Esportes

Após série de dispensas, Zé Roberto convoca 12 jogadoras para a seleção de vôlei

Seleção Brasileira de vôlei vai disputar este ano a Liga das Nações, o Campeonato Sul-Americano, o Pré-Olímpico de Tóquio-2020 e a Copa do Mundo.
03/05/2019, 20h38

Depois de precisar aceitar sete pedidos de dispensa de jogadoras por motivos diversos nas últimas semanas, o técnico José Roberto Guimarães anunciou nesta sexta-feira (3/5) uma lista de 12 atletas convocadas para defender a seleção brasileira de vôlei visando a disputa de quatro competições deste ano: a Liga das Nações, o Campeonato Sul-Americano, o Pré-Olímpico de Tóquio-2020 e a Copa do Mundo.

Entre os 12 nomes confirmados está o da líbero Léia, que na temporada passada havia solicitado afastamento da equipe nacional para poder se dedicar à família. Além dela, foram chamadas pelo treinador as opostas Paula Borgo e Bruna Honório; a levantadora Macris Carneiro; as centrais Mara Leão, Mayany Souza e Carol; as ponteiras Gabi e Natália.

A oposta Lorenne e as ponteiras Tainara e Julia Bergamann, que já treinavam no Centro de Desenvolvimento do Voleibol (CDV), em Saquarema (RJ), como convidadas, também foram incluídas nesta listagem divulgada hoje. Para completar, Paulo Coco foi convocado como assistente para integrar a comissão técnica da seleção feminina.

Por meio do comunicado divulgado nesta sexta, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) também informou que a central Carol só poderá se apresentar a Zé Roberto no dia 20 de maio, enquanto o restante das atletas chamadas têm presença esperada no CDV nesta próxima segunda-feira para se juntar ao grupo de jogadoras que foram as primeiras convocadas desta temporada: as levantadoras Roberta e Juma, a oposta Tandara, a ponteira Amanda, as centrais Bia, Milka e Lara e a líbero Natinha.

O início dos trabalhos da equipe nacional para os desafios de 2019 foi atrapalhado pela série de pedidos de dispensas de atletas. O último foi o da ponta Drussyla, do Sesc-RJ, no dia 25 de abril, quando alegou questões médicas para não atuar, segundo informou a CBV naquela ocasião.

Durante a última edição da Superliga, encerrada na semana passada com o Minas conquistando o título ao superar o Praia Clube na final, Drussyla perdeu grande parte da fase de classificação por conta de uma fratura por estresse na tíbia da perna direita. A ponta se afastou dos trabalhos físicos mais intensos, o que a atrapalhou na campanha do time comandado pelo técnico Bernardinho que caiu nas quartas de final para o Sesi-Bauru.

Drussyla se juntou a outras seis jogadoras que pediram dispensa da equipe nacional. Foram elas: Adenízia, Thaisa, Camila Brait, Dani Lins, Tássia e Gabi Cândido. Os pedidos foram por problemas familiares, de saúde ou alegando desgaste e necessidade de descanso.

No último dia 24 de abril, a ponta Gabi Cândido, do Sesi-Bauru, chegou a usar as suas redes sociais para revelar que sofre de síndrome do pânico após receber críticas por não aceitar a sua convocação para a seleção brasileira.

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Goiás

Polícia faz a maior apreensão de ecstasy da história de Goiás, em Ceres

Conforme a Polícia Militar, a carga é avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais.

Por Ton Paulo
04/05/2019, 09h24

Em uma operação conjunta com a Polícia Federal, a Polícia Militar do Estado de Goiás (PMGO) fez na última sexta-feira (3/5) a maior apreensão de ecstasy já registrada em Goiás. A operação, realizada no município de Ceres, a 180 quilômetros de Goiânia, apreendeu a carga avaliada na casa dos milhões com mais de 120 mil comprimidos da droga sintética.

A operação foi batizada de Drug Of, e ocorreu de forma conjunta entre a PMGO e a Polícia Federal. Foram apreendidos 50,4 quilos de ecstasy em Ceres, distribuídos em 120 mil comprimidos. Conforme a Polícia Militar, a carga é avaliada em aproximadamente R$ 6 milhões de reais. O suspeito, que foi preso, estava levando a carga para Anápolis.

