12/maio/2019

Rivais se unem para atacar autoridades

Um conluio de empresários com passado pouco notável, dirigentes de Organizações Sociais (OSs) pretendentes a contratos com o Estado de Goiás e servidores nada escrupulosos foi descoberto enquanto faziam a montagem de um dossiê para atacar um secretário do governo e tentar desestabilizá-lo. Os envolvidos têm um histórico de envolvimento com ações pouco ortodoxas e estão com inúmeros interesses contrariados na gestão.

O secretário alvo da catrevagem é protagonista de medidas que moralizaram a administração pública e inibiu a ação de sacripantas em diversos momentos e a folha corrida dos envolvidos na montagem do dossiê é extensa e diversificada.

O principal articulador do dossiê é um empresário de Goiânia que já passou por diversas áreas e deu uma infinidade de canos na praça, além de responder por um sem-número de ações judiciais como estelionato, falsidade ideológica e improbidade administrativa.

Seu sócio, um ex-secretário da saúde de Goiânia e de Aparecida de Goiânia, montou uma licitação fajuta e mentirosa para tungar o dinheiro da saúde que repetiu em Aparecida. Uma vergonhosa imitação de diagnóstico por imagem para prestar serviços para a saúde pública foi denunciado e é alvo de ação de improbidade.

Empresário que lidera o grupo para atacar autoridades quase quebrou um plano de saúde em Goiânia

Esse mesmo empresário quase quebrou um plano de saúde de Goiânia quando arrendou a empresa e só não atingiu seu intento porque os donos anteriores retomaram o controle da empresa tradicional e o colocaram pra fora sob ameaça.

Antes, na década de 1990 ele faliu uma empresa do ramo de computadores. Não bastasse isso esse mesmo indivíduo quebrou uma tradicional maternidade da capital e quase conseguiu falir outro hospital igualmente tradicional, ligado à família de fundadores da cidade. Sua birra com esse secretário remonta a uma licitação que ele queria fraudar em Brasília, onde o gestor lutava para manter a responsabilidade com o dinheiro público.

O empresário perdeu o contrato e jurou se vingar do gestor de qualquer maneira. Seus companheiros na sanha são dirigentes de OSs que se uniram para montar um consórcio e ganhar contratos no Estado, combinando de uma OS distribuir contratos com as outras depois da possível vitória nos certames marcados para acontecer em breve.

Como as OSs não podem ter lucro esses dirigentes querem colocar empresas em que são sócios ocultos para faturar contratos. Há uma empresa em especial, que já é investigada por suas ligações nada lícitas com o dinheiro público que é o braço operacional da catrevagem na montagem do dossiê.

Uma dessas OSs é ligada ao irmão de um ex-governador e tem compromisso de abrigar comparsas que perderam com a derrota nas eleições do ano passado. Todos, sem exceção, têm graves problemas com a Justiça e não suportam nem meia auditoria bem-feita em seus atos e contratos. O secretário em questão, tem reputação ilibada, um histórico de bons serviços prestados e condecorações.Como diz o adágio popular: quem tem rabo de palha não passa perto de fogo.