Goiás

Corte de água e energia pode ser proibido aos finais de semana e feriados, em Goiás

De acordo com o projeto de lei, apresentado nesta quarta-feira (15/5) na Alego, o objetivo é garantir o acesso do consumidor aos serviços básicos.
16/05/2019, 08h05

O corte no fornecimento de água, energia e gás, em caso de residentes em condomínios, pode ser proibido aos finais de semana e feriados, nas residências de consumidores goianos. É o que prevê um projeto de lei apresentado nesta quarta-feira (15/5), na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego). Segundo a proposta, o objetivo é garantir o acesso do consumidor aos serviços básicos.

Conforme a proposta, de autoria do deputado estadual Amauri Ribeiro (PRP), fica assegurado ao consumidor que tiver suspenso o fornecimento nesses dias o direito de acionar juridicamente a empresa concessionária por perdas e danos, além de ficar desobrigado do pagamento do débito que originou o referido corte.

Proibição do corte de água e energia aos finais de semana e feriados garante acesso aos serviços básicos

O projeto de lei proíbe o corte no fornecimento dos serviços em dias como, sexta-feira, sábado, domingo, feriados e no último dia útil anterior ao feriado, mesmo em casos de suposto ou efetivo atraso do pagamento das contas. O deputado defende que a matéria tem como objetivo garantir o acesso do consumidor aos serviços básicos.

Na proposta, Amauri Ribeiro (PRP) reitera que a intenção não é estimular a inadimplência e sim evitar que os consumidores fiquem sem atendimento nos dias não úteis, uma vez que nesses dias, de acordo com ele, as empresas mantém um número mínimo de funcionários trabalhando em regime de plantão.

“Esta medida não visa, de forma alguma, estimular a inadimplência. Porém, a gente sabe que as concessionárias destes serviços básicos mantém um número mínimo de funcionários trabalhando em regime de plantão nesses dias, e em sua grande maioria, para atender serviços emergenciais”, explica o parlamentar.

Ainda segundo ele, se o consumidor tiver a interrupção do serviço no período vespertino da sexta-feira, por exemplo, por falta de pagamento e realizar a quitação do respectivo débito após o corte de fornecimento, pode ter a baixa bancária realizada somente na terça-feira. “Ou seja, se em uma situação normal ele ficaria sem o serviço por, até dois dias, ficará por quatro dias”, afirma.

Imagens: M10 

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Goiás

Idoso é apreendido com 4 mil relógios irregulares, em Uruaçu

Os relógios tinham origem no Paraguai e seriam comercializados no estado do Pará.

Por Ton Paulo
16/05/2019, 08h35

Um idoso de 73 anos de idade foi flagrado na tarde da última quarta-feira (15/5) em posse de cerca 4 mil relógios irregulares. Os relógios tinham origem no Paraguai e seriam comercializados no estado do Pará. A apreensão dos objetos foi feita no município de Uruaçu, norte de Goiás.

De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), responsável pela apreensão, a carga era de procedência estrangeira e não tinha o respectivo desembaraço aduaneiro. Ela estava no porta-malas e no interior de um veículo Fiat Uno.

O motorista, um idoso, disse que adquiriu a carga no Paraguai, por cerca de vinte e cinco mil reais, e revenderia para comerciantes em Marabá, no Pará.

Conforme a Polícia Rodoviária Federal, o idoso poderá responder pelo crime de descaminho, o veículo foi apreendido com carga e será encaminhado à Receita Federal em Goiânia.

Além de carga de relógios irregulares em Uruaçu, PRF apreendeu cerca de 1,5 milhão de maços de cigarros do Paraguai

Na última semana, agentes da PRF, em menos de 24 horas, apreenderam cerca de 1,5 milhão de maços de cigarros do Paraguai nas rodovias federais que passam por Goiás. O prejuízo aos contrabandistas está estimado em R$10 milhões de reais.