A PMGO ainda conta que a apreensão no âmbito da Operação Drug Of foi feita após compartilhamento de informações por parte da Polícia Federal. Dois suspeitos foram presos, entre eles Magno Galdino de Assis. Com ele, além da droga, a polícia também apreendeu uma arma de fogo tipo revólver, da marca Taurus, calibre 38, com cinco munições intactas e numeração suprimida, um caminhão Ford/Cargo e uma caminhonete Amarok.

Apreensão de ecstasy traz necessidade de informações sobre a droga

De acordo com a Denarc, o MDMA, ou simplesmente ecstasy, é uma droga classificada como perturbadora que tem atividade estimulante e alucinógena, os efeitos podem durar até 8 horas, e logo após a ingestão se distribui amplamente pelo organismo. Chegando ao cérebro, a metabolização da droga é realizada principalmente no fígado e sua eliminação ocorre através da urina, sendo concluída após aproximadamente dois dias.

A droga apresenta efeitos semelhantes aos estimulantes do sistema nervoso central (agitação), bem como efeitos perturbadores (distorção da realidade). Os efeitos da MDMA causam a falsa sensação de excitação, assim como, a melhora na percepção musical e aumento da percepção das cores. A droga provoca:

  • Diminuição do apetite,
  • Dilatação das pupilas,
  • Aceleração do batimento cardíaco,
  • Aumento da temperatura do corpo (hipertermia),
  • Rangido de dentes e
  • Aumento na secreção do hormônio antidiurético.

Os efeitos residuais são aqueles que perduram dias após o uso de uma droga. Muitos usuários relatam ter um episódio depressivo nos dias após o uso do ecstasy, o que é chamada de depressão de meio de semana. Assim como, fadiga e insônia também são comuns.

O uso de ecxtasy é geralmente seguido de um grande esforço físico, devido a agitação psicomotora. A associação desses fatores tende a aumentar consideravelmente a temperatura corporal, a qual pode atingir 42ºC e, inclusive, ser mortal.

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Mundo

Coreia do Sul diz estar 'muito preocupada' com lançamento de mísseis

De acordo com o JCS, a Coreia do Norte lançou mísseis de curto alcance no Mar Leste da península coreana - se confirmado, seria o primeiro uso de mísseis balísticos do país desde novembro de 2017.
04/05/2019, 09h52

A Coreia do Sul disse em comunicado estar “muito preocupada” com a atitude da Coreia do Norte, afirmando ser uma violação do acordo do ano passado entre as Coreias para reduzir tensões entre os países. De acordo com o Comando Conjunto da Coreia do Sul (JCS, na sigla em inglês), a Coreia do Norte lançou mísseis de curto alcance no Mar Leste da península coreana – se confirmado, seria o primeiro uso de mísseis balísticos do país desde novembro de 2017. A porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse em comunicado que os Estados Unidos estavam cientes das ações da Coreia do Norte e que continuariam a monitorar a situação.

O ministério de Relações Exteriores da Coreia do Sul afirmou que o país e os EUA estão analisando o lançamento dos mísseis. A declaração foi dada após conversas por telefone entre o secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, e sua homóloga em Seul.

A ministra de Relações Exteriores da Coreia do Sul, Kang Kyung-wha, também falou por telefone com o ministro das Relações Exteriores do Japão, Taro Kono. Eles concordaram em manter coordenação enquanto respondem cuidadosamente aos lançamentos. O ministério da Defesa do Japão afirmou que os projéteis não eram uma ameaça de segurança e que eles não se aproximaram da costa do país. O Japão deve evitar qualquer resposta mais forte, pois o primeiro-ministro Shinzo Abe tenta conseguir uma cúpula com o líder norte-coreano Kim Jong-un.

O exército da Coreia do Sul aumentou sua vigilância para o caso de haver mais disparos. O país afirmou inicialmente que um único míssil havia sido lançado, mas depois divulgou comunicado que falava em “diversos projéteis” e que eles chegaram a voar 200 quilômetros antes de atingirem o mar.

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Goiás

Após cair em fossa destampada, menino de 2 anos morre, em Luziânia

A tampa da fossa tinha sido retirada pois, segundo os moradores da casa, uma nova seria feita para que o local tivesse mais segurança.

Por Ton Paulo
04/05/2019, 11h31

Uma tragédia comoveu a população de Luziânia, no Entorno do Distrito Federal (DF), na última sexta-feira (3/5). Um garotinho de apenas 2 anos de idade acabou caindo em uma fossa destampada enquanto brincava em uma residência. Infelizmente, o pequenino não resistiu aos ferimentos e foi a óbito.

