Trânsito

Acidente em Cezarina deixa ambulância destruída e 4 feridos

A ambulância seguia do município de Mineiros para Goiânia e transportava um paciente que estava entubado.

Por Ton Paulo
20/04/2019, 08h57

Um acidente envolvendo uma ambulância e um caminhão foi registrado pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) ma madrugada deste sábado (20/4), na BR-060, em Cezarina, a 70 quilômetros de Goiânia. A ambulância levava um paciente que estava entubado, a caminho do hospital, quando acabou colidindo com a traseira do caminhão. O acidente em Cezarina acabou deixando quatro pessoas feridas.

Conforme informações da PRF, o acidente ocorreu no KM 235 da BR-060, nesta madrugada. A corporação policial conta que tudo começou quando o veículo de resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Samu, que seguia do município goiano de Mineiros para Goiânia e levava um paciente que estava entubado, acompanhado de sua esposa, médico, de 36 anos e uma enfermeira, de 33, bateu na traseira de um autocarga que seguia no sentido Indiara a Cezarina.

Com o impacto da batida, os quatro passageiros tiveram ferimentos graves, foram socorridos por outras unidades do Samu e Corpo de Bombeiros e foram encaminhados para o Hospital Estadual de Urgências de Goiânia, o Hugo.

O motorista da ambulância, de 50 anos, ficou ileso, ele não soube explicar o motivo da colisão, mas adiantou que, inesperadamente, o autocarga apareceu repentinamente em sua frente e ele não conseguiu evitar o choque. Os dois motoristas envolvidos no acidente foram submetidos ao teste de bafômetro e nenhum deles estava alcoolizado.

A reportagem do Dia Online segue apurando para descobrir o estado dos feridos encaminhados para o Hugo, em Goiânia.

Acidente em Cezarina deixou ambulância com paciente entubado completamente destruída

A batida na traseira do caminhão na BR foi tão violenta que deixou a ambulância que levava o paciente entubado completamente destruída.

Veja o vídeo feito pelos agentes da Polícia Rodoviária Federal que mostra o estado em que ficou o veículo de socorro após o acidente na BR-060, em Cezarina.

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Mundo

França: coletes amarelos protestam pelo 23º final de semana consecutivo

Vários protestos estão planejados em Paris e outras cidades, completando o vigésimo terceiro fim de semana do movimento contra a desigualdade e a liderança do presidente Emmanuel Macron.
20/04/2019, 09h08

Os manifestantes franceses de colete amarelo estão marchando novamente neste sábado para lembrar ao governo que a reconstrução da Catedral de Notre Dame, devastada pelo fogo na última segunda-feira (15), não é o único problema que o país precisa resolver.

Vários protestos estão planejados em Paris e outras cidades, completando o vigésimo terceiro fim de semana do movimento contra a desigualdade e a liderança do presidente Emmanuel Macron.

Um grupo quer marchar sobre o palácio presidencial apesar da presença policial maior do que o habitual. Outro objetivo é mostrar o luto de colete amarelo sobre o incêndio de Notre Dame, mantendo a pressão sobre Mácron.

Muitos manifestantes ficaram profundamente entristecidos pelo incêndio no monumento nacional. Ainda assim, muitos estão zangados com os US$ 1 bilhão em doações para a reconstrução de Notre Dame, despejados de magnatas franceses, enquanto suas próprias demandas permanecem em grande parte não atendidas e eles lutam para sobreviver. Fonte: Associated Press.

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Esportes

Brasileira do basquete que vendeu prata olímpica pelo filho pede ajuda ao governo

Claudia se tornou aluna de Direito e quer desenvolver um projeto de assistência jurídica para famílias que precisam de tratamento médico no exterior.
20/04/2019, 09h59

Em 2016, a ex-jogadora de basquete Claudia Pastor iniciou uma campanha nas redes sociais para conseguir recursos para o tratamento de seu filho, Maurílio. O problema eram crises diárias em que quase perdia a consciência e não sabia onde estava. Ela decidiu leiloar a medalha de prata que havia conquista nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996, ao lado de Paula e Hortência.

Arrecadou R$ 35 mil, contou com a ajuda de amigos – esportistas e anônimos – e conseguiu os cerca de R$ 100 mil que precisava para a cirurgia na França. Aos 16 anos, o menino está praticamente curado. Claudia se tornou aluna de Direito e quer desenvolver um projeto de assistência jurídica para famílias que precisam de tratamento médico no exterior.

Resumidamente, essa é a trajetória recente dessa ex-pivô de 47 anos, sorridente e que disfarça a altura de 1,90m sempre com sapatos rasteiros. Mas alguns detalhes da história merecem mais atenção. O primeiro é a doença de Maurílio.

