Goiás

Reparo em adutora deixa ao menos 39 bairros de Aparecida de Goiânia sem água

Câmpus da UEG e o Hospital de Urgências da cidade também são parcialmente afetados.
24/04/2019, 10h28

Nesta quarta-feira (24/4), ao menos 39 bairros de Aparecida de Goiânia, parte do câmpus da Universidade Estadual de Goiás (UEG) e do Hospital de Urgências de Aparecida de Goiânia (HUAPA) estão sem água devido ao rompimento de uma adutora, ocorrido nesta madrugada.

Para a realização do serviço de reparo, o bombeamento foi paralisado na área de influência da Estação de Tratamento de Água Lajes. A previsão para normalização do abastecimento é ainda para a noite de hoje (24/4). O comunicado foi feito pela Saneago, que pede a compreensão dos moradores e o consumo consciente das reservas de água.

Bairros sem água em Aparecida de Goiânia

Confira abaixo a lista de bairros de Aparecida de Goiânia que podem ser afetados durante esta quarta-feira:

  • Bairro Vera Cruz
  • Conde dos Arcos (parcial)
  • Condomínio Residencial Araça
  • Conjunto Ana Rosa
  • Conjunto Planalto
  • Conjunto Planície
  • Huapa (parcial)
  • Internacional Park
  • Jardim Belo Horizonte
  • Jardim Casa Grande
  • Jardim Cristal
  • Jardim das Acácias
  • Jardim das Hortências
  • Jardim Eldorado
  • Jardim Ipanema
  • Jardim Iracema
  • Jardim Miramar
  • Jardim Palmares
  • Jardim Pampulha
  • Jardim Repouso
  • Jardim Rio Grande
  • Jardim Rosa do Sul
  • Loteamento Real Grandeza
  • Loteamento Santo Antônio
  • Nova Olinda
  • Parque Montreal
  • Parque Rio das Pedras
  • Residencial Brasicon
  • Residencial Maria Luíza
  • Setor Araguaia
  • Setor Central
  • Setor Expansul
  • Setor Retiro dos Bosques
  • Setor Rosa dos Ventos
  • Setor Santo André
  • UEG (parcial)
  • Vila Adélia
  • Vila Célia Maria
  • Vila Izabel
  • Vila São Manuel
  • Vila Souza

Manutenção na rede elétrica deixa duas cidades de Goiás sem água

Na quinta-feira (25/4), Cidade Ocidental e Valparaíso, cidade do interior de Goiás, devem ficar sem abastecimento de água durante uma manutenção programada na rede elétrica dos municípios. De acordo com informações da Enel Distribuição Goiás, o serviço será realizado no período da manhã, das 7h30 às 14h.

O abastecimento deve ser normalizado após o restabelecimento da energia elétrica. A Companhia também solicita a compreensão da população.

Imagens: Estado de Minas 

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Economia

Na contramão do país, Goiás tem saldo positivo de empregos em março, diz Caged

O saldo negativo nacional é consequência de 1.261.177 admissões e 1.304.373 desligamentos. Mas segundo os números apresentados, Goiás apresentou alta de contratações.

Por Ton Paulo
24/04/2019, 10h30

O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia, divulgou na manhã desta quarta-feira (24/4) os números relativos ao desemprego no país. De acordo com os dados, o mercado formal no Brasil apresentou saldo negativo de empregos em março, uma vez que foram fechadas 43.196 vagas. Entretanto, indo na contramão, o estado de Goiás apresentou um saldo positivo, admitindo mais do que demitindo no mês em questão.

De acordo com o Caged, o saldo negativo nacional é consequência de 1.261.177 admissões e 1.304.373 desligamentos. Mas segundo os números apresentados, Goiás apresentou uma melhora, com saldo positivo de 2.712 contratações.

Os dados do Caged mostram também que o saldo de 129.943 empregos é superior ao verificado em 2018, quando foram geradas 117.339 vagas formais. Também houve crescimento nos últimos 12 meses, com a criação de 472.117 postos de trabalho, um aumento de 1,24% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

No mês de março, segundo os números em questão, houve perda acentuada de vagas no Comércio (-28.803), seguido da Agropecuária (-9.545), Construção Civil (-7.781), Indústria de Transformação (-3.080) e Serviços Industriais de Utilidade Pública (-662). Três setores tiveram resultado positivo em março: Serviços, Administração Pública e Extrativa Mineral.

Além de Goiás, oito estados tiveram saldo positivo de empregos em março

Conforme o Caged, outros sete estados tiveram saldo positivo de empregos em março além de Goiás: Minas Gerais (5.163 postos); Bahia (2.569); Rio Grande do Sul (2.439); Mato Grosso do Sul (526); Amazonas (157); Roraima (76) e Amapá (48).

Os maiores saldos negativos foram registrados em Alagoas (-9.636 postos); São Paulo (-8.007), Rio de Janeiro (-6.986); Pernambuco (-6.286) e Ceará (-4.638).