Segundo informações da PRF na ocasião, no final da quarta-feira (8/5) uma carreta com 850 caixas de cigarros foi apreendida na unidade pelos policiais em Guapó, na BR-060. Instantes depois, outra carreta carregada com 960 caixas do produto foi interceptada na unidade da PRF em Anápolis. O outro carregamento havia sido flagrado pela PRF na noite de ontem, na BR-060, em Alexânia.

Um dos motoristas, preso na manhã do dia 8/5 em Anápolis, informou aos policiais que receberia R$ 16 mil pelo transporte. Os três carregamentos saíram do estado do Mato Grosso do Sul, na fronteira com o Paraguai, e abasteceriam o mercado da capital federal.

Com o valor de cada carregamento de aproximadamente R$ 2 mi e o perdimento das carretas, a Receita Federal estima o prejuízo aos contrabandistas em cerca de R$ 10 milhões.

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Goiás

Avião carregado com 500 quilos de cocaína é apreendido em Goiás

Aeronave foi forçada a pousar em Rio Verde após ser interceptada por caças da FAB.
16/05/2019, 08h50

Um avião carregado com 500 quilos de cocaína foi apreendido no início da manhã desta quinta-feira (16/5), no interior de Goiás. De acordo com a Polícia Militar, foram presos o piloto e o copiloto da aeronave. Informações preliminares apontam que a droga seria entregue em Quirinópolis, no Sul do estado; a aeronave foi interceptada por caças da Força Aérea Brasileira (FAB) e forçada a pousar em Rio Verde.

Durante a operação policial, também foram apreendidas armas e um carro usado pelos suspeitos. Conforme a corporação, houve uma troca de tiros no local, que resultou na morte de outros três envolvidos. Os suspeitos que morreram no confronto eram os responsáveis por receber o carregamento de cocaína.

Avião com cocaína foi descarregado em Quirinópolis

A aeronave pousou em Quirinópolis, onde foi descarregada. Segundo informações da PM, a toda a ação do grupo durou menos de 1 minuto. Em seguida, o avião levantou voo novamente, mas, momentos depois, o piloto precisou fazer um pouso forçado em Rio Verde, cidade do Sudoeste goiano, localizada a 100 quilômetros de Quirinópolis, após ser interceptado por caças da Força Aérea Brasileira.

As investigações da PF, que começaram há alguns dias, apontaram que a droga, vinda da Bolívia, passaria por Quirinópolis. Portanto, o destino da cocaína, que renderia ao menos R$ 30 milhões ao grupo criminoso, ainda não foi divulgado pela corporação. O cerco foi montado pelos policias da Federal, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), do Grupo de Radiopatrulha Aérea (Graer) e por PMs da região.

Os presos e os materiais apreendidos foram levados pelos helicópteros da PM à sede da Polícia Federal, no Setor Pedro Ludovico, em Goiânia. Segundo a PF, a aeronave apreendida, assim como o piloto, está em situação regular junto aos órgãos competentes.

Outros detalhes da operação policial serão repassados em entrevista coletiva, que deve ocorrer ainda na tarde desta quinta-feira (16/5).

Imagens: G1 

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Goiás

Quadrilha usava grupos no Facebook para aplicar golpes, diz Polícia Civil de Goiás

A Operação Deu Ruim identificou 15 pessoas que atuavam como laranjas numa associação criminosa voltada para golpes na venda de veículos pela internet.

Por Ton Paulo
16/05/2019, 09h39

Após quatro meses de investigação, a Polícia Civil do Estado de Goiás, através da Delegacia Estadual de Repressão a Crimes Cibernéticos (Dercc), deflagrou uma operação que tem como objetivo cumprir mandados de busca e apreensão e exclusão de 15 grupos no Facebook que eram usados para aplicar golpes na venda de veículos pela internet.

Segundo informações adiantadas pela polícia, a Operação Deu Ruim identificou 15 pessoas que atuavam como laranjas numa associação criminosa voltada para golpes na venda de veículos pela internet, além de identificar 15 grupos da rede social Facebook, através dos quais eram ofertados diversos ilícitos, como aluguel de contas bancárias para aplicação dos golpes.