Durante anos, o garoto passou por médicos, psicólogos, neurologistas e psiquiatras. Nenhum dele soube dizer a origem das crises. A resposta veio da Unicamp. O nome correto da doença é Hamartona Hipotalâmico. É um tumor benigno no hipotálamo, uma das mais importantes estruturas do sistema nervoso central e responsável pelo controle das emoções e comportamento. Desde pequeno, o menino sentia um mal-estar, rigidez muscular e confusão no raciocínio. Isso acontecia umas três vezes por dia. “Não sentia nenhuma dor, mas perdia minha consciência e perguntava: mãe, onde estou?”, diz o adolescente.

Artur Malzyner, oncologista e consultor científico da Clínica de Oncologia Médica (Clinonco), explica que a doença é rara e pode ser tratada clinicamente. “A cirurgia é delicada, pois envolve uma área de difícil acesso no cérebro”, explica o especialista. “Depois da cirurgia, eu me sinto uma pessoa normal. Antes, não andava sozinho e tinha medo de acontecer alguma coisa”, diz Maurílio.

A MEDALHA QUE SE FOI – Cláudia Pastor não tinha recursos financeiros para a cirurgia, que deveria ser realizada na França. Em 2016, o país era um dos poucos que oferecia a cirurgia robótica, ideal para corrigir o tumor em um local delicado como o hipotálamo.

Para custear a viagem, ela fez um leilão da medalha de prata que havia conquistado na Olimpíada de 1996. “A medalha foi arrematada por R$ 35 mil. Mas o valor agregado por ela foi muito maior que esse, pois as pessoas se envolveram e se sensibilizaram”, conta.

Claudia conseguiu R$ 100 mil necessários para a cirurgia. “Não sinto falta da medalha. Eu fiz o que tinha de fazer. Não me arrependo Faria novamente”, conta a ex-atleta.

RETRIBUIÇÃO – Após a cura do filho, Claudia voltou a estudar. Hoje, ela está no terceiro ano de Direito do Centro Universitário Salesiano de São Paulo (Unisal), no câmpus Americana. Um de seus projetos pretende retribuir, de certa forma, o apoio que teve para a cirurgia de Maurílio.

Com a ajuda da universidade, ela vai desenvolver um projeto para que tratamentos médicos no exterior, como esse que ela vivenciou com o filho, possam ser garantidos e custeados pelo Estado. Hoje, as ações que pedem reembolso ou ajuda do poder público não conseguem êxito. “Essa é uma área nova no Brasil. Devemos começar o projeto no ano que vem”, planeja o professor Flávio Rossi, coordenador da Pós-graduação MBA Gestão em Americana.

“Tive a oportunidade de ter uma medalha olímpica e poder realizar a cirurgia do meu filho. Muitas famílias não têm essa oportunidade”, diz Claudia.

AUGE FOI EM ATLANTA-1996 – A ex-pivô Claudia Maria Pastor teve uma carreira curta, mas marcante. Ela começou a jogar basquete em 1987, aos 16 anos, idade tardia para quem quer se tornar profissional. Mas ela conseguiu. Atuou no basquetebol paulista, principalmente em Campinas. O auge de sua carreira foi na Olimpíada de 1996.

A seleção chegou à Atlanta como campeã mundial, título conquistado dois anos antes na Austrália. A equipe contava com “Magic” Paula, Hortência, Janeth, Leila e Alessandra. Completavam a equipe Adriana, Cíntia Tuiú, Claudia, Branca, Marta, Roseli e Silvinha.

Na época, a equipe de Miguel Ângelo da Luz chegou à disputa da medalha de ouro invicta, após vitórias sobre Canadá, Rússia, Japão, China, Itália, Cuba e Ucrânia. Na decisão contra as norte-americanas, as brasileiras não resistiram ao maior poderio do adversário. O placar foi 111 a 87 (69 a 54 no primeiro tempo).

“Um dos maiores objetivos de qualquer atleta é jogar em uma Olimpíada. Participar do evento e trazer de lá um símbolo de vitória não têm preço. É gratificante”, diz Claudia, que encerrou a carreira precocemente, aos 26 anos, em função de uma grave lesão no joelho esquerdo.

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Goiás

Jaguatirica é encontrada em quintal de residência no centro de Quirinópolis

A mulher notou o bicho em cima de uma árvore quando andava pelo quintal de casa, em Quirinópolis.

