Goiás

Em assembleia, Sintego decide suspender greve dos professores em Goiás

Aulas devem ser retomadas na próxima segunda-feira (15/4).
12/04/2019, 18h29

O Sindicato dos Servidores da Educação do Estado de Goiás (Sintego) fez uma assembleia geral na tarde desta sexta-feira (12/4) em frente ao Palácio Pedro Ludovico Teixeira, no Centro de Goiânia e decidiu suspender a greve dos professores da rede estadual de ensino de Goiás.

Conforme o sindicato a decisão de suspender o movimento grevista da categoria, que teve início no dia 3 de abril deste ano, é para que pautas maiores possam ser discutidas e negociadas com o governo do Estado.

O Sintego afirmou que vai buscar agora negociar com o Estado os pagamentos dos salários de dezembro, do piso, progressão dos salários e as promoção de novos concursos em Goiás. Conforme a decisão do sindicato, os professores retornam as aulas na próxima segunda-feira (15/4), outras instituições de ensino vão se tentar organizar o cronograma das aulas, devido ao feriado da semana santa.

Secretaria Estadual de Educação aguarda Sintego para discutir novas reivindicações dos professores

Dia Online entrou em contato com a Secretaria Estadual de Educação de Goiás (Seduc) em busca de um posicionamento sobre o fim da greve e as novas demandas apresentadas pela categoria. Conforme assessoria de imprensa da Seduc, as conversas iniciais eram para que o movimento grevista tivesse um fim, o que ocorreu na tarde de hoje após a assembleia geral do Sintego.

Entres as pautas apresentadas pelo Sintego na Assembleia desta tarde está a promoção de novos concursos para a educação no Estado. Segundo a assessoria da Seduc novos concursos precisam ser feito para conseguir atender a demanda das 1121 escola estaduais que existem em Goiás.

Em relação 435 convocados pelo governador Ronaldo Caiado (DEM) no dia 5 de fevereiro deste ano, a Seduc afirmou que 118 tomaram posse e que os outros chamados para assumir os cargos, estão no processo de apresentação dos documentos necessários para serem empossados.

A secretaria afirma que desde o início da greve o número de instituições que aderiram o movimento até a última quinta-feira (11/4) foram registradas 92 com paralisação total e 32 parcial. No entanto os números apresentados pelo Sindicato mostram que entre 250 a 400 escolas aderiram a paralisação nestes oito dias.

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Esportes

Em cerimônia com governador, Fla assina acordo para gerir Maracanã junto com Flu

O contrato assinado nesta sexta, porém, prevê que este compromisso com os dois clubes pode ser renovado por mais seis meses.
12/04/2019, 18h49

Em uma cerimônia realizada na tarde desta sexta-feira, no Palácio da Guanabara, sede do Governo do Estado do Rio, o Flamengo assinou contrato para assumir a gestão do Maracanã, em parceria com o Fluminense, pelos próximos seis meses.

Os clubes assumirão a administração do estádio a partir do dia 19 de abril e, neste período em que os times estarão à frente da mais tradicional arena do Brasil, o governo do Rio vai abrir um processo de licitação para escolher um gestor por um tempo maior. O contrato assinado nesta sexta, porém, prevê que este compromisso com os dois clubes pode ser renovado por mais seis meses.

O evento realizado nesta sexta contou com as presenças dos presidentes do Flamengo, Rodolfo Landim, e do Fluminense, Pedro Abad, e do governador do Rio, Wilson Witzel, que fez questão de esclarecer que o contrato só pôde ser assinado pelo rubro-negro, pois o clube tricolor não possui as certidões negativas de débito (CND) necessárias para firmar, no papel, este tipo de acordo com o Estado.

Entretanto, o Flu, na prática, será parceiro do Fla na administração do estádio, cujo contrato para poder cumprir esta finalidade específica e estabelecer as condições para a mesma ainda está sendo elaborado pelos dois clubes. “O contrato é com o Flamengo. Se ele vai decidir com o Fluminense as decisões, isso é problema deles. Vou cobrar é o Flamengo”, revelou Witzel.

Porém, Landim fez questão de ressaltar também a validade da parceria com o rival das Laranjeiras para gerir o estádio. “Por uma questão transitória desse momento, o Fluminense não pode participar (do contrato assinado com o governo do Rio), por isso no formalismo o governador colocou o que está escrito no papel. Mas existe, sem dúvida alguma, um compromisso do Flamengo que ele vai honrar junto do Fluminense de estarmos juntos administrando o Maracanã”, afirmou.