Uma empresa fictícia chamada Ferrari Veículos anunciava de forma fraudulenta pela internet a oferta de diversos veículos para venda, apresentando valores atrativos aos interessados na compra. A empresa constava com sendo de Crixás, em Goiás. Entretanto, ela nunca existiu.

Após realizar transferências eletrônicas para garantir a compra dos carros anunciados, as vítimas dos criminosos percebiam que haviam caído em um golpe quando descobriam que a empresa Ferraria Veículos sequer existe fisicamente no endereço informado em Crixás, e os carros, com uma parte já paga, não lhe seriam entregues.

Grupos no Facebook eram usados para conseguir laranjas

De acordo com a polícia, foram identificadas 25 vítimas, e 15 laranjas, que teriam colaborado com a fraude ao ceder as contas bancárias para recebimento dos valores em dinheiro transferidos pelas vítimas. Os mandados de busca e apreensão contra esses foram cumpridos na manhã de hoje (16/5).

Além disso, a investigação também levou a 15 grupos da rede social Facebook, através dos quais diversos produtos de origem ilícita e prestação de serviços criminosos eram ofertados e contratados, tais como aluguel de contas bancárias, venda de cartões bancários e dinheiro falsos e venda de celulares certamente oriundos de furtos e roubos, dentre outros.

Quadrilha usava grupos no Facebook para aplicar golpes., diz Polícia Civil de Goiás
Foto: PC

A Polícia Civil representou judicialmente pela exclusão dos grupos, sendo o pedido atendido e os grupos excluídos. A polícia ressaltou ainda que os 15 grupos do Facebook possuíam mais de 1 milhão e 200 mil seguidores.

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Goiás

Fazendeiro de Araguapaz vira réu por uso irregular de agrotóxicos

Moradores da região chegaram a passar mal por causa do efeito da aplicação do veneno.

Por Ton Paulo
16/05/2019, 10h39

O Ministério Público de Goiás (MP-GO) tornou réu um fazendeiro do município de Araguapaz, a 260 quilômetros de Goiânia, por dano ambiental. Conforme relatado na ação civil pública movida, o homem aplicava agrotóxicos de maneira ilegal numa lavoura de soja próxima a um bairro residencial. Moradores da região chegaram a passar mal por causa do efeito da aplicação do veneno.

A ação do MP-GO que tornou o fazendeiro Mário Bernardino de Souza réu determina que ele paralise imediatamente o cultivo da soja ou de qualquer outro tipo de lavoura que implique o uso de agrotóxicos na Fazenda Nossa Senhora Nazaré III, em Araguapaz, sob pena de multa diária de R$ 1 mil. A liminar foi concedida pela juíza Marianna de Queiroz.

O órgão conta que, conforme requerido pelo promotor de Justiça Wessel de Oliveira, uma cópia dessa decisão está sendo encaminhada à Secretaria Municipal de Meio Ambiente e à Vigilância Sanitária de Araguapaz “para fins de fiscalização quanto a seu cumprimento, por meio de vistorias mensais até julgamento final do processo”.

Moradores da região de Araguapaz chegaram a passa mal com os agrotóxicos

Segundo relatado pelo promotor, Wessel de Oliveira, uma vistoria da Secretaria de Meio Ambiente na fazenda de Mário Bernardino, em janeiro deste ano, constatou a aplicação irregular de agrotóxicos em área próxima a bairro residencial da cidade. O laudo atestou ainda a aplicação irregular do produto em lavoura de soja, a menos de 13 metros do Setor Vila Nova, sendo sempre realizada à noite, sem a adoção de qualquer controle ambiental.

O MP-GO foi, então, informado que, em razão da atividade, os moradores estão passando mal, chegando reclamar na prefeitura mas, segundo eles, sem que ninguém tivesse tomado providências.

Wessel de Oliveira ressaltou não ter restado ao MP-GO outra medida a não ser propor a ação como objetivo de obrigar o réu a promover a recuperação da área degradada, evitando, assim, danos de mais proporções e que possam comprometer o abastecimento de água do município.

Via: MP-GO 

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