Entre as regiões, a maior queda ocorreu no Nordeste, com o fechamento de 23.728 vagas de emprego formal. No Sudeste, foram encerrados 10.673 postos; no Norte, 5.341; no Sul, 1.748; e no Centro-Oeste, 1.706.

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Goiás

Rebelião na CPP teve 24 fugas e um morto em tiroteio, em Aparecida de Goiânia

Com arma escondida em bandeja, detento rendeu seis agentes que garantiam a segurança de ala com 400 presos.
24/04/2019, 10h55

Em entrevista coletiva à imprensa na manhã desta quarta-feira (24/4), a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) disse que 24 detentos escaparam da Casa de Prisão Provisória em Aparecida de Goiânia na noite de terça durante rebelião.

Seis detentos, diz a DGAP, ficaram feridos e foram encaminhados ao Hospital de Urgências de Goiânia (HUGO). Por volta das 10h, oito apenados, dos 24 que fugiram, haviam sido recapturados. No cerco a um grupo que teria trocado tiros com agentes, um morreu.

Um dos fugitivos, segundo a DGAP, é Thaygo Henrique Alves Santana, condenado a 63 anos de prisão por causa da chacina na Serra das Areias.

Segundo o Hugo, dois detentos já foram liberados e quatro estão na emergência.

Um preso havia escondido um revólver debaixo de uma bandeja para deter um dos seis agentes que trabalhava no plantão da ala com 400 detentos.

A fuga ocorreu após uma confusão generalizada entre os detentos do bloco 2. O presidente do Sindicato dos Servidores do Sistema de Execução Penal (Sinsep), Maxsuell Miranda das Neves, informou ao Dia Online no início da da madrugada que pelo menos três presos ficaram feridos.

Ainda conforme Maxsuell, entre oito e dez detentos – alguns armados – renderam os agentes, ocasião em que conseguiram fugir da detenção.

“Nenhum agente ficou ferido”, garantiu ele. Após o motim, viaturas da Polícia Militar e do Serviço de Atendimento de Urgências (Samu) foram deslocados para buscar os fugitivos e atender os feridos, respectivamente.

Em nota enviada à imprensa, a Diretoria-Geral de Administração Penitenciária (DGAP) informou no início da madrugada que a unidade “está sob controle e que foram tomadas medidas necessária para garantir a segurança, a ordem e a disciplina no local”.

“Um caos”, diz funcionário sobre rebelião na CPP, em Aparecida de Goiânia

Um funcionário disse sob anonimato para a reportagem que a situação não mudou nada desde o início do ano passado, quando presos foram decapitados por membros de facção rival. “Trabalhamos sob stress, sem saber quando a cadeira vai virar [gíria para rebeliões]. Sabemos que vai virar e o Estado não vai conseguir controlar a sangria”, disse ele, que trabalha em uma das enfermarias.

Um agente, que estava de folga, mas acompanhou as informações em grupos, disse que a DGAP não aprendeu com o motim no dia 1° de janeiro de 2018 na Colônia Agroindustrial, que deixou nove mortos e 14 feridos. “A impressão que nós temos, de nós que estamos lá dentro, é que estamos abandonados”, apontou.

Nos grupos de motoristas de aplicativo, a instrução foi de que nenhum motorista aceitasse corridas em bairros próximos à Casa de Prisão Provisória e “muito menos ir até lá”.

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Saúde

Suspeitos de vender vagas de cirurgias em Goiânia são alvos de operação da PC

Conforme as investigações, mais de 30 pessoas deverão ser indiciadas pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, peculato e inserção de dados falsos em sistemas de informações.
24/04/2019, 12h04

A Polícia Civil, por meio da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Contra a Administração Pública (Dercap), cumpriu na manhã de terça-feira (23/4), cinco mandados de busca e apreensão em endereços de funcionários públicos suspeitos de participar de esquema de “venda” de vagas para cirurgias em hospitais públicos de Goiânia.

Foram apreendidos aparelhos celulares, documentos ligados às supostas fraudes, receituários médicos, atestados médicos e materiais hospitalares. De acordo com as investigações, entre os alvos estão duas irmãs, sendo uma atual e a outra ex-funcionária do Instituto de Desenvolvimento Tecnológico e Humano (IdTech), órgão responsável pela denúncia e que gere o Hospital Geral de Goiânia (HGG), unidade onde foi registrada a maioria das fraudes.

Suspeitos de vender vagas de cirurgias em Goiânia são alvos de operação da PC
Foto: Honório Jacometto/TV Anhanguera

Os investigados, que atuam na área da saúde, são suspeitos de receber valores em dinheiro para burlando a fila de espera para cirurgias nas unidades públicas de saúde da capital. Ação foi realizada pela segunda fase da Operação Otium.

“Venda” de vagas de cirurgia em Goiânia

Durante a primeira fase da Operação Otium, deflagrada no dia 12 de janeiro, um homem foi preso apontado como intermediador entre as pessoas que buscavam as cirurgias e os funcionários públicos envolvidos no esquema criminoso.

