Brasil

Animais de estimação são envenenados em Alta Floresta no Mato Grosso

Donos alegam que os bichinhos não apresentaram sintomas de nenhuma doença, mas tiveram convulsões e apresentaram uma baba branca na boca antes de morrer.
11/04/2019, 19h41

O resultado de uma perícia encomendada por um grupo de proteção animal da cidade de Alta Floresta, no Mato Grosso (MT), foi divulgado nesta quinta-feira (11/4) e concluiu que cães e gatos da cidade morreram após ingerir carbamato, o popular chumbinho, que é usado geralmente para matar ratos.

Segundo matéria veiculada em um Jornal da região, o exame foi feito em um cachorro, que não resistiu e morreu após ingerir o veneno, mesmo tendo sido resgatado. A publicação mostra que o animal apresentou os mesmo sintomas de outros animais que morreram no município.

A associação Amamos Animais foi a responsável por encomendar a perícia, e a diretora da instituição Leir Ribeiro, entregou o laudo à Polícia Civil do Mato Grosso (PC-MT), que investiga a morte de outros 36 animais na cidade. A diretoria da associação afirmou que foi informada das outras mortes e que os donos não quiseram registrar o boletim de ocorrência (B.O).

Embora o laudo da perícia solicitado pela associação mostre que os cães e os gatos morreram após ingerir o veneno, a Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) ainda não divulgou o resultado oficial do exame. Segundo o periódico local, os animais começaram a morrer no dia 10 de janeiro deste ano na cidade.

Donos dos animais afirmaram que os bichinhos não apresentavam nenhum sintoma de doença, mas tiveram convulsões e apresentaram baba branca na boca antes de morrer

Os donos dos animais que morreram após comer o veneno, afirmaram à publicação que os bichinhos não apresentavam sintomas de doenças, porém antes de morrer, os animais apresentaram convulsões e uma baba branca na boca.

Pelos levantamentos da associação, ao menos 36 cães e gatos morreram nesse período na cidade, entretanto a diretora do grupo acredita que esse número possa ser maior do que o registrado.

Segundo o médico veterinário, Luiz Carlos Queiroz Júnior, ao ingerir chumbinho, o animal pode morrer no prazo de cinco minutos, pois o animal pode ter convulsões, parada cardíaca e hemorragia interna, e não dá tempo de chegar a um médico ou clínica.

A publicação mostra ainda que não há informações sobre o suspeito de estar envenenado os animais, e que a PCMT investiga o caso.

Via: G1 
Imagens: G1 

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Política

"Ela é louca!", diz Amauri Ribeiro sobre Lêda Borges após confusão na Alego

Segundo a deputada Lêda Borges, o deputado Amauri Ribeiro estava usando a tribuna apenas para atacar um colega, em contrapartida o parlamentar disse que a deputada estava "chiando" durante sua fala.

Por Ton Paulo
11/04/2019, 20h28

A Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) foi palco de um barraco memorável na tarde desta quinta-feira (11/4), durante uma sessão ordinária. Com ânimos, no mínimo, exaltados, os deputados Amauri Ribeiro (PRP) e Lêda Borges (PSDB) bateram boca no Plenário da Casa, trocando ofensas e acusações. A confusão na Alego fez com que o presidente da Casa suspendesse a sessão que ocorria no momento.

Tudo começou quando o deputado Amauri Ribeiro, famoso por estar sempre de chapéu, subiu à tribuna e, após se posicionar sobre a matéria em votação, trouxe à tona um desentendimento com o deputado Cláudio Meirelles (PTC) ocorrido no dia anterior. Amauri, que havia chamado Cláudio Meirelles de “hipócrita” um dia antes, chegou a dizer que o parlamentar do PTC usava de ironia e deboche para debater, e que ele não tinha lado.

Entretanto, neste momento, Amauri fez uma pausa e se dirigiu à deputada tucana Lêda Borges. “Deputada Lêda, a senhora quer falar? Usa o microfone. Porque toda vez que eu estou falando a senhora fica chiando aí”, disse.