Conforme informações adiantadas por um jornal local, o pequeno Davi Vasconcelos de Melo brincava na casa de uma amiga da família ontem por volta das 11h30, em Luziânia. Sem que os adultos percebessem, Davi foi para perto de uma fossa para continuar brincando. A fossa, que estava destampada, tinha 12 metros de profundidade.

A tampa da fossa tinha sido retirada, pois, segundo os moradores da casa, uma nova seria feita para que o local tivesse mais segurança. Duas cadeiras sinalizavam o buraco. Porém, a criança passou por elas e acabou caindo.

Os bombeiros foram acionados para resgatar o menino, sendo necessário ventilar o local para retirar os gases da fossa para evitar que os militares passassem mal ou desmaiassem. Em seguida, um deles desceu com equipamentos e retirou a criança.

Após cair em fossa destampada, menino de 2 anos morre, em Luziânia
Davi não resistiu aos ferimentos após cair em fossa / Foto: Reprodução

Davi Vasconcelos de Melo chegou a ser encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu.

Pai da criança que caiu em fossa destampada, em Luziânia, estava no trabalho quando recebeu a notícia da morte do filho

A notícia da morte de Davi chegou ao seu pai, Tarcísio Vasconcelos, enquanto ele estava no trabalho. Conforme o homem em entrevista ao jornal local, foi uma sobrinha que ligou para dar a triste notícia. “Uma sobrinha minha me ligou dizendo que meu filho tinha caído em um buraco, em uma fossa. A gente entrega na mão de Deus. Deus sabe o que faz”, disse Tarcísio.

Conforme apurado pela reportagem do Dia Online, Davi completaria 3 anos na próxima semana.

Via: G1 

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Mundo

Mistério cerca avião da Turquia

Segundo fontes militares ouvidas, a aeronave é um Bombardier Global Express prefixo TC-TSR operada pela empresa turca MNG Jet, com base em Istambul, e teria pousado em Caracas.
04/05/2019, 12h51

O governo brasileiro constatou que uma aeronave, de prefixo TC-TSR, decolou na terça-feira de Moscou rumo a Caracas, às 14h23 (hora local) ou às 6h23 na capital venezuelana, quando o autoproclamado presidente da Venezuela Juan Guaidó saiu, de surpresa, às ruas para anunciar que o fim do regime de Nicolás Maduro estava próximo.

O avião, que supostamente seria usado para a fuga de Maduro, informação que não foi confirmada pelo governo brasileiro, apesar da coincidência, tem origem turca e não russa, como se pensou inicialmente, e voou mais de 12 horas entre o Aeroporto Internacional de Vnukovo, em Moscou, e o Aeroporto Internacional Simón Bolívar, em Caracas. Ali permaneceu por pouco mais de uma hora e decolou às 21h12. O avião permaneceu em Punta Cana até quinta-feira, quando retornou para sua base, na Turquia.

Restaram muitas perguntas ao governo brasileiro para serem respondidas. Não se sabe se o jato privado turco, de país aliado a Maduro, levou algo ou alguém para Caracas. Não se sabe, também, se depois, quando decolou de Punta Cana para Istambul, levou alguém. Mas o governo brasileiro reconhece que são muitas as coincidências.

Segundo fontes militares ouvidas, a aeronave é um Bombardier Global Express prefixo TC-TSR operada pela empresa turca MNG Jet, com base em Istambul. O avião teria retornado apenas com a tripulação a bordo. As mesmas fontes lembram que esta não é a primeira vez que uma aeronave não militar, de nação amiga do bolivariano, pousa em Caracas, em uma operação suspeita. Lembram que já houve ocasião em que um Boeing 777-200ER, da empresa russa Nordwind, também chegou a Caracas, em meio às crises da Venezuela.

Durante a terça-feira, autoridades americanas diziam que um “avião russo” estava na Venezuela, pronto para levar Maduro para Cuba, ou outro país amigo, onde pudesse ficar exilado. As notícias que circularam, também sem confirmação, foram de que Moscou havia convencido Maduro a resistir ao “golpe” e permanecer em Caracas. Como o avião tem autonomia de mais de 11 mil quilômetros, caso a operação de saída tivesse sucesso, Maduro poderia cruzar o oceano e ir para países amigos, como a própria Turquia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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