Eder Alves da Rocha é investigado por cobrar até R$ 2 mil reais para que os pacientes pagantes furassem a fila de cirurgia do Sistema Único de Saúde (SUS) e burlassem o tempo de espera regular para o procedimento médico. O valor poderia variar de acordo com tipo de procedimento cirúrgico. O homem responderá pelo crime de corrupção ativa, sem prejuízo de outros delitos eventualmente comprovados na fase final da investigação.

Até o momento, conforme o delegado Rhaniel Almeida, que coordenou a operação, os elementos já colhidos apontam que mais de 30 pessoas deverão ser indiciadas pelos crimes de corrupção ativa, corrupção passiva, peculato e inserção de dados falsos em sistemas de informações.

Imagens: G1 

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Goiás

Confira a lista de presos que fugiram da CPP, em Aparecida de Goiânia

Condenados por assaltos, tráfico, de chacina e até de tentar matar juiz estão na lista.
24/04/2019, 12h21

Adagilson Fernandes Rocha, conhecido como Abacaxi, nunca levou desaforo para casa. Em 2016 e em 2017, assassinou dois homens em bares de Goiânia após discussão. Ele é um dos 15 que constam na lista de presos foragidos após rebelião na Casa de Prisão Provisória (CPP), em Aparecida de Goiânia, na noite de terça-feira (23/4).

Adagilson cometeu os dois crimes em bares do Setor Vila Nova. No primeiro, Adagilson matou Bruno Gonçalves da Costa Santos a facadas em março de 2016. A segunda vítima é Deusinete Pimenta da Silva, assassinada também a facadas em um bar por causa da música que estava tocando.

Outro detento, Thaygo Henrique Alves Santana, de 24 anos – preso há seis anos -, foi condenado na última semana a 57 anos por ter planejado e executado quatro adolescentes em 2013, na Serra das Areias, em Aparecida de Goiânia.

A direção da Casa de Prisão Provisória (CPP) de Aparecida de Goiânia, unidade pertencente à 1ª Regional Prisional Metropolitana da Diretoria-Geral de Administração Penitenciaria (DGAP), informou no final da manhã que a situação já está sob controle no local e que “foram tomadas as providencias necessárias para manutenção da ordem, disciplina e segurança, desde os acontecimentos da noite desta terça-feira”.

Na ocasião, presos renderam os servidores que trancavam um dos blocos da CPP, momento em que 24 deles evadiram-se do local. Desse quantitativo, 19 conseguiram pular o muro da unidade, sendo que 3 deles foram recapturados por agentes prisionais dentro das instalações do presídio, ainda nas imediações. Um dos 16, que conseguiram lograr êxito extramuros, ainda não identificado, foi morto pela Polícia Militar em confronto nas ruas.

A direção da Casa de Prisão Provisória instaurou processo administrativo disciplinar para apuração do corrido e aplicação de sanções aos presos e também aos servidores envolvidos no fato, na forma da lei.

A operação para manutenção da segurança na Casa de Prisão Provisória do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia foi realizada por agentes plantonistas da unidade, servidores do Grupo Especial de Operações Penitenciárias Especiais (Gope) e do Grupo de Escolta Penitenciária (GEP), além das forças policiais.

A DGAP divulga os nomes e as fotos dos 15 foragidos para que a sociedade possa colaborar com informações, por meio de denuncias anônimas pelo 197 da Policia Civil, pelo 190 da Policia Militar ou pelo ( 62) 3201-1212 da Ouvidoria da Secretaria de Segurança Publica.

Na lista abaixo, constam os nomes dos 15 custodiados ainda foragidos e do preso que veio a óbito em confronto com a Polícia Militar, mas que ainda não foi identificado.

Confira a lista de presos que permanecem fugitivos da CPP, em Aparecida de Goiânia

1) Lucas Fernando Cardoso dos Santos dias – artigo 157- roubo

2) Jaderson Lima de Sousa / Douglas Alves (que usa dois nomes por causa do social) – Estatuto do Desarmamento

3) Guilherme Aguiar da silva – artigo 288 – quadrilha ou bando

4) Ailton Pereira da Conceição – Lei de Tóxicos

5) Pablo Stennio Menezes da Cruz – artigo 311 – Adulterar Ou Remarcar Números

6) Mayro De Franca Da Silva –artigo 155- Furto

7) Daniel Nascimento Cardoso Filho – artigo 157- Roubo

8) Anderson Henrique Ribeiro Da Silva – artigo 121- Homicídio

9) Murilo Souza De Alcantra – artigo 157- Roubo

10) Matheus Januario Barbosa Santos – artigo 157- Roubo

11) Elionai Rodrigues Da Silva – artigo 157- Roubo

12) Adagilson Fernandes Rocha – artigo 121 – Homicídio

13) Igor Felipe Do Carmo – artigo 180- Receptação

14) Katison Marcio Barbosa De Souza – artigo157 – roubo

15) Gabriel Sebastiao Garcia De Souza – Estatuto Do Desarmamento

16) Thaygo Henrique Alves Santana – artigo 121- Homicídio

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