatado pela reportagem do Dia Online, e disse em nota que o canteiro que será usado para o terminal provisório será restaurado após ser usado e transformado em praça. Confira abaixo:

“O Consórcio responsável pelas obras do BRT informa que os trabalhos para  instalação do terminal provisório no Setor Pedro Ludovico já foram iniciadas e serão entregues em 60 dias. Na sequencia, a empresa inicia as obras de requalificação do Terminal Isidória, prevista para ser entregue no fim de 2020.

Em relação ao local que abrigará o terminal provisório, a Prefeitura de Goiânia informa que todo o canteiro será recuperado e transformado numa praça.”

Vereador fará reunião para tratar da insatisfação da população quanto à transferência do Terminal Isidória por causa do BRT

O vereador de Goiânia Paulo Magalhães (PSD), representante do Setor Pedro Ludovico, informou por meio de sua assessoria que vai realizar nesta segunda-feira (8/4), a partir das 19h, uma reunião com moradores, comerciantes e representantes da CMTC, Prefeitura de Goiânia, Seinfra e das empresas do consórcio do BRT, para discutir a mudança provisória do Terminal Isidória para implantação do BRT. O encontro irá ocorrer na Alameda João Elias da Silva Caldas.

“Durante décadas, essa avenida ficou abandonada e a cerca de 11 anos conseguimos, com recurso próprio, revitalizar e construir os canteiros centrais. É um absurdo destruir esse espaço e, principalmente, sem comunicar a população local. Compreendo a importância do BRT para mobilidade urbana, mas não posso concordar em destruir uma praça, sendo que existem outros locais no setor para abrigar o terminal provisório”, declarou Paulo Magalhães.

O vereador ainda pretende apresentar à equipe responsável pela obra outras duas áreas no Setor Pedro Ludovico que podem abrigar o terminal provisório. E caso não haja entendimento, o vereador disse que vai exigir um acordo por escrito para que o consórcio do BRT, após terminar a construção do novo terminal, reconstrua e faça benfeitorias nas quatro ilhas da Avenida João Elias.

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