Foi então que a confusão se instalou e a sessão precisou ser suspensa pelo presidente da Casa Lissauer Vieira (PSB). [Veja o vídeo abaixo]

“Eu vou sempre defender o regimento da Casa”, diz Lêda Borges

Em entrevista ao Dia Online após a confusão, a deputada Lêda Borges falou sobre o ocorrido e deu sua versão. Segundo a parlamentar goiana, o desentendimento não era com ela, e sim entre o deputado Amauri Ribeiro e o deputado Cláudio Meirelles. “Eu entrei no meio para defender o regimento da Casa, para defender a Assembleia. Eu vou sempre defender o regimento da Casa.”, declarou.

De acordo com Lêda, ela não havia interrompido ou atrapalhado a fala do deputado, mas sim “pedido para o presidente cumprir o regimento”, uma vez que, segundo ela, Amauri estava usando a tribuna apenas para atacar Cláudio Meirelles e não para discutir a matéria em pauta. “Ele [Amauri] gastou meio minuto para dizer que era favorável à matéria e no restante do tempo começou a atacar o deputado Cláudio”, disse. Ainda segundo ela, antes o deputado Amauri havia chamado Cláudio Meirelles de “prostituta do poder”, declaração que foi confirmada por Amauri.

A deputada também negou que tenha sido contida para não atacar o deputado Amauri, como o parlamentar havia dito, e também disse que jamais afirmou que era preciso “dar um fim nele”, como noticiado por um jornal local. “Eu vou defender a Casa, vou defender o regimento! Eu jamais disse que ‘era preciso dar um fim nele’, eu disse que não tinha medo dele. Ele disse que eu estava ‘chiando’. Eu não ‘chio’, eu me manifesto pelo regimento!”, finaliza a deputada.

“Ela me desrespeitou. Ela é louca, transtornada”, diz Amauri Ribeiro

Também em entrevista ao Dia Online, o deputado Amauri Ribeiro deu sua versão da confusão. Conforme ele, a deputada Lêda Borges “o desrespeitou”, e, além de dizer que a parlamentar “gosta de escândalo”, chegou a dizer ainda que a deputada é “louca e transtornada”.

De acordo com Amauri, ele disse à deputada Lêda que ela ficava “chiando” pois, segundo ele, ela estaria impedindo seu direito de fala na tribuna. “Toda vez que vou falar é assim, ela não me permite. Ela estava tentando me atrapalhar, falando alto e tentando me interromper. Foi aí que eu disse para ela parar de chiar, e que se quisesse falar que usasse o microfone”, disse.

Amauri disse ainda que após a sessão, ele foi até o gabinete do presidente da Alego, Lissauer Vieira, para conversar com o parlamentar. Segundo ele, nesse momento os deputados Cláudio Meirelles e Lêda Borges chegaram “querendo briga”, mas foram retirados de lá. A deputada Lêda confirmou que foi ao gabinete do presidente da Casa, mas negou que tivesse sido retirada do ambiente. “O que eles querem ali é me desmoralizar, eles querem que eu agrida alguém para aí eles me atacarem”.

Veja o vídeo do momento da confusão:

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Goiás

Reclamação de Marconi Perillo contra promotor de Justiça do MPGO, Fernando Krebs, é arquivada

Em fevereiro deste ano o ex-chefe do executivo de Goiás teve o pedido de indenização movido contra o promotor negado pelo TJGO.
11/04/2019, 20h33

A briga judicial travada entre o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB) e o promotor de Justiça, Fernando Krebs ganhou mais um episódio nesta quinta-feira (11/4) na Corregedoria Nacional do Ministério Público (CNMP) que arquivou a reclamação de Marconi contra o promotor.

A decisão é do corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel, que consideram sem procedência a reclamação do ex-governador e do então presidente do Departamento Nacional de Trânsito (Detran), João Furtado Neto.

Tanto Marconi Perillo como o ex presidente do Detran acusaram o promotor do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO), de usar a sua função para fazer sua promoção pessoal e atacar o ex-governador e João Furtado Neto nas redes sociais, além de outra irregularidades.