Por Ton Paulo
20/04/2019, 11h12

Uma moradora do município de Quirinópolis, a 290 quilômetros de Goiânia, tomou um baita susto na tarde da última sexta-feira (19/4), feriada de Semana Santa. Numa caminhada pelo quintal de sua casa, no centro da cidade, a mulher notou um animal estranho em cima de uma árvore, grande demais para ser um gato e que fazia um barulho que também não pertencia a um felino doméstico. Tratava-se nada mais do que uma jaguatirica.

Assustada, a mulher correu e chamou seu filho para verificar se realmente se trava do bicho que eles suspeitavam, suspeita essa que foi confirmada. Eles, então, acionaram o Corpo de Bombeiros através do número 193.

Jaguatirica é encontrada em quintal de residência no centro de Quirinópolis
Jaguatirica na árvore em Quirinópolis / Foto: Corpo de Bombeiros

Ao chegarem ao local informado, por volta das 17h de ontem, os bombeiros constataram realmente ser uma jaguatirica aninhada no topo da árvore. Eles, então, começaram o procedimento padrão de salvamento de animais selvagens. O cabo Leonardo, ao Dia Online, disse que foram usados instrumentos específicos para ocorrências assim. “Nós usamos uma ferramenta chamada cambão, que é uma espécie de vara com laço de corda na ponta. Com ele a gente impede que o animal seja ferido e que ele machuque alguém”, explica.

O bombeiro ainda informou que o animal era do tipo “filhotão”- ainda filhote mas em transição para a idade adulta.

Jaguatirica de Quirinópolis teve estado de saúde avaliado e solto na natureza

O cabo Leonardo, do Corpo de Bombeiros, conta que é um procedimento padrão, em ocorrências de salvamento de animais selvagens, sempre avaliar o estado de saúde do bicho antes de soltá-lo. “Nós sempre costumamos verificar se o animal está ferido ou doente, porque em caso positivo, nós o encaminhamos para tratamento veterinário”, diz.

Como a jaguatirica resgatada estava em perfeito estado de saúde, ela foi solta em seu habitat natural, numa zona de matar de Quirinópolis – de onde, provavelmente, ela veio.

Veja o vídeo do momento em que o bicho é solto na mata:

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Trânsito

Após ultrapassagem, pai e filha morrem em acidente na BR-020, em Formosa

Depois de tentar uma ultrapassagem, o motorista perdeu o controle da direção, saiu da pista e bateu em uma árvore. Outras duas pessoas, que seguiam no mesmo carro, sofreram diversas lesões.
20/04/2019, 12h50

Pai e filha morreram em grave acidente na BR-020, em Formosa, cidade goiana do Entorno do Distrito Federal, nesta sexta-feira (19/4). De acordo com testemunhas, o motorista do veículo tentou uma ultrapassagem, mas perdeu o controle da direção e bateu contra uma árvore às margens da rodovia.

No carro da família estavam o motorista, de 45 anos; a filha, uma criança de 10 anos; o filho, de 24 anos; e a mulher do motorista, de 37. O jovem e a esposa do motorista sobreviveram ao acidente com diversos ferimentos.

Ultrapassagem mal sucedida mata pai e filha

O acidente ocorreu no quilômetro 42 da BR-020. Pai e filha morreram depois de uma ultrapassagem mal sucedida tentada pelo motorista, de acordo com relatos de testemunhas. O homem perdeu o controle da direção, saiu da pista e bateu de frente com uma árvore.

Ele e a filha tiveram ferimentos graves na cabeça e morreram ainda no local, presos às ferragens. Já a mulher do motorista e o filho mais velho foram socorridos pelo Corpo de Bombeiros, com muitas lesões e encaminhados ao Hospital Municipal de Formosa.

Acidente grave no feriado da Semana Santa

Outro acidente grave, também ocorrido no início do feriado, deixou quatro pessoas gravemente feridas, na BR-060, em Cezarina. Conforme informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu no quilômetro 235 da rodovia.

Segundo a corporação, tudo começou quando o veículo de resgate do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que seguia do município goiano de Mineiros para Goiânia e levava um paciente que estava entubado, acompanhado de sua esposa, médico, de 36 anos e uma enfermeira, de 33, bateu na traseira de um autocarga que seguia no sentido Indiara a Cezarina.

Com o impacto da batida, os quatro passageiros tiveram ferimentos graves, foram socorridos por outras unidades do Samu e Corpo de Bombeiros e foram encaminhados para o Hospital Estadual de Urgências de Goiânia (Hugo).

O motorista da ambulância, de 50 anos, ficou ileso, ele não soube explicar o motivo da colisão, mas adiantou que, inesperadamente, o autocarga apareceu repentinamente em sua frente e ele não conseguiu evitar o choque. Os dois motoristas envolvidos no acidente foram submetidos ao teste de bafômetro e nenhum deles estava alcoolizado.

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