E o dirigente rubro-negro ainda fez uma promessa a Witzel no seu breve discurso durante a cerimônia desta sexta. “Com a responsabilidade que estamos assumindo no dia de hoje, a gente vai fazer com o que o senhor, senhor governador, jamais se arrependa da decisão que o senhor tomou. O senhor pode estar certo de que nós vamos trabalhar incessantemente para prestar um serviço cada vez melhor para a sociedade, para os torcedores, e eu tenho certeza de que isso é a sua vontade”, ressaltou.

O presidente do Flu, por sua vez, qualificou esta parceria firmada com o Fla como “um momento histórico no qual duas instituições centenárias, de rivalidade, em 36 horas, conseguiram modelar uma parceria sem nenhum tipo de interesse acima daquilo que é razoável”. E Abad fez questão de enfatizar que as portas do Maracanã seguem abertas para o uso dos outros dois principais times do Rio, assim como também para ajudar a administrar o local. “Nosso parceiro Flamengo sempre atuou em conjunto, sem nenhum tipo de visão pessoal acima do clube. E não só Flamengo e Fluminense, mas Botafogo e Vasco também estão mais que convidados, também construíram a história do estádio, a gente prevê a participação deles”, reforçou.

Pelo compromisso formado, Fla e Flu vão arcar com o custo mensal de administração, de aproximadamente R$ 2 milhões, além do pagamento mensal de R$ 166.666,67 ao governo. Este valor será repassado ao complexo Célio de Barros e Júlio Delamare, anexos ao estádio. Para completar, os clubes poderão explorar o Tour Maracanã desde que devolvam ao Estado 10% do faturamento mensal desta atração ou paguem um valor mínimo de R$ 64 mil.

VASCO É CRITICADO

Depois do presidente do Vasco, Alexandre Campello, ter afirmado na última terça-feira que vai entrar na Justiça contra a decisão do Estado, pois considera que Fla e Flu foram favorecidos irregularmente, Witzel criticou a posição do clube de São Januário, que por causa deste acordo dos rivais com o governo do Rio levou para o Engenhão o jogo de ida da final do Campeonato Carioca, neste domingo, quando atuará como mandante contra os flamenguistas.

“Lamentável, o Vasco poderia ter participado (deste acordo com o governo), não participou porque não quis. Quando eu ainda estava no tribunal (enquanto era advogado e juiz federal), a gente (magistrados) chamava isso de ‘news sperniandi’ (sic). Ou seja, o sujeito não participou, teve reflexos negativos e agora está esperneando”, disse o governador do Rio, se referindo claramente a Alexandre Campello.

Por causa da decisão do governo, o presidente vascaíno afirmou que o seu time também só jogará em São Januário em suas partidas como mandante no próximo Campeonato Brasileiro, até mesmo nos clássicos. E isso só não vai acontecer neste domingo porque, no Estadual, o regulamento exige que cada clube envolvido na decisão da competição tenha direito a 50% dos ingressos, o que torna o uso do estádio vascaíno inviável, tendo em vista a sua capacidade reduzida.

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Goiás

MPGO pede que barragens de Catalão sejam desativadas

O levantamento feito pela promotoria de Catalão classificou as barragens como de baixo risco, no entanto com um alto potencial de causar um impacto ambiental significativo.
12/04/2019, 20h23

As empresas Mosaic Fertilizantes P&K Ltda e  Coperbrás Indústria Ltda, responsáveis por barragens de dejetos no município de Catalão, receberam na tarde desta sexta-feira (12/4) uma determinação do Ministério Público do Estado de Goiás (MPGO) para desativar a as barragens que as empresas mantêm no município de extração de rocha fosfatada usada na fabricação de fertilizantes. Conforme a determinação do MPGO, a medida busca prevenir futuros danos ao meio ambiente e à população que mora na região.

A ação foi protocolada pelo promotor de Justiça, Roni Alvacir Vargas, solicitou em seu pedido que os moradores da Zona de Autossalvamento (ZAS) fosse remanejados para moradias urbanas dignas e com as despesas pagas pelas empresas citadas até que as barragens sejam desativadas.

O promotor lembrou das tragédias de Mariana em 2015 e Brumadinho em fevereiro deste ano, após o rompimento das duas barragens. Conforme o MPGO, a 3ª Promotoria de Catalão instaurou inquérito para analisar as condições de segurança e estabilidade das barragens mantidas pelas mineradoras nos municípios de Catalão e Ouvidor.