No entanto ao analisar a reclamação contra o promotor, Rochadel contou com o apoio do auxiliar Bernardo Maciel Vieira, que recomendou o arquivamento da reclamação. Conforme a análise do documento enviado pelo ex-gestor do Estado, não foi possível verificar nenhuma pratica ilícita por parte do promotor de Justiça.

Decisão é a segunda derrota de Marconi Perillo em uma ação contra o promotor, a primeira foi em fevereiro deste ano, quando teve um pedido de indenização por danos morais negado pela Justiça

O auxiliar do CNMP, lembrou que no documento apresentado pelos solicitantes, não existe elementos necessários para mostrar que o promotor cometeu algum ato ilícito e não há evidências que possam provar o desvio da sua função.

Vale lembrar a 1ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO), negou o pedido de indenização por dano moral feito por Marconi Perillo contra o promotor. A decisão foi tomada em primeiro grau, após o ex-chefe do executivo entrar com uma ação contra o membro do MPGO, após uma publicação de Krebs no Twitter, que Marconi alegou ser difamatória.

A postagem que gerou o pedido de indenização por parte de Marconi Perillo, foi feita por Krebs em julho de 2014 e ele pergunta ao então governador se ele havia ligado para o contraventor Carlinhos Cachoeira e Demóstenes Torres para desejar feliz Dia do Amigo.

A decisão de negar o pedido do ex-governador foi tomada pelo juiz substituto, Maurício Porfírio Rosa, que afirmou não haver provas de ofensa ou prática ilícita, pois o promotor agiu dentro do seu direito de crítica.

Via: O Popular 

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Goiás

Bombeiros retomam buscas por funcionário da Saneago desaparecido no Meia Ponte

Incidente ocorreu no fim da manhã de quinta-feira (11/4). Ao menos 12 bombeiros atuam na ocorrência.
12/04/2019, 07h56

Doze bombeiros retomaram, por volta das 5h desta sexta-feira (12/4), as buscas pelo funcionário da Saneago que desapareceu no Rio Meia Ponte, no Bairro São Domingos, em Goiânia. O incidente ocorreu no fim da manhã de ontem (11/4), enquanto Flávio Leonel Moraes, de 36 anos, e outro colega faziam medição na parte de cima da contenção do rio.

Segundo o tenente Alisson Oliveira, que comanda o resgate no local, as buscas serão ampliadas. “Hoje o perímetro de buscas vai avançar. Ontem foi em torno de três as cinco quilômetros do local do acidente, não tem como precisar, mas hoje a buscas são feitas do perímetro terceiro para frente”, explicou ao Dia Online.

Ainda conforme a corporação, as buscas são feitas tanto pela terra quanto pela água, entretanto, são “buscas cegas” devido à turbidez da água do rio a visibilidade é quase nula. “Já fizemos buscas pela mata com a equipe de salvamento terrestre e agora estamos fazendo pela água. Mas por causa da água turva, que impede a visibilidade, são buscas cegas”, disse o tenente.

Funcionário da Saneago desaparece no Meia Ponte, em Goiânia

O incidente com o funcionário da Saneago ocorreu na manhã desta quinta-feira (11/4). O Corpo de Bombeiros foi acionado por volta das 10h40 para fazer o resgate.

Dois funcionários que faziam medição na parte de cima da contenção do rio pularam na água devido o forte fluxo de água. A embarcação dos colaboradores estava sendo arrastada para uma vala do rio. Um deles conseguiu chegar até a margem do Meia Ponte, mas o outro, identificado como Flávio Leonel Moraes, de 36 anos, que atua na Supervisão de Hidrologia, foi arrastado pela água.

Em nota, a Saneago informou que o socorro foi acionado imediatamente após o acidente. Equipes da empresa acompanham as buscas, além de prestar apoio à família. Veja abaixo a nota na íntegra:

A Saneago informa que equipes do Corpo de Bombeiros continuam com a operação de resgate do agente de sistemas Flávio Leonel Moraes. Flávio trabalhava na Supervisão de Hidrologia e estava no local conferindo o nivelamento de uma das réguas de medição da estação fluviométrica, que fica acima da área de captação da Companhia no Rio Meia Ponte. No momento, a Companhia aguarda mais informações da operação, prestando todo o apoio à família.

A Saneago ressalta que oferece todos os equipamentos de proteção, individuais e coletivos, voltados para a segurança os seus funcionários, faz treinamentos periódicos e cobra o uso desses equipamentos quando sua atividade assim o exige. No caso de Flávio, a Companhia está averiguando os motivos de o agente de sistema não estar utilizando o colete salva-vidas no momento do acidente.

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Goiás

Revogação dos incentivos fiscais para a Enel é aprovado em primeira votação na Alego

O Projeto de Lei que revoga os incentivos fiscais para a Enel Distribuição em Goiás é de autoria do deputado Paulo Cezar Martins (MDB).

Por Ton Paulo
12/04/2019, 08h14

Depois do relatório favorável ser aprovado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ) da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), no último dia 4/3, foi aprovado ontem (11/4) em primeira votação no plenário o Projeto de Lei que revoga os incentivos fiscais para a Enel Distribuição em Goiás.

O projeto 1415/19 é de autoria do deputado Paulo Cezar Martins (MDB), e revoga os incentivos fiscais para a Enel. O líder do Governo, Bruno Peixoto (MDB), orientou o voto a favor do projeto. Votaram contra apenas dois parlamentares: a deputada Lêda Borges (PSDB), que se envolveu em um tenso bate-boca com o deputado Amauri Ribeiro (PRP) e o deputado Coronel Adailton (PP).

A proposta do deputado Paulo Cezar, que foi aprovado em primeira votação, revoga a Lei nº 20.051, de 24 de abril de 2018 que dá à Enel créditos tributários referentes ao ICMS. A matéria foi relatada na CCJ pelo deputado Vinícius Cirqueira (Pros).

Enel de Goiás se manifestou

Por meio de nota, a Enel de Goiás mencionou o Fundo de Poarte (FUNAC), cujos créditos tiveram a possibilidade de serem compensados por meio do ICMS, em valor equivalente aos passivos de contingências administrativas e judiciais anteriores a janeiro de 2015.

A companhia também informou que está recorrendo à Justiça “para garantir a manutenção das condições estabelecidas no processo de privatização”. Veja abaixo:

“A Enel esclarece que, na ocasião do processo de federalização da Celg- D para as Centrais Elétricas Brasileiras S.A., foi criado em 2012 o Fundo de Aporte (FUNAC) com o objetivo de ressarcir a companhia de eventuais perdas com passivos contigentes até janeiro de 2015, época em que o Estado de Goiás ainda era o acionista majoritário da empresa. Já como parte do processo de privatização, conforme definido pela lei 19.473/2016, os créditos do Funac tiveram a possibilidade de serem compensados por meio do ICMS, em valor equivalente aos passivos de contingências administrativas e judiciais anteriores a janeiro de 2015 (antes da privatização da Celg-D). Tal medida, assegurada legalmente pelo Estado, foi uma premissa fundamental para viabilizar a privatização da Celg-D. A Enel acrescenta que está recorrendo à Justiça para garantir a manutenção das condições estabelecidas no processo de privatização da distribuidora de Goiás.”

Projeto de revogação de incentivos fiscais para a Enel em Goiás vem depois de instauração de CPI

O presidente da Alego, Lissauer Vieira (PSB), instaurou no dia 28/2 uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar a venda da Companhia Energética de Goiás (CELG), em 2017, para a Enel Distribuição Goiás e os serviços prestados pela empresa no estado.

Foram apresentados dois requerimentos na Alego: um pelo deputado estadual Henrique Arantes (PTB), para investigar os serviços que a Enel tem prestado em Goiás, e o outro pelo deputado estadual Alysson Lima (PRB), com a finalidade de investigar a venda da CELG D e o destino do dinheiro da transação.

Alysson Lima explicou, na época, que após os dois requerimentos apresentados, entrou em um acordo com o deputado Henrique Arantes para apresentar um novo requerimento visando a criação da Comissão.

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