O levantamento feito pela promotoria de Catalão classificou as barragens como de baixo risco, no entanto com um alto potencial de causar um impacto ambiental significativo.

Barragens se romperam em Mariana em 2015 e Brumadinho em 2019

O promotor lembrou dos casos de Minas Gerais, quando a barragem da Samarco se rompeu na cidade de Marian em 2015 e o caso mais recente referente a barragem de dejetos da Vale de Brumadinho que se rompeu neste ano. Segundo Alvacir, os dados divulgados pela imprensa, as duas barragens tinham toda documentação que assegurava a segurança e estabilidade de ambas, mas mesmo assim elas se romperam.

Desta maneira o MPGO em caráter de urgência solicitou ao Estado que é réu na ação, que suspenda os licenciamentos que autorizam obras de elevação das barragens de rejeitos dessas unidades em Catalão.

Em relação a Mosaic além do pedido para suspender a licença de elevação da barragem, o MPGO solicita também que seja paralisada a obra da empresa para implantação de medidas técnicas para redução do armazenamento de água na barragem. O pedido direcionado a Coperbrás é para que seja suspense a licença para a implantação da obra de alteamento até 860 metros, e que no prazo de 60 dias a empresa instale medidas técnicas que reduzam o armazenamento de água na Barragem do Buraco.

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Trânsito

Colisão frontal na BR-020, em Formosa, deixa 7 feridos incluindo criança

Entre os feridos estava uma menina de 4 anos. Felizmente, nenhum óbito foi constatado.

Por Ton Paulo
13/04/2019, 09h55

Um acidente registrado no início da tarde da última sexta-feira (12/4) na BR-020, em Formosa, resultou em sete pessoas feridas. De acordo com os bombeiros, houve uma colisão frontal de veículos e que deixou as vítimas com fraturas e contusões. Entre os feridos estava uma menina de 4 anos. Felizmente, nenhum óbito foi constatado.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu ontem por volta de 12h15 no KM 34 da BR-020, zona rural de Formosa. Um veículo Hyundai Veloster e um Jeep Renegade bateram de frente. Testemunhas relataram que o Veloster veio a invadir a pista contrária, oocasionando a colisão frontal entre os carros.

Ainda conforme a corporação, houve sete vítimas: quatro foram atendidas pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, o Samu, e três pelo Corpo de bombeiros. As vítimas apresentavam fraturas e contusões e ninguém veio a óbito.

Uma das vítimas foi uma criança de 4 anos. A menina, que estava no Jeep Renegade, apresentava contusão na face e  no abdômen, além de sangramento nasal. Ela foi transportada pelo Samu.

Além de Formosa, colisão frontal em Cristalina também fez vítimas, mas fatais

No dia 30/3 deste ano, uma colisão frontal entre Cristalina e Luziânia também fez vítimas. Quatro pessoas morreram e outra ficou gravemente ferida após colisão frontal entre dois carros. Acidente ocorreu na GO-436, entre Luziânia e Cristalina. Nomes das vítimas não foram divulgados na época.

Segundo informações do Corpo de Bombeiros na ocasião, o acidente envolveu um Kia Magentis e um Fiat Strada, com placas do Distrito Federal (DF) e São Paulo. Dois casais, um em cada veículo, ficaram presos as ferragens e foram a óbito no local.

Um quinto envolvido no acidente foi reanimado pela equipe do Serviço de Atendimento de Urgência Móvel (Samu) e transportado pela aeronave do Corpo de Bombeiros do DF para um hospital da capital federal.

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Brasil

Sobe para sete número de pessoas mortas em desabamento de dois edifícios no Rio

Conforme o Corpo de Bombeiros, há 12 pessoas ainda desaparecidas.
13/04/2019, 10h35

O número de pessoas mortas no desabamento de dois edifícios construídos ilegalmente na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro, chegou a sete. Na madrugada deste sábado, 13, o adolescente Hilton Guilherme Sodré, que havia sido resgatado com vida dos escombros horas antes, morreu durante cirurgia no Hospital Municipal Miguel Couto, na Gávea (zona sul do Rio).

Conforme o Corpo de Bombeiros, há 12 pessoas ainda desaparecidas. Desde a manhã de ontem (12), 100 militares da corporação atuam nas buscas. Eles trabalham com o auxílio de cães farejadores, drones e helicópteros.

Os bombeiros já resgataram 15 pessoas dos escombros, das quais cinco já sem vida. Outras duas morreram em hospitais – além do adolescente, um homem que havia sido levado a um hospital particular na zona oeste.

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